FLAGporque JL post hor FLAG, porquê? “Comecei a trabalhar em UX/UI e a pôr em prática o que aprendi na FLAG.”

FLAG, porquê? “Comecei a trabalhar em UX/UI e a pôr em prática o que aprendi na FLAG.”

A Joana Lucas foi aluna do curso FLAGProfessional UX/UI Designer. A formação teve uma duração de cerca de 10 meses e no final, a Joana teve a oportunidade de integrar o mercado de trabalho na área em que se formou. Agora, deixa-nos o seu testemunho sobre a sua experiência na FLAG.

O que te fez optar e procurar pela FLAG?

JL: Quando comecei a referir que queria investir numa formação, a FLAG começou a surgir em conversas com amigos e colegas, e todos a recomendaram. Para além disso, para um curso de UX/UI parecia-me o mais completo a nível teórico e técnico.

Quais foram os pontos fortes desta formação?

JL: Os formadores, sem dúvida. Consegui também conciliar o trabalho e o curso, e apesar de ter tido uma formação 100% online, nunca senti que estava a ser prejudicada por isso.

Este percurso formativo teve impacto na tua vida profissional? De que forma?

JL: Para além de ter conseguido integrar o mercado trabalho na área, estou também envolvida com tecnologia, a trabalhar em Agile, e a pôr em prática muito do que aprendi na FLAG. Tenho contacto com o lado funcional e o lado técnico, e consigo acompanhar ambas as equipas graças às matérias que abordámos no curso. 

Qual a tua opinião sobre formadores da FLAG? Algum que queiras destacar?

JL: Para mim foram os formadores da FLAG que fizeram a diferença. O facto de serem pessoas que trabalham efetivamente na área faz toda a diferença. De destacar a Catarina Garcia, o Ruben Duarte, o Hélio Moreira, e o Alexandre Marreiros

Recomendas a frequência de formação na FLAG? Por que motivos?

JL: Para mim o fator diferenciador foram as pessoas: aprender com quem lida com o que está a ensinar no dia a dia é muito enriquecedor. Para além disso, a disponibilidade total dos formadores foi também um aspeto muito importante. Quanto a nível técnico, no fim do curso, senti-me 100% preparada para integrar o mercado de trabalho e segura do que tinha aprendido na FLAG. 

Joana Lucas
UX Designer na UNICRE
Ex-aluna do curso FLAGProfessional UX/UI Designer
LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/joana-lucas-5b34aa166/

blog tseconf #ConfTSE — Conferência Tudo sobre eCommerce

#ConfTSE — Conferência Tudo sobre eCommerce

A terceira edição da Conferência Tudo Sobre eCommerce (ConfTSE), subordinada ao tema “Growing ecommerce business in a post-pandemic market” irá realizar-se já no próximo dia 26 de maio no Auditório dos Contabilistas Certificados, no Porto.

Este evento 100% dedicado ao mundo do eCommerce, contará com a participação de vários profissionais da área dos negócios online de diversos setores de atividade.

Os oradores da ConfTSE irão partilhar conhecimentos sobre Marketing Digital e eCommerce e apresentar casos de sucesso dos quais fizeram parte, tanto a nível nacional como internacional.

Caso não tenhas a oportunidade de assistir às palestras dos oradores presencialmente, poderás fazê-lo através de livestream, online e em direto, numa plataforma disponibilizada pela organização para o efeito.

Como não poderia deixar de ser, a FLAG é patrocinador deste evento, e por isso convidamos-te a embarcar connosco neste dia de muita aprendizagem e partilha de conhecimentos sobre Marketing Digital e eCommerce!

Para mais informações sobre a ConfTSE e aquisição de bilhetes, clica aqui.

AO NS blog post hor #FLAGvox | "O Dia Mundial do Design Gráfico é todos os dias"

#FLAGvox | “O Dia Mundial do Design Gráfico é todos os dias”

No dia 27 de abril comemora-se o “World Graphics Day”, o Dia Mundial do Design Gráfico mas para mim, todos os dias festejo o design gráfico; sou terrível com datas e números porque enquanto designer gráfico importa-me mais os desenhos e as letras, sendo que as únicas datas a registar sempre foram os deadlines das entregas. Quando comecei nesta área tudo era novo e maravilhoso, e ainda o é. Essa é a magia da concretização de ideias em imagens únicas que otimizem a escolha/uso de produtos e serviços e a maneira como estes se comunicam.

A cada briefing ou projeto colocamos em prática o que aprendemos nas escolas, na internet, no atelier, na agência, etc… O ensino do design gráfico atravessou fronteiras e fez crescer e desenvolver a atividade e estima-se que seja a profissão mais disseminada no planeta Terra. É claro que a internet foi decisiva neste processo, mesmo que, nos seus primórdios, fosse dolorosa a experiência de procurar referências de designers ou mesmo descarregar uma fonte interessante para os nossos projetos; já hoje, pelo contrário, somos inundados por uma enorme quantidade de informação e verificamos que a qualidade média do trabalho dos designers aumentou, sustentada na qualidade do ensino, no acesso à tecnologia e à internet.

Nos últimos anos, o mercado sofreu transformações igualmente profundas, seja na estrutura e posicionamento das agências, seja no tipo de marca ou cliente a trabalhar: as agências reduziram quadros e criaram novas áreas de negócio e o designer gráfico diversificou a sua atividade com a apreensão de conhecimentos em novas disciplinas e áreas próximas, como a ilustração, fotografia, vídeo e a web; o mercado tornou-se ainda mais global e se há uma coisa boa que dois anos de pandemia nos trouxeram, foi a dissolução das distâncias físicas, vide o uso da tecnologia que nos permite trabalhar à distância, marcar reuniões e procurar novos clientes, ou seja o foco de resolver problemas tornou-se mais estreito e personalizado entre o designer gráfico e o cliente.

Outro aspeto que revolucionou o mundo e o aparecimento de novos players, foi os potenciadores não tecnológicos de inovação (como o Design) tornarem-se mais relevantes uma vez que requerem menos esforço e têm retornos de investimento mais rápidos, garantindo assim uma maior competitividade para as organizações.

A definição sobre o que é o Design atualmente e quais os seus limites não é unânime e por isso podemos encontrar diversas definições que se foram multiplicando ao longo dos anos. A constante evolução do seu entendimento está em parte relacionada com o papel que o designer assume ao agregar interações diversas (mercado, organizações) e que são bastante dinâmicas e requerem a sua adaptação constante.

O digital tomou conta da nossa vida, do paradigma do trabalho, da linguagem empregue, das novas ferramentas e estes novos processos de trabalho, criaram novas oportunidades.

Ser designer gráfico hoje em dia é muito mais que tirar um curso superior e aprender ferramentas. Será cada vez mais imprescindível juntar aos nossos currículos, conhecimentos adicionais de contribuição em contextos multidisciplinares, estimulando deste modo com a nossa atividade profissional um maior entendimento entre pessoas, construindo pontes onde haja divisões e desigualdades.

Artigo de Opinião em: NOVO Semanário. | Texto de: Alexandre Santos.

flag jobs

#FLAGjobs | Abril 2022

Se procuras um novo desafio profissional, consulta as oportunidades dos nossos parceiros.

FITNESS ACADEMY – Web Designer

Funções:

  • Executar todas as etapas do design visual, desde o conceito inicial até à fase de desenvolvimento;
  • Conceptualizar ideias de website originais, criando ferramentas que fomentem a simplicidade e facilidade de uso, tendo em conta os princípios de UI/UX e design de conversão;
  • Criar wireframes, storyboards, fluxos de usuários, fluxos de processos e mapas do website para comunicar ideias de interação e design;
  • Identificar requisitos para construção de sites e outros peças web;
  • Criação de peças de design gráfico, tais como social media posts, brochuras e outro material publicitário;
  • Estabelecer e promover diretrizes de design, melhores práticas e padrões a serem utilizados pela equipa.

Perfil:

  • Formação superior em Web Design / Design de Comunicação, Multimédia ou similares;
  • Experiência comprovada de, no mínimo, 3 anos;
  • Conhecimento em desenvolvimento de websites e outras peças de web design em wordpress, tendo em conta noções de mobile friendly, user interface, totalmente funcionais;
  • Domínio de construção de sites em WordPress através da utilização de page builders, tais como Elementor;
  • Domínio de ferramentas de Indesign, Photoshop, Illustrator e Sketch;
  • Sugerir novas atualizações de forma a promover a melhoria de navegação e operação dos sites;
  • Conhecimentos e experiência a construir páginas web através de page builders são uma mais valia;
  • Estar em constante actualização em conformidade com os desenvolvimentos da indústria;
  • Habilidade criativa, versatilidade, capacidade visual, originalidade e espírito crítico;
  • Capacidade para interagir, comunicar e apresentar ideias;
  • Forte gestão do tempo e prioridades;
  • Elevado sentido de responsabilidade, proatividade e espírito de iniciativa;
  • Organização e atenção ao detalhe;
  • Capacidade para realizar trabalho autonomamente, sem supervisão directa;
  • Disponibilidade imediata.

Condições:

  • Integração numa empresa em crescimento;
  • Oportunidade de integração numa equipa dinâmica onde se valoriza o desenvolvimento profissional e pessoal;
  • Remuneração compatível com a função e experiência demonstrada (vencimento base + subsídio de alimentação);
  • Contrato de trabalho a tempo inteiro;
  • Envolvimento em projectos desafiantes e motivadores.

Candidatura: Envia um email com o CV actualizado e carta de motivação para recursos.humanos@grupo-academy.pt.


WebHS – Programador sénior PHP / My SQL

Função:

  • Programador PHP / My SQL.

Perfil:

  • Conhecimentos sólidos em PHP e MySQL;
  • Conhecimentos em Laravel, Symfony, Redis;
  • Conhecimentos em Git;
  • Mínimo 2 anos de experiência em desenvolvimento web;
  • Bons conhecimentos de Inglês;
  • Capacidade para trabalhar em equipa, organização e método de trabalho;
  • Elevado nível de iniciativa e responsabilidade.

Local de trabalho:

  • Lisboa (Benfica), com possibilidade de desempenhar a função em regime misto ou totalmente remoto.

Candidatura: Envia o teu CV para recrutamento@webhs.pt com o assunto: “Programador 01.22”.


Salvador Caetano – SEO Specialist

Funções:

  • Implementar uma estratégia de SEO com vista a potenciar o tráfego orgânico em todos os sites do grupo;
  • Monitorizar posicionamento nas SERPs (próprio e concorrência) e oportunidades de keywords;
  • Desenvolver uma estratégia de link building;
  • Produzir e publicar conteúdo otimizado com foco na conversão;
  • Gerir equipa de content writers;
  • Acompanhar as últimas tendências dos fatores de indexação e ranking dos motores de busca;
  • Analisar e apresentar relatórios de KPIs relevantes.

Perfil:

  • Formação em Marketing Digital ou área relevante;
  • Experiência comprovada em SEO (On-Page e Off-Page) e ferramentas da especialidade;
  • Experiência em Content Management Systems, nomeadamente WordPress;
  • Conhecimentos de programação em HTML e CSS (preferencial);
  • Familiaridade com as boas práticas a nível de UX/UI e performance;
  • Experiência em ferramentas Google (Analytics, Tag Manage, Search Console) e outras relevantes para o desempenho da função (como o Semrush);
  • Boa capacidade de escrita/copywriting.

Outras competências:

  • Ter paixão por comunicação, curiosidade pela novidade e Kaizen (melhoria contínua);
  • Gostar de desafios, ser ouvinte atento, e apaixonado por pessoas;
  • Ser organizado(a), inovador(a) e criativo(a);
  • Orientado(a) para proporcionar a melhor experiência com o cliente.

Candidatura: Envio de CV aqui.


Message Factory – Full-Stack Developer

Função:

  • Full-Stack Developer (trabalho remoto).

Perfil:

  • Mínimo 2 anos de experiência;
  • Licenciatura ou formação em Tecnologia, Multimédia ou similar;
  • Domínio em html5/css/javascript/php frontend+backend (full stack) developer;
  • Conhecimentos de WordPress serão valorizados;
  • Conhecimentos de outras ferramentas de web development;
  • Utilização de ferramentas como figma para UX – UI;
  • Bons conhecimentos de Inglês;
  • Vontade de ingressar numa equipa jovem, dinâmica e em crescimento;
  • Boa capacidade de aprendizagem e proatividade;
  • Disponibilidade imediata.

Condições:

  • Trabalho a tempo inteiro, de forma remota;
  • Formação contínua;
  • Remuneração conforme a experiência demonstrada;
  • Contrato de trabalho de 6 meses com a possibilidade de ingressar nos quadros.

Candidatura: Envia o teu CV para fullstack@msgfactory.com.


BIAL – Frontend Developer

Funções:

  • Develop the structure and design of web pages and other digital communication tools (edetail, newsletters, webmail,…);
  • Ensuring user experience (UX) key to design choices;
  • Developing features to enhance the user experience. Striking a balance between functional and aesthetic design;
  • Ensure all web design is optimized across all devices (ex: smartphones, iPad, Desktop);
  • Optimize web pages for maximum speed and scalability;
  • Assure brand consistency throughout the design.

Perfil:

  • Should have degree in computer science or related field;
  • Understanding of key design principles;
  • Proficiency in HTML5, CSS, JavaScript, and jQuery;
  • Experience with Adobe CC;
  • Understanding of SEO principles;
  • Understanding in consume Rest APIs;
  • English proficiency.

Local de trabalho:

  • Zona do Grande Porto.

Candidatura: Envia o teu CV para fatima.gonzalez@bial.com.

worldcreativityday1 World Creativity Day 2022

World Creativity Day 2022

O World Creativity Day, o maior festival colaborativo de criatividade do mundo, decorreu nos dias 20, 21 e 22 de abril, e a FLAG foi o patrocinador oficial deste evento em Portugal.

Com várias palestras que decorreram em formato presencial e online em Lisboa, Porto, e Braga, este evento reuniu criativos, empreendedores e investigadores de diversas áreas com o intuito de promover a criatividade e a inovação para um desenvolvimento social, tecnológico e económico sustentável.

Como patrocinador oficial do World Creativity Day em Portugal, a FLAG levou ao palco formadores de várias áreas.

Programa:

Dia 20 de abril

15h00 — “Failing towards happiness” com João Vitória.  
Assiste à gravação da live aqui.

16h00 — “O que pode fazer o design pela cidadania e democracia?” com Ruben Ferreira Duarte.
Assiste à gravação da live aqui.

Dia 21 de abril

14h30 — “As marcas e a criatividade: peças na construção de futuros desejáveis” com José Pedro Silva.
Assiste à gravação da live aqui.

15h30 — “Grandes feitos VS Pequenas vitórias” com Anabela Macau.
Assiste à gravação da live aqui.

16h00 — “Preparar-se para o futuro ou preparar o futuro? Qual é que é a tua escolha?” com Gislaine Marques.
Assiste à gravação da live aqui.

Dia 22 de abril

15h45 — “O verdadeiro papel da empatia no Design Thinking” com Gabriel Augusto — Centro de Inovação da Mouraria (Lisboa).


Assiste às gravações das lives e faz parte desta revolução criativa!

capa evento 2022 Marketing Mix do Erro: Transformar o Erro numa Oportunidade

Marketing Mix do Erro: Transformar o Erro numa Oportunidade

O Marketing Mix do Erro é o primeiro evento que sem tabus, dá lugar ao debate sobre a importância do erro como um verdadeiro impulsionador de estratégias de marketing e utilização dos canais digitais.

Quem não se lembra da mensagem enviada pelo Continente: “Teste Mariana”?

São casos como este que nos mostram como muitas vezes é possível transformar os erros em verdadeiras aprendizagens e oportunidades para evoluir.

A segunda edição do Marketing Mix do Erro traz ao palco Profissionais de Marketing e Administradores de Empresas que irão partilhar histórias reais inspiradoras que partiram do erro, bem como muitos outros conteúdos para que as empresas consigam atingir os seus objetivos no mercado atual.

Haverá também uma Tertúlia de Marketing dedicada ao comércio eletrónico que irá contar com a oradora Vanessa Arlandis, formadora da FLAG, e Diretora do Departamento de E-Commerce e Marketing Digital da Moviflor.

O Marketing Mix do Erro terá lugar no parque empresarial TECMAIA, na Cidade da Maia, já no próximo dia 14 de maio de 2022.

Depois do sucesso da primeira edição, sabemos que este evento é imperdível!
Inscreve-te já e aproveita o código de desconto que a FLAG tem para ti: FLAG15.

Para mais informações sobre o evento e respetivas inscrições, clica aqui.

FLAGporque post hor AG FLAG, porquê? "Sem esta formação não seria capaz de fazer o que faço em Motion Graphics."

FLAG, porquê? “Sem esta formação não seria capaz de fazer o que faço em Motion Graphics.”

O André Guimarães frequentou o Curso FLAGProfessional Post-Production & Motion Designer com uma duração de dez meses que o preparou para o mercado de trabalho e lhe permitiu realizar um estágio promovido pela FLAG.

O que te fez optar e procurar pela FLAG?

AG: Estava na reta final da licenciatura em Multimédia, mas sentia que tinha apenas
conhecimentos muito básicos na área de Vídeo/Motion Graphics, insuficientes para poder
ingressar com confiança no mundo do trabalho. Assim, comecei a procurar uma solução, encontrei a FLAG, e vi que o programa da formação era exatamente o que eu precisava.
Para além disso, a oferta do estágio no final da formação era aliciante.

Quais foram os pontos fortes desta formação?

AG: Um dos pontos fortes foi a predominância da vertente prática, essencial para trabalhar
nesta área. Outro ponto forte foi a relação informal entre formador e formando e, devido ao
facto de as turmas serem pequenas, o acompanhamento pessoal, dependendo da situação
de cada formando.

Este percurso formativo teve impacto na tua vida profissional? De que forma?

AG: Sem dúvida! Foi pelo que aprendi na formação, que sinto a confiança e tenho os
conhecimentos necessários para trabalhar nesta área. Para além disso, foi a partir do
estágio da FLAG (agradecimento especial à Luísa Assunção pelo acompanhamento), que
arranjei emprego na área.

Qual a tua opinião sobre os formadores da FLAG? Algum que queiras destacar?

AG: Todos os formadores tiveram a sua relevância na formação. O objetivo de todos eles era
que o formando saísse da formação o melhor preparado possível, o que era notório. No
entanto, sem desmérito para os restantes formadores, destaco o Frederico de Melo, que foi
o formador que mais tempo nos acompanhou.

Recomendas a frequência de formação na FLAG? Por que motivos?

AG: Sem dúvida alguma! Sem esta formação, não seria capaz de fazer o que faço hoje em dia a nível profissional, teria apenas os conceitos base que aprendi na licenciatura. Esta formação serviu para aprofundar os conhecimentos, de modo a que estivesse preparado para o mundo do trabalho na área de Vídeo/Motion Graphics!

André Guimarães
Editor de Vídeo/Motion Graphics na HOW – House of Words
Ex-aluno do curso FLAGProfessional Post-Production & Motion Designer
LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/andre-guimaraes15

Concurso Banco Montepio Acredita Portugal Concurso Banco Montepio Acredita Portugal com programa de aceleração para startups e ideias de negócio

Concurso Banco Montepio Acredita Portugal com programa de aceleração para startups e ideias de negócio

Estão abertas as inscrições para a 12ª edição do Concurso de Empreendedorismo Banco Montepio Acredita Portugal. O programa oferece uma experiência diferenciada dependendo do nível de maturidade do projeto, e está aberto de forma mais ampla a todos os empreendedores portugueses: startups em fases adiantadas que procurem crescer e procurar os próximos clientes ou investidores de uma forma mais ágil, ou à semelhança de anos anteriores, pessoas que tenham apenas uma ideia e queiram avaliar a sua potencialidade.

O Concurso Banco Montepio Acredita Portugal adaptou-se à nova realidade, e passará a usar
um modelo híbrido, cujas fases de aceleração, mentoria e speed meetings serão feitas em
formato digital, e as fases de avaliação e momentos de networking críticos, serão feitos em
formato físico.

O Concurso Banco Montepio Acredita Portugal acolhe candidatos, mentores, júris e
investidores nas mais diversas áreas entre as quais o empreendedorismo social, mobilidade, tecnologia, smart cities, e inovação ligada às águas. Os tópicos do programa de aceleração para a track das ideias passam por aspetos como captar a atenção de um investidor, desenvolver o modelo de negócio, enquadramento jurídico, contabilidade, marketing digital, entre outros.

Como parceiro deste Concurso, a FLAG irá oferecer aos semifinalistas um voucher de 100€, aos finalistas um voucher de 500€, e aos vencedores um voucher de 1000€ na oferta formativa FLAG.

O concurso é inteiramente gratuito e as inscrições estão abertas até ao dia 8 de junho de 2022, no website da Acredita Portugal.

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No mês de Abril temos vários cursos em formato presencial e live-training em que te poderás inscrever com 25% de desconto.

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AO blog post hor JA94 #FLAGvox | Graphic Designer ou Post-Production & Motion Designer? Ambos?

#FLAGvox | Graphic Designer ou Post-Production & Motion Designer? Ambos?

Gonçalo Estrelado, formador da FLAG, esteve à conversa com o Jornal Açores 9 e explicou as diferenças e as complementaridades entre um Graphic Designer e um Post Production & Motion Designer no exercício das suas funções no dia a dia das empresas.

Qual a função de um Graphic Designer e qual o papel que desempenha um Post-Production & Motion Designer?

O Graphic Designer tem como função conceber o desenho de tudo o que é imagem de uma marca. Do logotipo e panfletos, até à comunicação para o meio digital, qualquer marca deve ter uma imagem cuidada e trabalhada.

Um Post Production & Motion Designer trabalha com vídeo, seja ele criado de raiz como a animação gráfica, ou trabalhado sobre vídeos filmados e pré-produzidos, podendo neste caso ir desde publicidade, a cinema ou meras comunicações empresariais.

Uma área não vive sem a outra?

Idealmente o Graphic Designer concebe o desenho e o Motion Designer coloca-o em movimento. Contudo, na realidade, o que acontece é que ambos desempenham o papel um do outro.

Porque se complementam? Quais as suas diferenças?

A colaboração na concepção é muito facilitada quando cada um se pode focar na arte da sua função, e como disse, quando um desenha e o outro anima, tudo é mais fluído para se alcançar um trabalho com qualidade.

Para uma empresa qual a mais-valia em ter um Graphic Designer?

Embora não seja fundamental para uma empresa ter um colaborador interno que desempenhe a função de Graphic Designer, aquela que não recorre ou que desvaloriza o trabalho do Designer certamente não tem futuro nos dias que correm, onde a imagem de uma empresa é essencial para o negócio existir.

O futuro de uma empresa será, também, mais sólido se tiver um Post-Production & Motion Designer a trabalhar lá? Qual o motivo?

O facto de se ter Designers na equipa não só permite uma redução no custo de produção – comparando com o recurso a agências criativas -, como também temos alguém que conhece melhor a empresa, a necessidade de comunicação, e está alinhado com os objetivos do negócio.

Os negócios, hoje em dia, para se manterem relevantes têm de comunicar diariamente e isso obriga a uma execução rápida e imediata, que só é possível se optarmos por ter uma equipa de designers interna.

A quem se destina o curso de Graphic Designer da FLAG?

O curso FLAGProfessional Graphic Designer foi desenhado para todos os interessados em integrar uma área criativa, área esta cada mais valorizada pela diversidade de comunicação que atualmente temos.

Quais são os requisitos necessários para se fazer uma formação de Post-Production & Motion Designer na FLAG?

Especialmente na pós-produção, são combinados vários fatores, como colorização, ou iluminação, e embora na verdade não sejam necessários conhecimentos prévios de nenhum deles, tem de existir a vontade de querer criar, querer comunicar, e querer animar.

Existe algum curso que pode complementar estes dois e, assim, o formando ficar dotado de todas as áreas envolventes?

Como diz o ditado, conhecimento não ocupa lugar, e tudo o que possa complementar o que aprendemos e conhecemos é uma mais-valia para as nossas criações.
Enquanto Designer, e considerando o volume de criação de conteúdos que se verifica nos meios digitais, diria que o Marketing Digital é uma das áreas de formação que mais valor acrescentado poderá trazer.

Para alguém que tenha estas duas áreas de formação, qual é o grande objetivo de carreira?

O grande objetivo de quem trabalha nestas áreas é facilitar a comunicação e a perceção.
Áreas como UX e UI demonstram bem a importância do porquê de um botão estar mais para a esquerda ou para a direita, e em toda a criatividade existe isso. Conseguir executar a sua arte de forma que seja universalmente reconhecida e percecionada é o auge de qualquer Designer.

Entrevista em: Jornal Açores 9.

FLAG ao blog post hor JE #FLAGvox | Tenho os meus produtos à venda online! E agora?

#FLAGvox | Tenho os meus produtos à venda online! E agora?

Tendo como base que o eCommerce (acrónimo de comércio eletrónico) é a compra e venda de bens, serviços, transmissão de fundos ou informação, através de uma rede eletrónica (preferencialmente a Internet) e que estas transações podem ocorrer em diferentes modelos de negócio – business-to-business, business-to-consumer, consumer-to-consumer ou consumer-to-business, dependendo se o comprador ou vendedor é um cliente final ou uma empresa – existem três configurações diferentes para montar uma Loja Online:

1. Montar a plataforma do zero. Neste tipo de configuração, personalizamos todo o site que pretendemos montar, definindo o desenvolvimento de todo um back-office integrado com um CRM e software de gestão de stock que a empresa já tenha (sobretudo se tiver lojas físicas). Embora possibilite uma customização total desde a sua raiz, esta opção de loja online tem como principal desvantagem os elevados custos associados, e a total dependência de uma equipa de programadores responsáveis pelo seu desenvolvimento.

2. Presença num Marketplace (normalmente mediante o pagamento de uma comissão sobre as vendas). Este formato não implica uma exclusividade, ou seja, podemos ter uma presença num Marketplace, e também ter uma plataforma de eCommerce própria. O Marketplace pode servir quase como um canal de captação de leads/conversões iniciais, que são posteriormente trabalhadas para uma compra recorrente na plataforma própria que tivermos (poupando na comissão do Marketplace). Ex: todos os restaurantes que nos enviam um cartãozinho no saco a falar da sua App própria, quando fazemos um pedido através do Uber Eats.

Num Markeplace, temos a vantagem de recebermos tráfego qualificado e cruzado, que pode ter vindo à procura de outros produtos (complementares, por exemplo) que acaba também por converter connosco, pelo que não consumimos tanto orçamento de Marketing Digital (para captação). Contudo, apresenta a desvantagem de serem plataformas com a presença de marcas altamente competitivos em produto e preço, sendo que existe ainda a possibilidade de estarmos a competir com o nosso próprio fornecedor no mesmo Marketplace.

3. Criar a nossa Loja Online numa plataforma do tipo What you see is what you get”. Plataformas onde conseguimos montar uma loja online em apenas 1 dia (Shopify, WordPress, Prestashop, Wix, etc), estas opções dispensam a necessidade de conhecimentos técnicos de programação, pois a maioria dos módulos já se encontra desenvolvida, não só em termos de layout e design do site, como de páginas de produto, páginas de categoria, checkout, métodos de pagamento, etc.

A maioria destas plataformas são gratuitas, cobrando apenas uma comissão associada ao processador de pagamentos (ferramenta que valida as transações bancárias dos clientes).

Muitas deles têm também um mercado de plugins com imensas funcionalidades já desenvolvidas (algumas pagas) que podemos descarregar e usar diretamente no nosso site (por ex: opiniões nas páginas de produto, alteração automática da moeda de acordo com o país de onde o utilizador nos visita, tradução instantânea, etc).

A maior desvantagem deste tipo de plataformas é que se podem tornar soluções caras para grandes empresas com milhares de referências, pois existe sempre uma comissão sobre as vendas pelo que, nesses casos, pode compensar uma solução criada de raiz.

Vamos agora imaginar que já desenvolveste a tua Loja Online, utilizando uma ou mais das soluções supramencionadas, e que agora o teu objetivo é crescer. Tornar a tua loja conhecida. O que podes fazer? Quais os próximos passos?

Podes começar com uma estratégia baseada em 3 pilares – SEO, Press-Releases e Marketing Digital -, e “usar” estes ingredientes a teu favor.

1. SEO: traduz-se como “Search Engine Optimization” e consiste na otimização de todas as páginas do site (Homepage, Páginas de Categoria, Páginas de Produto, Páginas Institucionais, Serviços e outras) para ser “lido” mais facilmente pelos algoritmos/robots dos motores de busca. Imagina como se fosse uma fórmula matemática com vários ponderadores (centenas deles). A “nota” que tu tiveres em cada um dos ponderadores soma ao ponderador seguinte e, no fim, a página/site com a melhor nota (na soma de todos os ponderadores) é o primeiro resultado a aparecer nas pesquisas orgânicas dos motores de busca.

Algumas boas práticas rápidas que podes fazer para melhorar o posicionamento da tua página em SEO são:

a. Existir um meta-title e meta-description em todas as páginas do site, com copy (texto) o mais comercial possível, pois é este o texto que aparece no Google aos clientes no momento de decisão “onde clicar”. Ou seja, os teus resultados vão aparecer ao lado dos anúncios pagos e, o texto que tu decidires dar ao teu meta-title e meta-description de cada página, influenciarão na decisão de clicar ou não no teu site, em prol da concorrência ou de um anúncio pago. Cada clique num resultado de SEO, nem tem qualquer custo para ti e é orçamento que poupas ao não estar a fazer campanhas de Marketing Digital para essa página.

b. Criar artigos/notícias que falem de nós para ganhar notoriedade online – o chamado Branded Content -, onde sites com muitas visitas e credibilidade online têm artigos que apontam para o nosso (link-building).

c. Garantir que as páginas do nosso site carregam num tempo inferior a 3 segundos, pelo menos as que são abertas nos telemóveis. Utiliza uma ferramenta gratuita da Google chamada Pagespeed Insights, que te ajudará a identificar concretamente o que tem de ser melhorado em cada uma das páginas, para reduzir em X segundos a sua velocidade.

d. Criação de conteúdo único no site (por ex. Blog) + Incorporar páginas com opiniões dos clientes nas páginas de produto (sempre que aplicável) = user generated content. Se o nosso site for visto também como um uma referência “educacional”, para além da comercial, na nossa categoria, ganhamos mais uns pontinhos do ponto de vista de SEO, pois conseguimos garantir tráfego colateral que está à procura de mais informação sobre os produtos.

e. Analisar e eliminar todos os links “mortos” no site (os que estão a dar erro 404), atualizar o Robots.txt e Sitemap do site (ver com equipa de programadores como fazer) e também, ao comprar o domínio do site pela primeira vez (por ex: http://www.abc.com) comprar o certificado de segurança, para que o nosso site seja seguro: https://www.abc.com.

f. Uma última dica para que o vosso site de eCommerce fique bem posicionado é que o url das várias páginas do site seja o mais curto possível (também conhecidos como “friendly-url”) e não conter códigos, mas sim os nomes dos produtos (algoritmos entendem o que a página contém). Ex: www.Ikea.pt/banco/120493 | www.Ikea.pt/banco/bar-madeira-branco;

2. Press-Releases: apesar de esta ser uma estratégia paga, tem um benefício duplo. Conseguimos uma notoriedade instantânea no mercado que queremos atingir, ao mesmo tempo que promovemos o link-building através de notícias, artigos e conteúdo que são criados a apontar para o nosso site. Quais são aqui os vários passos que podemos dar?

a. Montar o site de eCommerce elegível para o mercado alvo (tradução na língua do país para onde queremos exportar + possibilidade de compra na moeda local, criação de conteúdo único no site focado nesse mercado, redes sociais, etc.).

b. Montar um documento (denominado por press-release) explicando o conceito da marca, missão, visão, valores e apresentação dos produtos, e contratar agências especializadas em relações públicas no mercado que queremos atingir (se contactarmos diretamente os jornalistas, na maioria dos casos não obtemos resposta, pois as agências de PR funcionam como uma garantia de qualidade e credibilidade do conteúdo disseminado). A disseminação do press-release nos publishers daquele mercado irá gerar um grande impacto em tráfego orgânico e vendas no momento 0 nesse mercado. Eventualmente sugerir parcerias com influencers locais, envio de produtos, etc. Tem também vantagem em SEO (link-building/branded content), funcionando também como canal de notoriedade.

3. Marketing Digital: existem vários canais disponíveis, cada um com a sua função específica, desde os meios pagos (Search, Shopping, Display, Social Media, YouTube, Spotify rádio, Waze, etc.) até aos meios orgânicos (comunicamos para quem já é nosso cliente ou já visitou ou nosso domínio): peças de email, notificações push, Banners no site ou na App, entre outros. O Marketing Digital tem uma grande vantagem face aos meios tradicionais, na medida em que permite que tudo seja medido. Sobretudo através de ferramentas como o Google Analytics ou o Firebase (para Apps), sendo desta forma possível tomar decisões em tempo-real, de acordo com os resultados que vamos obtendo, enquanto temos a campanha no ar: parar a campanha, alterar o orçamento, comprar mais palavras-chave, aumentar o n.º de clientes elegíveis, etc.

É importante perceber que o Marketing Digital funciona também numa lógica de funil. Ou seja, temos peças de Marketing com diferentes objetivos, caso queiramos Notoriedade (Upper-funnel), Consideração (Mid-funnel) ou Ação (Lower-funnel). Se assumirmos que os clientes são angariados através do “topo” do funil, percebemos que cada um deles tem diferentes objetivos:

a. Notoriedade: serve para dar a conhecer a marca/produto/campanha. Capacitar a audiência de que a marca oferece aquele produto/serviço. Aumentar Brand Awareness. Colocar aquele produto na matriz de decisão do cliente, pelo que não funciona como um canal de performance puro (tem taxas de conversão à volta dos 0,5-1%), mas sim como suporte às conversões, no final de funil. Os meios de Marketing Digital mais utilizados em notoriedade são as campanhas de Display, vídeos de YouTube no formato TrueView e alguns formatos de Social Media.

b. Consideração: o objetivo é o de focar nas chamadas “Propostas de Valor Únicas”. Ou seja, depois de eu ter conseguido “implantar” a minha marca na cabeça dos clientes através das campanhas de notoriedade, quais são os meus benefícios concretos e tangíveis que me distinguem da concorrência? Este é um canal híbrido, podendo existir conversões consideráveis já nesta fase. Os meios mais relevantes em consideração são os vídeos de 6 segundos de YouTube, onde só nos é possível passar uma mensagem de cada vez (denominados por Bumpers) e, sobretudo, as campanhas de Remarketing.

c. Ação: momento do funil em que o grande objetivo é a Conversão (seja qual for a conversão que temos definida, não tem de ser necessariamente uma venda). O objetivo das campanhas de ação é o de permitir que, após a ideia ter sido “plantada” na cabeça do cliente, e termos conseguido criar procura (através das campanhas de consideração e notoriedade), ele nos procure de forma pró-ativa, por exemplo através dos motores de busca, nós estarmos lá. É neste tipo de campanhas que se materializam os resultados do Awareness e Consideration criados mais em cima no funil, pelo que é um canal exclusivo de performance. Nas campanhas do tipo “Ação”, os tipos de anúncios mais utilizados são os anúncios de Pesquisa (Search), Shopping (no caso de vendermos produtos físicos), pesquisa orgânica (SEO) e um formato de YouTube muito específico denominado por TrueView for Action.

Em cada momento do funil interessa-nos medir indicadores diferentes. Nas campanhas de notoriedade vamos querer medir sobretudo se a campanha está a servir com muita frequência à audiência certa, pelo que vamos medir indicadores como: alcance, n.º de impressões e frequência de visualização.

Em campanhas de consideração interessa-nos medir indicadores que já nos indiquem que o cliente se interessou pela nossa marca/proposta de valor, pelo que o mais importante é olhar para: cliques nos anúncios, visitas ao site e pedidos de informação no formulário da Landing Page.

Por último, nas campanhas de ação o nosso foco é claramente a medição das conversões efetivas ou até intenções de compra (pedidos de reserva, por exemplo).

O que temos efetivamente de medir é se, as nossas conversões das campanhas de ação (final de funil), aumentam quando ativamos os anúncios de consideração e notoriedade, que servem para estimular a procura nesse sentido.

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Artigo de Opinião em: Exame. | Texto de: Diogo Cruz.