FLAGJobs blog posthor #FLAGjobs | Janeiro 2026

#FLAGjobs | Janeiro 2026

Procuras um novo desafio profissional neste início de ano? Descobre as oportunidades mais recentes que os nossos parceiros têm para ti.

Engexpor – Brand Designer Junior (meio tempo)

Funções:

  • Criar, atualizar e gerir templates corporativos: apresentações, propostas, relatórios e outros suportes internos e externos.
  • Desenvolver materiais gráficos para eventos, feiras, publicidade institucional e comunicação corporativa.
  • Produzir materiais para obra, incluindo placas, lonas, sinalética e elementos do Kit de Obra.
  • Criar imagens e suportes visuais para posts de LinkedIn e outras plataformas.
  • Apoiar na criação de conteúdos audiovisuais simples (edição de vídeo, recortes, motion graphics básicos).
  • Contribuir para a adaptação e atualização de conteúdos no site Engexpor (WordPress).
  • Acompanhar tendências e propor soluções visuais inovadoras e coerentes com a marca.
  • Colaborar com a área de Marketing na tradução de conceitos e necessidades estratégicas em propostas gráficas sólidas e executáveis. 

Requisitos:

  • Licenciatura ou formação relevante em Design Gráfico, Design de Comunicação ou áreas similares.
  • Experiência mínima de 2 a 3 anos em funções de design (preferencialmente em ambiente empresarial ou agência).
  • Domínio das ferramentas Adobe Creative Suite (Photoshop, Illustrator, InDesign).
  • Experiência em Figma.
  • Capacidade de criar e editar conteúdos de vídeo simples.
  • Domínio de PowerPoint, Word e Excel para desenvolvimento de templates.
  • Rigor, atenção ao detalhe e capacidade de gerir vários projetos em simultâneo.
  • Bons conhecimentos de português e inglês.

Valoriza-se:

  • Interesse por tendências digitais e evolução estética das marcas.
  • Criatividade, autonomia e capacidade de resolver problemas.
  • Capacidade de trabalhar com profissionais não designers e traduzir conceitos estratégicos em soluções visuais concretas.
  • Conhecimentos de Premiere, After Effects ou motion graphics.
  • Experiência em WordPress (nível intermédio: edição e adaptação de páginas com ferramentas visuais).

Condições:

  • Bom ambiente de trabalho e espírito de cooperação;
  • Formação e progressão na carreira;
  • Condições salariais adequadas à função;
  • Seguro de saúde, extensível ao agregado familiar;
  • Benefícios diferenciados;
  • 25 dias de férias (aniversário, 24 de dezembro e Carnaval incluídos);
  • Fruta fresca diária;
  • Eventos regulares de convívio e união de equipa.

Local de trabalho:

  • Lisboa.

Candidatura:


Solférias – Design e Multimédia (Estágio Curricular ou Profissional)

Funções:

  • Criação de imagem consoante linha de comunicação da empresa, para divulgação das diversas campanhas, ações e eventos que realizamos ao longo do ano.

Requisitos:

  • Formação na área de Design e Multimédia (obrigatório);
  • Fluência de inglês oral e escrito, conhecimentos de espanhol;
  • Conhecimentos informáticos na ótica do utilizador em MS Office e programas de design;
  • Disponibilidade imediata.

Valoriza-se:

  • Conhecimentos de outros idiomas;
  • Proatividade, dinamismo e flexibilidade;
  • Assiduidade e pontualidade;
  • Facilidade de comunicação oral e escrita.

Condições:

  • Bom ambiente de trabalho e espírito de cooperação;
  • Ajudas de custo se estágio curricular;
  • Bolsa compatível com o nível de formação se profissional;
  • Integração numa equipa jovem e dinâmica;
  • Formação contínua;
  • Horário: 9h-18h de segunda-feira a sexta-feira.

Local de trabalho:

  • Entrecampos / Sete Rios (Lisboa).

Candidatura:

AO blog post hor M34 #FLAGvox | Lições do Natal Publicitário 2025

#FLAGvox | Lições do Natal Publicitário 2025

As campanhas de Natal sempre me despertaram um interesse particular, que vai além da curiosidade profissional. Há nelas um território raro onde as marcas tentam falar de pessoas com ambição cultural, para lá da pura intenção promocional. São dos poucos momentos do ano em que a indústria testa, em público, o equilíbrio entre emoção, craft e eficácia, sob um escrutínio imediato e pouco tolerante à mediocridade. Em 2025, quatro campanhas marcaram-me de forma especial, por me deixarem quatro lições úteis para transformar ideias em impacto real.

A primeira veio de “Where Love Lives”, da John Lewis. Relembrou-me que emoção não é açúcar, é arquitetura. A história é simples e curta: um pai arruma a sala depois da correria, encontra a última prenda marcada “Dad” com um smiley e, lá dentro, um vinil. Quando a agulha toca, ele regressa ao seu passado de pista, ao corpo, ao ritmo. E essa energia devolve-lhe presença, aproximando-o do filho sem precisar de o explicar. O mecanismo é transparente e, por isso, eficaz: um objeto-âncora, um som que desbloqueia identidade e um gesto que diz, sem moralismo, “eu vejo-te”.

Primeira lição: um bom filme de Natal sustenta-se numa ideia simples, repetível, ancorada num gesto reconhecível. Quando a história tem um objeto central e uma verdade humana nítida, a marca deixa de competir por atenção e passa a construir significado. Se a tese criativa não cabe numa frase, ou pelo menos num gesto que a pessoa leve com ela, então ainda não temos campanha, apenas intenção.

A segunda lição surgiu com “Le Mal Aimé”, da Intermarché”. Num ano em que a pressa e a automação se tornaram padrão, ver uma execução paciente, assumidamente humana, funciona como contraponto estratégico. A campanha começa em imagem real, com uma criança e um peluche, e abre um conto com textura de livro ilustrado, numa animação pictórica que se sente feita por mãos e por olhar. O lobo, rejeitado pelos outros animais, muda por vontade de pertença: aprende a cozinhar legumes e chega à festa com um prato nas mãos, hesitante, como quem pede autorização para existir naquele espaço. A opção artesanal e, sem IA, alinha execução e mensagem; se a história é sobre ser visto, cada frame tem de parecer observado por alguém.

Segunda lição: o craft serve para declarar uma posição, mais do que para decorar. Às vezes, a diferença não está em fazer mais depressa, mas em fazer com intenção visível.

A terceira lição chegou com “Holidays Are Coming”, da Coca-Cola. Ao refazer o clássico filme, com vídeo gerado por IA, a marca procurou contornar o uncanny humano com animais e camiões, mas abriu outra frente, a consistência. Quando o estilo oscila de plano para plano e o movimento denuncia o processo, a nostalgia transforma-se em auditoria e a conversa muda do conto para o making of. Reinterpretar nostalgia com IA pode ser eficiente, mas eficiência não é sinónimo de confiança. Sobretudo em territórios afetivos, a perceção de artificialidade tem peso reputacional, mesmo quando a marca domina o imaginário coletivo.

Terceira lição: eficiência sem direção de arte pode tornar-se um custo de confiança. O público avalia intenção, cuidado e respeito pelo símbolo. Se a execução parece mecânica, a discussão deixa a história e passa a julgar o processo.

Por fim, a quarta lição veio de “Five Star Theater”, da Amazon. Aqui, o pragmatismo é assumido e bem executado. Benedict Cumberbatch, num cenário de lareira e caixas, interpreta reviews reais como monólogos clássicos, em sequência de vídeos curtos. Não é apenas humor, é transformar prova social em entretenimento, dar forma cultural a um ativo que costuma viver em rodapé e fechar o ciclo comercial sem pedir desculpa por vender.

Quarta lição: quando um insight funcional recebe forma cultural, a performance pode construir brand equity.

Estas quatro campanhas lembraram-me que o Natal publicitário é, acima de tudo, um teste de clareza e de coragem. Emoção sem tese cansa. Craft sem intenção é apenas fetiche. IA sem assinatura torna-se ruído. Prova social sem criatividade reduz-se a catálogo. O caminho continua a ser o básico difícil – decidir o que defendemos, executar com consistência e aceitar o julgamento do público. O Natal passa depressa, mas a memória de marca permanece (ou desaparece).

Artigo de Opinião em: +M | Texto de: Gabriel Augusto

AO blog post hor JE #FLAGvox | A maturidade digital da Administração Pública começa nas pessoas

#FLAGvox | A maturidade digital da Administração Pública começa nas pessoas

Não é a tecnologia que moderniza o Estado. São as pessoas que a tornam útil, segura e rápida. A maturidade digital da Administração Pública não se compra por catálogo. Constrói-se com formação exigente, métodos claros e responsabilidade por resultados. A ascensão da inteligência artificial funciona como teste de esforço: evidencia competência onde existe e expõe burocracia quando falta capacidade.

O momento é propício, com o PRR a acelerar a digitalização, com metas até 2026. No eixo “Administração Pública mais eficiente”, destacam-se interoperabilidade, cibersegurança, simplificação e capacitação. No eixo “Empresas 4.0”, a qualificação digital de trabalhadores com medidas como o Emprego + Digital 2025. O progresso é mensurável: após o 7.º pedido de pagamento, a execução soma 47%, com 11,4 mil milhões já pagos (57% do total). O desafio agora é dar ritmo para que estes números se traduzam em benefícios visíveis nos serviços.

Do lado da procura, há espaço para ir mais longe. O Portugal 2025 Digital Decade Country Report indica que 71% dos portugueses consideram que a digitalização de serviços públicos e privados facilita a vida. Se a adoção cresce, os serviços públicos têm de acompanhar; caso contrário, abre-se um fosso entre expectativa e entrega.

A maturidade digital da Administração Pública começa nas equipas que desenham, operam e melhoram serviços. As prioridades são claras: literacia e governação de dados, cloud e integração, segurança por omissão, design centrado no utilizador, análise e gestão da mudança. A liderança deve proteger tempo para aprender, experimentar e corrigir rumos. Sem isto, a IA encarece processos; com isto, cria ganhos reais.

A formação em IA para perfis não técnicos é já essencial. Deve ser curta, aplicada e cobrir fundamentos e limites, dados, privacidade e ética, engenharia de prompts e validação, casos de baixo risco (triagem, minutas com validação humana, apoio ao atendimento), gestão da mudança e segurança. O impacto mede-se com indicadores operacionais (tempo de resposta, passos evitados, retrabalho, satisfação) e com auditoria simples, focada em risco e transparência. As entidades de formação acrescentam valor quando ligam teoria e prática com conteúdos vivos, mentoria em serviço e projetos aplicados em contexto real.

O que falta é consistência de execução. Começa por mapear competências por carreira e estruturar programas de desenvolvimento com certificação. É crucial ligar métricas de serviço à aprendizagem contínua, publicá-las com cadência fixa e identificar responsáveis por cada indicador. Importa criar comunidades de prática que partilhem padrões e evitem reinvenções. Devem existir sandboxes de IA responsável para testar com segurança. A governação de dados tem de ser transversal, com responsabilidades claras. E, sempre que se recorre a entidades externas de formação, aplicar critérios transparentes de contratação, medir resultados e assegurar auditoria independente.

Este trabalho não é vistoso e exige persistência. Porém, é assim que se constrói capacidade institucional e que a IA deixa de ser ornamento para se tornar política pública com resultados. 

Em suma, o Estado amadurece quando as pessoas amadurecem digitalmente. Formação é infraestrutura. A inteligência artificial multiplica valor quando existe base sólida. Se queremos uma Administração Pública que responda rápido, proteja melhor e crie valor para a economia, a prioridade é inequívoca: investir nas pessoas que a tornam possível, todos os dias.

Artigo de Opinião em: Jornal Económico | Texto de: Gabriel Augusto

FLAGwhy VE post hor #FLAGwhy? "Se estás à procura de um curso que una qualidade, aplicabilidade e inspiração, este é o lugar certo"

#FLAGwhy? “Se estás à procura de um curso que una qualidade, aplicabilidade e inspiração, este é o lugar certo”

A Valquiria Espindola escolheu a FLAG para realizar o curso de Adobe Premiere. A metodologia prática, o ambiente motivador e a orientação de um formador experiente permitiram-lhe evoluir com rapidez e aplicar os novos conhecimentos nos seus projetos. O seu testemunho reflete a experiência que procuramos oferecer a cada aluno.

O que te fez optar pela FLAG?
VE: Escolhi a FLAG por ser uma escola reconhecida pela qualidade e pela abordagem prática das formações. Sempre ouvi falar muito bem da instituição e percebi que os cursos ofereciam exatamente o tipo de aprendizagem que eu procurava — atual, dinâmica e voltada para o mercado. Além disso, gostei da forma como a FLAG alia a parte técnica com o lado criativo, o que me motivou a investir nesta experiência.

Quais foram os pontos fortes da formação que frequentaste?
VEO maior ponto forte foi, sem dúvida, a metodologia. As aulas foram muito práticas, bem estruturadas e focadas em projetos reais. O formador demonstrou um domínio profundo das ferramentas e explicou tudo de forma clara e acessível.

Agora que terminaste o curso, sentes que o mesmo terá impacto na tua vida profissional?
VESem dúvida. A formação abriu novas possibilidades para mim e ampliou a minha confiança no uso da ferramenta aprendida. Já comecei a aplicar o que aprendi nos meus próprios projetos, o que melhorou muito a qualidade do meu trabalho e a minha produtividade. Foi um investimento que me trouxe resultados práticos e visíveis, tanto a nível técnico como criativo.

Qual a tua opinião sobre o formador da FLAG?
VE: O formador João Osório foi incrível. É um profissional com grande experiência no mercado e, ao mesmo tempo, muito disponível e humano. Criou um ambiente leve e motivador, o que torna a aprendizagem prazerosa. Senti-me sempre apoiada e inspirada a ir além do básico.

Que conselho darias a alguém que está a considerar inscrever-se numa formação na FLAG?
VE: O meu conselho é: não hesites! A FLAG oferece uma formação de excelência, que realmente transforma o teu olhar e as tuas competências. Se estás à procura de um curso que una qualidade, aplicabilidade e inspiração, este é o lugar certo. Vale muito a pena!

Valquiria Espindola
Ex-formanda do curso de Adobe Premiere

FLAGwhy CG post hor #FLAGwhy? "A FLAG consegue preparar muito bem os seus formandos para o mercado de trabalho"

#FLAGwhy? “A FLAG consegue preparar muito bem os seus formandos para o mercado de trabalho”

A Carina Guedes decidiu inscrever-se na Academia FLAGProfessional Digital Product UX/UI Design para ganhar uma visão completa da área, começando do zero e terminando com conhecimentos sólidos de UX/UI e Product Design. Atualmente, a formação traduz-se em resultados concretos: uma compreensão aprofundada do setor e segurança para abraçar os primeiros desafios profissionais.

O que te fez optar pela FLAG?
CG: Optei pela Academia FLAGProfessional Digital Product UX/UI Design por ser um curso com um plano curricular bastante completo que consegue abordar um pouco de tudo da área de UX/UI como de Product Design. O facto de poder começar aprender UX/UI do zero e terminar com conhecimentos de Product Design foi um grande ponto a favor. Por último, mas também muito importante, o facto de ser lecionada por formadores que trabalham atualmente na área.

Quais foram os pontos fortes da formação que frequentaste?
CG: Os formadores, que ensinaram como trabalhar da forma mais correta e o que devemos esperar tanto do mercado do nosso país como de outros. O staff em geral é muito prestável e mesmo muito simpático, e mesmo quando acontecia algum imprevisto, estava sempre disponível e conseguia resolver rapidamente.
As masterclasses, #FLAGtalks e eBooks, que a FLAG disponibiliza tanto para quem está a frequentar um curso como para os alumni, mostram que a FLAG se preocupa em garantir que os seus alunos tenham sucesso mesmo depois de terminarem os cursos.

Agora que terminaste o curso, sentes que o mesmo terá impacto na tua vida profissional?
CG: Sim, sem dúvida que teve um grande impacto tanto a nível profissional como pessoal. Saí com uma visão geral do que está a acontecer agora nesta área e também com uma rede de contactos que consigo ir aumentado graças às pessoas que conheci no curso.

Qual a tua opinião dos formadores da FLAG?
CG: Acho que os formadores são o ponto mais forte de qualquer curso e este não foi exceção. No geral, gostei muito da forma como ensinaram e partilharam as suas experiências profissionais.

Que conselho darias a alguém que está a considerar inscrever-se numa formação na FLAG?
CG: É sempre bom analisarmos tudo o que o mercado tem para oferecer. Pessoalmente, recomendo fortemente a FLAG pois acho que consegue preparar muito bem os seus formandos para o mercado de trabalho e não se esquece de quem já terminou os cursos, oferecendo acesso a masterclasses e a outros recursos gratuitos.

Carina Guedes
Ex-formanda da Academia FLAGProfessional Digital Product UX/UI Design

AO blog post hor M33 #FLAGvox | A era do imprevisível: quando o preditivo se engana com confiança

#FLAGvox | A era do imprevisível: quando o preditivo se engana com confiança

Quanto mais modelos criamos para eliminar o acaso, mais visível ele se torna. A IA aproxima-nos de uma previsibilidade quase perfeita, mas o comportamento humano insiste em desafiar a lógica.

No marketing, nunca tivemos tanta capacidade para prever o que vai acontecer e, paradoxalmente, nunca estivemos tão expostos ao inesperado. A inteligência artificial ampliou o alcance da análise e a velocidade da decisão, mas também expôs a fragilidade do controlo. Mesmo com todos os dados do mundo, o futuro continua a comportar-se como se não tivesse sido avisado.

O marketing habituou-se à ideia de que, com informação suficiente, o comportamento humano seria decifrável. Bastaria recolher dados, cruzar padrões, alimentar modelos. Acreditou-se que a tecnologia nos daria o mapa completo da decisão e que o imprevisto, com tempo e cálculo, deixaria de ser um problema.

A inteligência artificial deu corpo a essa ambição. Hoje é possível ajustar campanhas em segundos, identificar intenções antes de elas se tornarem ações e desenhar mensagens adaptadas a cada perfil. Há dashboards que mostram o estado emocional do público antes de sabermos descrevê-lo. A eficiência nunca foi tão alta, pelo menos até ao momento em que o público decide ignorar tudo.

Quem trabalha no terreno reconhece essa sensação: o sistema funcionou, mas o comportamento real seguiu outro caminho. A campanha com todas as métricas certas não resulta; a ideia testada à pressa dispara sem explicação. E, no meio dessa confusão, os relatórios continuam impecáveis.

A IA trouxe precisão, velocidade e alcance, e é, sem dúvida, o maior salto que o marketing deu desde o digital. Mas o mercado continua a ter pulso próprio e o comportamento é um contexto em movimento. Prever não é compreender. Os algoritmos reconhecem padrões, mas não entendem o que nos move. Mostram o que acontece, não por que acontece. E é nesse intervalo entre o número e a narrativa que a comunicação continua a ser humana.

O paradoxo é evidente — quanto mais modelos criamos para eliminar o acaso, mais visível ele se torna. A IA aproxima-nos de uma previsibilidade quase perfeita, mas o comportamento humano insiste em desafiar a lógica. Pequenas decisões mudam tudo. O tom de uma resposta, o contexto de uma imagem, o humor de um dia. O que é ruído para a máquina é sinal para nós.

Acredito que o desafio atual não está na escolha entre dados ou intuição, mas fazer com que se escutem. A IA é extraordinária a prever padrões mas nós continuamos melhores a interpretar exceções. O futuro do marketing depende da utilização de ambos com lucidez, sem arrogância tecnológica nem nostalgia analógica. A tecnologia aproxima-nos do previsível, mas aquilo que realmente nos move ainda não tem código. E é aí que a criatividade, a empatia e o contexto voltam a ter valor.

Artigo de Opinião em: +M | Texto de: Gabriel Augusto

Camp MIYours CE header news Make it yours | 15% de desconto em cursos Especializados

Make it yours | 15% de desconto em cursos Especializados

A FLAG comemora este ano 33 anos de atividade e assinala a data com uma campanha especial: Make it yours. Durante todo o mês de outubro, todos os cursos especializados têm 15% de desconto, numa iniciativa que simboliza a forma como cada profissional pode construir o seu próprio futuro através do conhecimento.

Desde a sua fundação, a FLAG tem desempenhado um papel pioneiro na formação em áreas criativas e digitais em Portugal. Ao longo destas três décadas, formou milhares de profissionais, acompanhou a evolução tecnológica e ajudou empresas a desenvolver talento capaz de responder a novos desafios.

“Fazer parte da história da FLAG é acreditar que o futuro se constrói todos os dias, com criatividade, ousadia e conhecimento aplicado. Com esta campanha quisemos partilhar a celebração com a nossa comunidade, dando a cada profissional a oportunidade de fazer o seu percurso único”, afirma Gabriel Augusto, Diretor da FLAG.

Esta iniciativa antecede a campanha institucional de aniversário da FLAG, “Make it bold. Make it wise. Make it forward.”, que será revelada no final de outubro e que reforça o compromisso da marca em preparar profissionais e empresas para os desafios de hoje e de amanhã.

Masteclasses Masterclasses exclusivas de edição única (Nov’25)

Masterclasses exclusivas de edição única (Nov’25)

Se és alumni ou formando FLAG, não percas as próximas masterclasses:

Dia 12 de novembro, das 18h00 às 19h00
:: “Automação e DevOps: Como acelerar o desenvolvimento de software”
com César Freire (Formador e Consultor na área das TI).
Nesta Masterclass, vamos explorar como a automação e as práticas de DevOps podem acelerar o ciclo de desenvolvimento, garantindo maior eficiência e fiabilidade.
Descobre como a integração e entrega contínuas (CI/CD), a Infrastructure as Code (IaC) e outras estratégias de automação ajudam equipas a reduzir erros, melhorar a escalabilidade e agilizar implementações.

Através de exemplos práticos, perceberás como estas abordagens transformam o desenvolvimento moderno, tornando-o mais ágil e alinhado com as exigências do mercado.

Dia 12 de novembro, das 19h00 às 22h00
:: “SEO Está Morto. Longa Vida ao SEO (com AEO, GEO e GenAI)”
com Miguel Maio (Global SEO Specialist na Mercedes-Benz.io).
Neste momento, milhões de pessoas procuram respostas no ChatGPT, Perplexity, Gemini e outras plataformas de IA generativa. A questão não é se o SEO morreu — é que evoluiu.
Esta Masterclass vai mostrar-te como garantir visibilidade digital num ecossistema onde os motores de pesquisa tradicionais coexistem com motores de resposta e engines generativas.
Vamos explorar três pilares fundamentais: SEO, AEO e GEO.
No final desta Masterclass, terás bases práticas para dominar os três universos e garantir que as marcas conseguem ter visibilidade onde o público realmente está.

Dia 13 de novembro, das 18h00 às 19h00
:: “Produtividade e Colaboração”
com Carmen Almeida (Consultora e formadora de recursos humanos, mudança organizacional, agilidade organizacional e agile RH).
Nesta Masterclass, é demonstrado como a colaboração, a flexibilidade e o mindset ágil estão a transformar a forma como trabalhamos e nos adaptamos.
De forma prática e inspiradora, a sessão apresenta metodologias de trabalho que promovem a agilidade e ferramentas simples de planeamento e organização para aumentar a produtividade e a eficácia das equipas.

Dia 20 de novembro, das 18h00 às 19h00
:: “Gestão da reputação profissional online”
com Artur Madeira (Diretor Digital Adjunto na Notícias Ilimitadas).
No mundo digital de hoje, a tua presença online é muitas vezes o primeiro cartão de visita que mostras a empregadores, clientes ou parceiros.
Nesta Masterclass, vais compreender a importância de gerir de forma estratégica a tua reputação profissional nas diversas plataformas digitais, desde o LinkedIn e GitHub, a portfólios pessoais, blogues e fóruns especializados.
Vais aprender como construir, fortalecer e manter uma imagem coerente com os teus objetivos de carreira, analisando o tipo de conteúdo que partilhas, a forma como interages e a consistência da tua presença online.
Vamos também explorar como potenciar recomendações, menções e outros sinais de credibilidade para consolidar a tua reputação. Aproveita esta oportunidade para alinhar a tua presença digital com o impacto profissional que queres causar.

Estas Masterclasses decorrem em formato online e são gratuitas e exclusivas para alumni e atuais formandos. Terás a possibilidade de fazer a tua inscrição através do link que te será enviado via email. Se não receberes o link para inscrição, entra em contacto connosco através do e-mail: querosabermais@flag.pt.

Ao participares nestas Masterclasses, irás receber um badge digital (da Credly) para partilhares com a tua rede profissional online. Sabe mais sobre os nossos badges digitais aqui.

FLAGwhy AC post hor FLAGwhy? “Se estás à procura de formação prática, atualizada e com aplicabilidade imediata, a FLAG é uma escolha acertada”

FLAGwhy? “Se estás à procura de formação prática, atualizada e com aplicabilidade imediata, a FLAG é uma escolha acertada”

Depois de uma primeira experiência muito positiva na FLAG, a Ana Cabrita decidiu regressar para aprofundar os seus conhecimentos em Adobe After Effects. Hoje, sente o impacto direto dessa aprendizagem no seu trabalho: mais domínio técnico, maior confiança e ambição para abraçar novos projetos criativos.

O que te fez optar pela FLAG?
AC: Já tinha feito uma formação na FLAG há alguns anos e fiquei com uma excelente impressão – tanto pela qualidade dos conteúdos como pelo profissionalismo dos formadores. Quando decidi aprofundar os meus conhecimentos em After Effects, fez todo o sentido voltar a escolher a FLAG, pela confiança que já tinha e pela consistência com que continuam a oferecer formações de qualidade na área criativa.

Quais foram os pontos fortes do curso?

AC: Destaco sobretudo a componente prática e a forma como os conteúdos foram estruturados – progressivos, bem explicados e sempre com exemplos concretos. O ambiente em sala também foi muito positivo: houve espaço para perguntas, discussão criativa e partilha de experiências.

Agora que terminaste o curso, sentes que o mesmo terá impacto na tua vida profissional? De que forma?
AC: Sem dúvida. O curso deu-me ferramentas técnicas muito úteis que já comecei a aplicar em projetos reais, tanto em vídeo como em motion graphics. Além disso, reforçou a minha confiança para aceitar trabalhos mais complexos em After Effects, algo que antes evitava por falta de domínio da ferramenta.

Qual a tua opinião sobre o formador?
AC: O formador Gonçalo Estrelado mostrou grande conhecimento técnico e, mais importante ainda, experiência no terreno. Fala com base na prática, o que faz toda a diferença. Foi acessível, paciente e muito disponível para esclarecer dúvidas, mesmo fora do horário de aula.

Que conselho darias a alguém que está a considerar inscrever-se numa formação na FLAG?
AC: Diria para avançar com confiança. Se estás à procura de formação prática, atualizada e com aplicabilidade imediata no mercado de trabalho, a FLAG é uma escolha acertada. O mais importante é ir com vontade de aprender e aplicar – porque as ferramentas são boas, mas o aproveitamento depende também do empenho de cada um.

Ana Cabrita
Ex-formanda do curso Adobe After Effects
Sénior Designer • Fotógrafa • Videógrafa

AO blog post hor EnsinoMagazine #FLAGvox | Quando o especialista volta a ser aprendiz

#FLAGvox | Quando o especialista volta a ser aprendiz

Fala-se de upskilling e reskilling quase sempre em tom técnico: novas ferramentas digitais, literacia de dados, metodologias ágeis. Mas raramente se fala do que está por baixo dessa camada: o impacto emocional de reaprender aos 40 ou 50 anos, depois de uma vida inteira a ser especialista.

O primeiro obstáculo não é o conteúdo da formação, é o medo. O medo de se sentir ultrapassado por colegas mais jovens. O medo de perder relevância. O medo de já não ter tempo suficiente para “apanhar o comboio”. Esse medo é silencioso, mas real. Não aparece nos relatórios de necessidades de formação, mas manifesta-se em olhares inseguros, em resistências subtis, em frases como “isso não é para mim” ou “já não tenho idade para isso”.

Depois, há a vulnerabilidade de voltar a ser aprendiz. Para muitos profissionais, significa sentar-se numa sala, física ou virtual, e admitir que não sabem. Fazer perguntas básicas. Errar em exercícios que parecem simples para quem nasceu já imerso naquela realidade digital. É um choque de identidade: de repente, quem sempre foi referência passa a sentir-se novato.

Mas nem sempre é o medo ou a vulnerabilidade que travam o processo. Há também a arrogância de acreditar que já se sabe tudo, porque o passado foi feito de conquistas e de sucessos. E sejamos francos: quem nunca pensou que já sabia tudo, só porque teve sucesso durante anos? É a convicção enganadora de que aquilo que resultou ontem continuará a resultar amanhã. E há ainda o comodismo: o hábito de se manter em rotinas conhecidas, mesmo que já não tragam valor, porque dão conforto. Estes dois fatores são talvez mais difíceis de desmontar do que o próprio medo, porque implicam confrontar certezas enraizadas.

Felizmente, existe também o outro lado, menos óbvio, mas poderoso: o orgulho de redescobrir que ainda se consegue mudar. O entusiasmo de voltar a sentir curiosidade. A satisfação de provar a si próprio que a capacidade de aprender não tem prazo de validade. É quase um rejuvenescimento profissional e muitos descrevem-no como reencontrar energia e propósito.

E por que razão esta reflexão é tão urgente hoje? Porque estamos num mercado em que a longevidade da vida ativa aumenta e em que as empresas não podem desperdiçar talento. Profissionais com 40, 50 ou 60 anos carregam um capital humano feito de experiência, visão estratégica e conhecimento tácito que nenhum curso técnico substitui. Ignorar esta dimensão é perder um dos ativos mais valiosos de qualquer organização.

Numa altura em que se fala tanto de escassez de talento e de retenção, esquecer esta faixa etária é um erro estratégico. O verdadeiro desafio não é só atrair jovens com competências digitais, mas integrar gerações, valorizar a diversidade etária e criar condições para que todos continuem a aprender com confiança, sem arrogância e sem comodismo.

Para os responsáveis de formação, a conclusão é clara: não basta oferecer programas de requalificação técnica. É preciso criar contextos onde a vulnerabilidade é legítima, onde é seguro errar, onde a coragem de reaprender é reconhecida e valorizada. A gestão da aprendizagem tem tanto de pedagógico como de emocional.

Porque, no fim, quando alguém redescobre que ainda é capaz de aprender, não ganha apenas uma nova competência. Recupera a certeza de que continua a ter futuro, e isso é, hoje, um dos investimentos mais inteligentes que qualquer organização pode fazer no seu capital humano.

Artigo de Opinião em: Ensino Magazine | Texto de: Gabriel Augusto

FLAGJobs blog posthor #FLAGjobs | Outubro 2025

#FLAGjobs | Outubro 2025

Procuras um novo desafio profissional? Vê as oportunidades que os nossos parceiros têm para ti!

Pepper – Brand Taste Creative Strategist

Funções:

  • Sentir o pulso à marca, cliente, consumidor e mercado. E saber que os consumidores são seres humanos. Como tu. 
  • Ir ao encontro do problema do negócio / marca mas também ir ao encontro do problema humano. 
  • E assim traçar soluções estratégicas e transformá-las em briefings criativos. 
  • E fazer com que esses briefings sejam a faísca que acende a chama criativa. Mais uma vez, soa melhor em inglês. 
  • Para no final de tudo, os teus decks ganharem vida com a tua capacidade de apresentação.  

Perfil:

  • Com fluência nas diferentes línguas do marketing e advertising: do digital ao tradicional, do experiencial ao que tu quiseres. 
  • Estratega nas palavras para que os teus pensamentos ganhem vida.  
  • Storyteller. Estratégia também é contar histórias.  
  • Multitasker. Multitasker. Multitasker. Entre tarefas e projectos.  
  • Detalhista. Perfecionista. Não molhas só o pé e dizes que está frio, atiras-te de cabeça para conseguires perceber o que vai na cabeça do teu cliente e nos clientes do teu cliente.  
  • Fã de entrevistas. De questionários. E de perceber o comportamento humano. 

Requisitos:

  • Com fluência nas diferentes línguas do marketing e advertising: do digital ao tradicional, do experiencial ao que tu quiseres.
  • Faz a diferença: formação em estratégia criativa. 

Local de trabalho:

  • Oeiras.

Candidatura:

  • Candidata-te aqui.

SLOT Recursos Humanos – Técnico de Impressão Digital (M/F)

Funções:

  • Preparação e ajuste técnico de originais;
  • Normalização, adequação tecnológica e gestão da cor e arte finais;
  • Apoio na criação de orçamentos, gestão e supervisão técnica do processo de produção e respetivo controlo;
  • Seleção e gestão de materiais de impressão e coordenação da expedição do produto acabado;
  • Planificação e preparação da produção de objetos e produtos gráficos;
  • Controlo de qualidade dos produtos finais.

Perfil:

  • Experiência na função;
  • Formação em Design / Produção Gráfica e Digital;
  • Sólidos conhecimentos de impressão digital;
  • Experiência em Impressão e Aplicação de vinil;
  • Experiência em Corte de Esferovite;
  • Conhecimentos de Illustrator e Photoshop;
  • Disponibilidade horária;
  • Inglês (Preferencial).

Local de trabalho:

  • Lisboa.

Candidatura:


Media N9ve – Gestor de SEO / Redes Sociais / Analytics

Funções:

  • Gestão dos sites e reporting interno (tráfego, UU, PV, etc.)
  • Otimização dos sites na vertente publishing assim como na área de advertising;
  • Gestão e configuração de campanhas no Ad Manager;
  • Colocação de campanhas digitais ;
  • Controlo, gestão e otimização das mesmas por forma cumprir os KPIs;
  • Elaboração de reporting;
  • Contacto permanente com as agências de media;
  • Gestão dos Deals, Preferred Deals, Programatic Guaranteed, RTB, etc.;
  • Gestor de SEO – Definição de estratégia de SEO assim como respetiva implementação;
  • Gestor de redes sociais – gestão dos sites JE e Forbes assim como campanhas internas e de clientes;
  • Noções na área de Web Design.

Perfil:

  • Licenciatura em marketing/comunicação, gestão e ou publicidade;
  • 1 a 2 anos de experiência na área digital, planeamento de meios digital, performance, gestão de sites e redes sociais;
  • Conhecimento de ferramentas de gestão de campanhas digitais como Google Ad Manager, Sizmek, DSP, SSP, entre outras.

Local de trabalho:

  • Lisboa (3 dias) / Remote (2 dias).

Candidatura:

FLAGwhy RB post hor FLAGwhy? “A formação na FLAG é uma boa aposta para quem quer acompanhar a evolução do mercado”

FLAGwhy? “A formação na FLAG é uma boa aposta para quem quer acompanhar a evolução do mercado”

Quando se trata de aprender sobre Inteligência Artificial, nada melhor do que ouvir quem já passou pela experiência. Rodrigo Bravo, Marketing and Brand Strategist, participou numa formação à medida da FLAG e partilhou connosco os pontos fortes do curso, a qualidade do formador e o impacto direto que este conhecimento já tem no seu dia a dia profissional.

Quais foram os pontos fortes da formação que frequentaste?
RB: A formação teve como pontos fortes a clareza e objetividade do formador, que demonstrou grande conhecimento sobre o tema da Inteligência Artificial. O conteúdo foi atual, bem estruturado e apresentado de forma acessível, mesmo para quem não tem uma base técnica profunda. Destaco também a pertinência do tema, que é cada vez mais relevante no contexto profissional atual.

Agora que terminaste o curso, sentes que o mesmo terá impacto na tua vida profissional?
RB: Sem dúvida, principalmente na minha produtividade. Sinto-me agora mais preparado para lidar com as transformações que a IA está a trazer e para identificar oportunidades de aplicação prática desta tecnologia na minha atividade profissional.

Que opinião tens sobre o formador da FLAG?
RB: O Gabriel Augusto foi excelente. Claro, direto e com um profundo conhecimento do tema. Conseguiu tornar um assunto complexo em algo acessível e interessante, recorrendo a exemplos práticos que facilitaram bastante a compreensão. Gostaria também de destacar o entusiasmo com que conduziu a formação, o que ajudou a manter o grupo envolvido do início ao fim. Se este nível de qualidade for representativo dos restantes formadores da FLAG, a marca está muito bem servida.

Que conselho darias a alguém que está a considerar inscrever-se numa formação na FLAG?
RB: É uma excelente forma de atualizar conhecimentos e ganhar novas competências num ambiente profissional. A formação na FLAG oferece conteúdos atuais, com aplicabilidade prática, e é uma boa aposta para quem quer acompanhar a evolução do mercado.

Queres acrescentar ou partilhar algo mais sobre a tua experiência de formação?
RB: Gostaria de sublinhar o quão importante considero este tipo de formação para nos prepararmos para um futuro profissional cada vez mais influenciado pela tecnologia. Foi uma experiência enriquecedora, que recomendo a qualquer pessoa interessada em manter-se relevante e informada neste novo contexto.