NOVO Esp IAD post hor Novo curso Especializado Inteligência Artificial para Design

Novo curso Especializado Inteligência Artificial para Design

A Inteligência Artificial está a revolucionar o design, tornando os processos mais rápidos, criativos e personalizados. Ferramentas como Midjourney, Canva, Adobe Firefly, Runway, Napkin e geradores de websites permitem criar imagens, vídeos, websites e outros conteúdos visuais de forma inovadora.

O novo curso Especializado Inteligência Artificial para Design (99h) combina fundamentos de design com aplicações práticas destas ferramentas, preparando-te para atuar no mercado criativo com vantagem competitiva. Vais aprender a construir prompts eficazes, dominar ferramentas de IA e aplicar tudo em projetos reais de design gráfico, multimédia, web e vídeo.

Este curso é para ti se queres complementar a tua formação ou currículo com competências práticas em Design potenciado por Inteligência Artificial, alinhadas com as tendências do mercado criativo. É ideal para profissionais de marketing, comunicação ou gestão de conteúdos, designers, freelancers e empreendedores que pretendem criar materiais visuais, vídeos, websites e conteúdos gráficos de forma inovadora e eficiente, incorporando a IA no seu trabalho diário.

“Este curso foi criado para dar aos nossos formandos ferramentas práticas e inovadoras, combinando tecnologia e criatividade para se destacarem no mercado, mesmo que não possuam conhecimentos de design”, afirma Eduardo Antunes, Head of Learning and Development da FLAG.

A 1.ª edição do Especializado Inteligência Artificial para Design decorrerá de 10 de novembro de 2025 a 6 de fevereiro de 2026, em horário pós-laboral (2.ª, 4.ª e 6.ª, das 19h00 às 22h00), em formato Live Training (online em tempo real).

Inscreve-te até 10 de outubro e garante o teu desconto early bird!

Para inscrições e mais informações, clica aqui.


AO blog post hor M32 #FLAGvox | IA e influenciadores digitais: Um dilema de transparência?

#FLAGvox | IA e influenciadores digitais: Um dilema de transparência?

Esta não é apenas uma reflexão sobre tecnologia. É sobre valores, autenticidade e responsabilidade. A IA pode gerar beleza artificial mas não fabrica confiança.

Não dormem. Não exigem cláusulas de exclusividade complicadas. Não têm crises de ego. Nunca se atrasam para uma sessão fotográfica. Nunca publicam algo fora de alinhamento. Estão sempre prontos para a próxima campanha. Os influenciadores digitais criados por inteligência artificial podem ser o sonho de qualquer marca: alinhamento total, controlo absoluto e zero dramas.

O caso de “Mia Zelu” mostrou como isto já é uma realidade. Apresentada nas redes como uma influencer carismática, com viagens de sonho e uma vida aparentemente autêntica, acumulou mais de 160 mil seguidores em poucas semanas. Só que Mia nunca existiu. Cada imagem, cada cenário, cada frase foi criada por IA. Quando a verdade veio ao de cima, a reação dividiu-se entre o fascínio e a sensação de engano. E é precisamente neste espaço de tensão que vos convido à reflexão: estamos perante o futuro do marketing de influência ou à beira de uma crise de confiança sem precedentes?

Se, por um lado, a proposta é irresistível (menos riscos, mais previsibilidade e uma estética imaculada), há um paradoxo que não podemos ignorar. A influência sempre viveu da identificação, daquele instante em que alguém vê uma publicação e pensa “podia ser eu”. Ao eliminar a imperfeição humana, corre-se o risco de eliminar também a ligação emocional que sustenta a confiança. Um avatar pode parecer real, mas não sente, não erra, não vive. E, por mais polida que seja a narrativa, o público reconhece quando algo é apenas encenação.

O dilema intensifica-se quando falamos de transparência. Devem as marcas declarar de forma explícita que a figura que vemos é gerada por IA? Muitos defendem que sim, para proteger a relação com o consumidor e evitar acusações de manipulação. Outros, porém, argumentam que, se a experiência for envolvente e coerente, a origem pouco importa.

Há ainda um risco maior: a erosão da confiança no próprio ecossistema digital. Deepfakes, campanhas enganosas e conteúdos hiper-realistas já provaram o poder destrutivo de tecnologias que se fazem passar por realidade. Se as marcas entrarem neste jogo sem regras claras, podem estar a trocar ganhos imediatos por uma crise de reputação duradoura.

Nada disto significa que os influenciadores virtuais devam ser banidos. Pelo contrário, há usos criativos e legítimos que podem fortalecer uma marca: desde personagens assumidamente ficcionais, criadas para storytelling ousado, até experiências imersivas onde o digital é parte assumida da narrativa, com regras claras desde o início.

Esta não é apenas uma reflexão sobre tecnologia. É sobre valores, autenticidade e responsabilidade. A IA pode gerar beleza artificial mas não fabrica confiança. Essa continua a depender de escolhas humanas. E talvez a pergunta não seja se o influenciador é real, mas se a relação que a marca constrói com o público o é. Porque, quando a imagem é perfeita mas a pessoa não existe, a transparência deixa de ser detalhe e passa a ser a única ponte capaz de sustentar a confiança.

Artigo de Opinião em: +M | Texto de: Gabriel Augusto

FTMBA IAEN post hor #FLAGvox | IA e influenciadores digitais: Um dilema de transparência?
CV AcdFP GERAL blog Desconto de 250€ em Academias FLAGProfessional

Desconto de 250€ em Academias FLAGProfessional

Estás a traçar o teu futuro, mas não sabes por onde começar? Ou estás farto de te sentires preso a uma área que já não faz sentido?
Está na hora de mudar isso (não precisas de esperar pelas resoluções do novo ano 😉)!

Este verão, a FLAG abre-te a porta para um novo futuro:
💥 250€ de desconto em todas as Academias FLAGProfessional com início entre setembro e dezembro.

As Academias FLAGProfessional são formações de 1 ano, pensadas para quem quer entrar no mercado com bases sólidas ou reinventar-se com propósito.
Sem atalhos. Sem teoria a mais. Só o que precisas para estar pronto e confiante para ingressares na carreira dos teus sonhos, com as ferramentas mais atuais e requisitadas pelo mercado.

🎯 Escolhe a tua área:

✔ Online ou presencial (Lisboa e Porto). Tu é que escolhes!
✔ Pagamento faseado, sem juros. Adapta ao teu ritmo.
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Não sabes tudo? Ótimo. Vens aprender connosco.
O importante é começares. E começares bem.

Queres saber mais?

FLAGwhy RBernardo post hor FLAGwhy? "A abordagem prática, aliada à qualidade pedagógica dos formadores foi decisiva na nossa escolha"

FLAGwhy? “A abordagem prática, aliada à qualidade pedagógica dos formadores foi decisiva na nossa escolha”

Num contexto em que a Inteligência Artificial assume um papel cada vez mais relevante nas organizações, a Ordem dos Engenheiros – Região Sul (OERS) escolheu a FLAG para desenvolver uma formação à medida. O Bootcamp de IA aplicada ao Marketing e Comunicação teve como objetivo capacitar os colaboradores para responder de forma mais ágil às exigências da comunicação digital, aumentar a eficiência de processos e reforçar a qualidade dos conteúdos produzidos.

Rita Bernardo, Diretora de Comunicação e Formação da OERS, explica as razões que estiveram na base desta escolha:

“A FLAG apresenta uma oferta formativa altamente especializada, atualizada e alinhada com os desafios concretos da área em concreto que estávamos à procura. A abordagem prática, aliada à qualidade pedagógica dos formadores, e à credibilidade enquanto empresa de formação foi decisiva na nossa escolha.”

Desde o início, o projeto foi conduzido em estreita colaboração entre a OERS, a equipa de B2B Sales e a formadora responsável, garantindo um alinhamento total com a realidade da organização. A estrutura e os conteúdos foram ajustados à especificidade da Ordem dos Engenheiros – Região Sul, tendo em conta a diversidade de perfis dos participantes e as suas funções na equipa.

Ânia Garcia, Head of B2B Sales da FLAG, destaca “a confiança demonstrada pelo cliente e a célere aceitação das sugestões pedagógicas, tanto no formato como no conteúdo”.

A condução da formação ficou a cargo de Margo Pinto, que estruturou o Bootcamp para responder de forma prática e direta aos desafios da equipa de comunicação da Ordem dos Engenheiros.

“Cada módulo trouxe exemplos próximos da OE e momentos de aplicação imediata: desde a criação de ideias para redes sociais até ao planeamento estratégico de campanhas. A estrutura foi sempre pensada para que cada conceito teórico viesse acompanhado de um exercício prático adaptado à realidade do dia a dia da equipa.”

A componente prática foi, aliás, um dos aspetos mais valorizados pelos participantes. Rita Bernardo destaca “a aplicabilidade imediata dos conteúdos, a experiência e domínio técnico da formadora Margo, bem como a capacidade de contextualização para a realidade institucional da Ordem dos Engenheiros”.

O impacto da formação fez-se sentir de forma imediata. “A formação permitiu melhorar a eficiência de alguns processos, a qualidade dos conteúdos produzidos e a capacidade de resposta da equipa às exigências da comunicação digital, com reflexos diretos na produtividade”, reforça Rita Bernardo.

A experiência consolidou a confiança da OERS na FLAG, como conclui Rita Bernardo:

“A minha experiência nesta formação comprovou a qualidade, o foco na inovação e na capacidade de adaptar a formação às necessidades específicas da nossa organização.”

Na FLAG, cada projeto é pensado à medida. Porque a formação certa não só acrescenta competências — transforma equipas.

AO blog post hor Human #FLAGvox | A competência mais negligenciada no reskilling

#FLAGvox | A competência mais negligenciada no reskilling

Trabalho todos os dias no sector da formação e vejo como é fácil cair na tentação de acreditar que evoluir é acumular cursos e certificados, como quem enche uma prateleira sem fim. E, admitamos, até dá um certo conforto ver a estante cheia. Mas quantas vezes insistimos em atalhos que já não fazem sentido só porque nos foram úteis no passado?

É aqui que quero lançar o desafio. O verdadeiro reskilling não é acumulação, mas também desapego. Não é sobre ter sempre a última ferramenta, mas também sobre largar a chave que já não abre porta nenhuma. É a coragem de olhar para práticas que um dia funcionaram e reconhecer que hoje só atrapalham. Essa coragem é rara, porque obriga a questionar identidades, estatutos e verdades pessoais. Mas sem ela, nenhuma aprendizagem nova encontra espaço para vingar.

E esta coragem é tanto mais necessária porque o mundo já não muda em ciclos de décadas, mas em ciclos de meses. Tecnologias que hoje são promessa, amanhã tornam-se obsoletas. Modelos de gestão que marcaram gerações agora parecem caricaturas num mercado que exige agilidade. Neste contexto, a experiência é um recurso precioso, mas apenas quando usada como alicerce para evoluir. Porque ser experiente não é repetir fórmulas antigas, é reconhecer que mudar é inevitável para acompanhar a transformação do próprio mercado.

O que vejo, muitas vezes, é o contrário. Empresas que mantêm reuniões eternas quando já dispõem de ferramentas para tomar decisões mais rápidas. Docentes que repetem slides criados há 10 anos para estudantes que hoje consomem conhecimento em formatos completamente diferentes. E equipas que ainda imprimem relatórios só para os digitalizar outra vez, como se o simples ato de repetir o velho ritual fomentasse segurança. Não lhes falta formação, falta-lhes desaprender.

Desaprender não é negar o passado. É reconhecer que ele foi útil, mas temporário. É libertar espaço para que novas competências tenham onde se enraizar. E esse exercício é tão ou mais valioso do que o ato de aprender. Aliás, sem ele, aprender torna-se apenas mais um empilhar de conteúdos que não se traduzem em mudança real.

As organizações que entendem isto sabem que o futuro não se constrói com excesso de cursos, mas com ambientes onde questionar é legítimo, errar é permitido e deixar cair práticas antigas é visto como sinal de inteligência. É neste ponto que a formação deixa de ser produto e passa a ser cultura.

Do lado de quem desenha e promove aprendizagem como profissão, defendo esta convicção: o futuro não está em aprender mais, mas em aprender melhor. E isso começa, inevitavelmente, por desaprender. Mas este não é apenas um exercício individual. É sobretudo um desafio às organizações: que práticas, estruturas e certezas estão dispostas a largar para criar espaço a novos caminhos?

Artigo de Opinião em: Revista Human | Texto de: Gabriel Augusto

FLAGdeals blog posthor #FLAGDeals | Cursos com 25% de Desconto! (Setembro’25)

#FLAGDeals | Cursos com 25% de Desconto! (Setembro’25)

Não deixes escapar as novas #FLAGdeals! Inscreve-te já com 25% de desconto num dos seguintes cursos:

Estes cursos estão disponíveis em formato presencial (Lisboa e Porto) e/ou online em tempo real (Live-Training) e as vagas são limitadas! 😉

CV AcdFP carga 1200x400 1 #FLAGDeals | Cursos com 25% de Desconto! (Setembro’25)
MC posthor blog Flag SET Masterclasses exclusivas de edição única (Set’25)

Masterclasses exclusivas de edição única (Set’25)

Se és alumni ou formando FLAG, não percas as masterclasses de setembro e outubro:

Dia 16 de setembro, das 18h00 às 20h00
:: “Como criar Testes de Software com IA e Prompt Engineering”
com Paulo Matos (Senior QA Tester Manager na Galp).
Nesta Masterclass, vais descobrir como o GenAI e os prompts inteligentes podem transformar a forma como conceptualizas e executas casos de teste.
Entender como a metodologia de testes e os seus diferentes objetivos servem de base para bons prompts — capazes de acelerar a conceção de casos de teste desde a fase de desenho — permite-te alcançar um nível de produtividade antes impensável.
Aprende a tirar partido da IA para conseguires também garantir a cobertura de requisitos de uma forma que permite diminuíres o risco das entradas em produção.

Dia 24 de setembro, das 19h00 às 22h00
:: “Inteligência Artificial Aplicada a Paid Media”
com Inês Neto (Supervisora de Paid Media e Performance na Pepper – Brand Taste).
Prepara-te para mergulhar na nova era do Paid Media. Descobre como a Inteligência Artificial está a redefinir a forma como planeamos, criamos, otimizamos e analisamos as campanhas digitais.
Nesta Masterclass, vamos explorar ferramentas e metodologias que já estão a moldar o Paid Media, tornando as campanhas mais inteligentes e eficientes.
A sessão inclui exemplos práticos e ferramentas que podes aplicar no teu dia a dia para potenciar os resultados das tuas campanhas digitais.

Dia 29 de outubro, das 19h00 às 22h00
:: “O extraordinário mundo do GREP”
com Isabel Alcobia (Adobe Certified Expert & Instructor).
Farto de funções repetitivas no InDesign? De fazer a mesma coisa milhares de vezes? De perder a paciência sempre que há emendas de texto?
Nesta Masterclass, vamos descer às profundezas do InDesign, explorando o GREP como automatismo a nível de estilos e de pesquisa.

Estas Masterclasses decorrem em formato online e são gratuitas e exclusivas para alumni e atuais formandos. Terás a possibilidade de fazer a tua inscrição através do link que te será enviado via email. Se não receberes o link para inscrição, entra em contacto connosco através do e-mail: querosabermais@flag.pt.

Ao participares nestas Masterclasses, irás receber um badge digital (da Credly) para partilhares com a tua rede profissional online. Sabe mais sobre os nossos badges digitais aqui.

AO blog post hor HumanResources #FLAGvox | Mais do que diplomas: porquê a formação contínua é o novo capital mais valioso

#FLAGvox | Mais do que diplomas: porquê a formação contínua é o novo capital mais valioso

Até há poucos anos, um diploma era suficiente para abrir portas. Hoje, é apenas o bilhete de entrada para uma sala onde a conversa muda todos os dias. O mercado transformou-se num organismo em constante transformação, onde o que é verdade num trimestre pode tornar-se obsoleto no seguinte. E, nesse contexto, acreditar que um curso terminado há uns anos ainda garante relevância é mais um acto de fé do que de realismo.

Embora ainda persista a ilusão de que o diploma é, por si, suficiente, a realidade é que já não resiste ao teste do tempo. Muitas vezes, o que se aprende na universidade começa a perder validade antes mesmo de o profissional atingir o meio da carreira. Aliás, em muitas áreas, essa data de expiração pode ser de apenas alguns meses. E, por isso, acreditar no diploma como um passaporte vitalício é como confiar num GPS que já não recebe actualizações: até pode indicar o ponto de partida, mas não garante que se chegue ao destino certo.

O novo capital mais valioso chama-se formação contínua. A capacidade de aprender, desaprender e reaprender é hoje mais preciosa do que o próprio conhecimento acumulado. Nos novos talentos, esta competência adaptativa é tão determinante quanto a técnica. Já não basta perguntar “o que sabes?”, é urgente perguntar “o que és capaz de aprender?”. A resposta a essa pergunta define a velocidade com que alguém se ajusta, inova e contribui para o futuro de uma organização.

E aqui entra o papel decisivo dos gestores de Recursos Humanos. Não basta seleccionar candidatos com currículos impressionantes. É necessário criar ecossistemas que respirem actualização: programas internos de formação, acesso a novas metodologias, incentivo à experimentação e, sobretudo, uma cultura que não penalize a curiosidade. Ainda há empresas que contratam pelo diploma e, meses depois, se queixam da falta de adaptação dos novos colaboradores. O problema não está na geração que chega, mas na estratégia que os recebe.

Ignorar a formação complementar é aceitar que o talento de hoje pode ser o profissional desajustado de amanhã. É ceder ao risco de ficar para trás, não apenas como indivíduo, mas como organização. Num mercado onde a mudança é a única constante, a estagnação é uma regressão silenciosa.

Se queremos equipas preparadas para um futuro que ninguém consegue prever, é preciso abandonar a ideia de que aprender é um capítulo inicial da carreira. Aprender é a carreira. E os líderes de Recursos Humanos têm a responsabilidade de transformar esta visão em prática. Não como um gesto de boa vontade, mas como uma estratégia de sobrevivência e crescimento. Porque, mais do que diplomas, o que vai manter os novos talentos relevantes é a ação contínua de aprender, e não a memória de um dia ter aprendido.

Artigo de Opinião em: Human Resources | Texto de: Gabriel Augusto

FLAGwhy IT post hor FLAGwhy? "Se procuram formação prática e aplicável, aconselho vivamente a FLAG"

FLAGwhy? “Se procuram formação prática e aplicável, aconselho vivamente a FLAG”

Quando decidiu aprofundar as suas competências em After Effects, a Inês Teixeira procurava mais do que um curso: queria uma formação prática, alinhada com as exigências do mercado e capaz de elevar a qualidade do seu trabalho. Encontrou no Especializado After Effects a combinação certa entre teoria e prática, com conteúdos claros, desafios aplicados e formadores experientes que partilham não apenas conhecimento técnico, mas também vivências reais da área criativa. O resultado? Mais confiança, mais eficiência e projetos que se destacam.

O que te fez optar pela FLAG?
IT:
 Optei pela FLAG pela reputação que tem na área do design e das ferramentas Adobe, especialmente no que toca a formações práticas e focadas nas necessidades do mercado. Já conhecia a escola de nome e tinha boas referências de colegas da área que tinham frequentado cursos semelhantes. Estava à procura de uma formação sólida em After Effects que me ajudasse a evoluir tecnicamente e senti que a FLAG era a escolha certa.

Quais foram os pontos fortes da formação que frequentaste?
IT: O principal ponto forte foi a componente prática desde o início. Cada aula trouxe desafios aplicados que se ligavam diretamente à realidade do trabalho em design e motion. Além disso, a organização dos conteúdos foi bastante clara, o que permitiu uma progressão natural, mesmo para quem já tinha alguma base. Outro aspeto muito positivo foi o equilíbrio entre teoria e prática, com exercícios que realmente simulavam situações reais.

Agora que terminaste o curso, sentes que o mesmo terá impacto na tua vida profissional?
IT: Sem dúvida. Apesar de já trabalhar com o After Effects, sentia que havia lacunas e técnicas que precisava de dominar com mais profundidade. Esta formação permitiu-me reforçar a minha confiança e melhorar a qualidade do trabalho que entrego aos meus clientes, quer seja em contexto de agência, quer como freelancer. Já apliquei vários conhecimentos do curso em projetos e senti imediatamente a diferença, tanto na eficiência com que trabalho, como no resultado final.

Que opinião tens sobre os formadores da FLAG?
IT: Tive dois excelentes formadores: o Gonçalo Estrelado e o Fernando Menezes Lopes. A experiência de ambos foi decisiva para o sucesso do curso. Cada um com o seu estilo e abordagem, mas sempre com enorme profissionalismo e dedicação. Demonstraram um domínio técnico e prático excecional, aliado a uma grande capacidade de comunicação e paciência. Sentia-se que dominavam não só o programa, mas também a realidade prática do mercado, o que tornou as aulas muito mais ricas e aplicadas. É evidente que os formadores da FLAG têm experiência na área em que lecionam, o que faz toda a diferença na forma como ensinam, tudo o que foi passado tinha uma utilidade concreta, e isso é extremamente valioso para quem trabalha na área criativa. Saí do curso não só com mais conhecimento, mas também com muito mais motivação para continuar a aprofundar o After Effects.

Que conselho darias a alguém que está a considerar inscrever-se numa formação na FLAG?
IT: Se estão à procura de uma formação prática e aplicável, mesmo já tendo alguma experiência, aconselho vivamente. Apesar de usar o After Effects no dia a dia, percebi desde as primeiras aulas que havia bastantes funcionalidades e métodos que desconhecia. Esta formação foi uma excelente escolha, desde o início, trouxe-me novas ferramentas, mais segurança técnica e soluções que já apliquei em vários projetos profissionais. É uma formação útil para quem começa, mas também extremamente rica para quem já tem base. Aprende-se mesmo muito mais, e isso reflete-se no trabalho final.

Inês Teixeira
Ex-formanda do Especializado After Effects
Designer Multidisciplinar | Branding, Redes Sociais, Motion Graphics & Design Digital

AO blog post hor MeiosePublicidade #FLAGvox | Marketing com propósito ou "storytelling" enlatado?

#FLAGvox | Marketing com propósito ou “storytelling” enlatado?

Fala-se de sustentabilidade em empresas que ignoram a sua pegada real. Grita-se diversidade a partir de equipas onde ninguém é diferente. Promete-se bem-estar em culturas que esgotam quem lá trabalha.

O marketing com propósito habituou-se ao conforto do ‘storytelling’. Um manifesto bonito, uma causa nobre, uma realização em vídeo comovente… e lá se construía uma aparência de compromisso.

Mas há algo que já não passa despercebido: o sabor artificial. O propósito, quando é só embalagem, transforma-se em ‘storytelling’ enlatado, e isso já não alimenta ninguém.

Hoje, já não chega contar bem; é preciso fazer bem. O propósito passou a ser critério de decisão. Estratégico. Interno. Exigente. Os consumidores querem saber se aquilo que se diz se confirma naquilo que se faz. E o que era uma tendência virou filtro, um filtro que separa as marcas que ensaiam discursos das que vivem princípios.

O problema é que o marketing, na pressa de amplificar a história, esqueceu-se de confirmar se havia história para contar. Fala-se de sustentabilidade em empresas que ignoram a sua pegada real. Grita-se diversidade a partir de equipas onde ninguém é diferente. Promete-se bem-estar em culturas que esgotam quem lá trabalha. E o público já não compra essa encenação.

Vejamos o que acontece (ou não acontece) todos os anos em junho. O arco-íris pinta embalagens, logótipos e redes sociais, mas será que pinta também as políticas internas? Quantas marcas que celebram o Pride Month têm equipas diversas, processos de recrutamento inclusivos, benefícios equitativos? Quantas falam da comunidade LGBTQIA+ fora da agenda? Quantas apoiam causas e organizações ao longo de todo o ano?

Em 2025, muitos logótipos mantiveram-se nas suas cores originais. Não porque a causa tenha perdido relevância, mas porque, com as mudanças políticas e sociais, o risco reputacional mudou de lado. As marcas deixaram de ser inclusivas… ou deixou de ficar bem dizê-lo?

É aqui que se torna evidente a diferença entre ‘storytelling’ e ‘storydoing’. Entre pôr um filtro no perfil e garantir que ninguém dentro da empresa precisa de usar um para ser aceite. Entre dizer “somos aliados” e continuar a sê-lo quando já não rende aplausos. Porque propósito não é campanha. É cultura. É política interna. É cadeia de valor.

Ainda há quem o veja como acessório emocional, útil para relações públicas ou comunicação institucional. Mas a verdade é que, quando vivido com consistência, o propósito é um motor de performance. Não rouba foco nem atrasa; orienta. E sobretudo, não se improvisa, porque propósito não é ‘claim’. É prática.

A isso chama-se ‘storydoing’. Fazer antes de dizer. Ser antes de parecer. Assumir que o propósito não se mede em cliques, mas em escolhas. Que vive menos na campanha de lançamento e mais nas decisões difíceis. Que se vê menos no palco e mais nos bastidores.

As marcas ‘purpose driven’ não são as que dizem “acreditamos”. São as que mostram que estão dispostas a lutar para não trair o que acreditam. Porque propósito sem ação é só intenção. E disso, o mundo está cheio e já não diferencia.

Artigo de Opinião em: Meios & Publicidade | Texto de: Gabriel Augusto

FLAGwhy PHB post hor FLAGwhy? “É uma aposta segura para quem procura qualidade, personalização e impacto”

FLAGwhy? “É uma aposta segura para quem procura qualidade, personalização e impacto”

Quando se fala em preparar equipas para os desafios do presente, e sobretudo do futuro, a palavra “formação” ganha um peso especial. Mas não basta formar. É preciso formar com propósito, com foco nos resultados e ajustado à realidade de cada organização. Na FLAG, é isso que procuramos garantir em cada projeto que desenvolvemos à medida.

Paula Holbeche Bastos, profissional na área de Recursos Humanos, partilhou a sua experiência ao participar numa formação em Inteligência Artificial aplicada à sua área, ministrada pela FLAG:

“Escolhi a FLAG como parceira de formação em Inteligência Artificial para a área de Recursos Humanos, e a formação destacou-se pela abordagem prática, atualizada e orientada para os desafios reais, o que me permitiu adquirir competências relevantes e imediatamente aplicáveis.”

A escolha desta formação não foi feita ao acaso. Foi a combinação entre actualidade, aplicabilidade e foco prático que a levou a apostar na FLAG. O processo formativo permitiu um novo olhar sobre processos internos e um reforço de competências para enfrentar os desafios que a Inteligência Artificial traz ao setor.

Luís Torres, formador da FLAG, explica que o segredo esteve na construção de uma experiência de aprendizagem centrada nos participantes. Cada módulo combinou explicações claras, exercícios aplicados e momentos de partilha, sempre num registo flexível e responsivo a diferentes níveis de experiência:

“Procuro adotar um modelo de aprendizagem ‘explicação – ação – partilha’. Depois de cada explicação e demonstração de um caso de uso, os participantes criavam, por exemplo, uma estrutura de prompts para executar uma tarefa concreta e, em seguida, trocávamos feedback em grupo, refinando o resultado em tempo real. Para mim, foi inspirador presenciar o entusiasmo quando perceberam a ferramenta que tinham nas mãos, capaz de os tornar ainda melhores profissionais.”

Para Paula Holbeche Bastos, o impacto da formação ultrapassou a aprendizagem técnica:

“Senti um impacto muito positivo, não só ao nível do conhecimento técnico, mas também na forma como passei a encarar o potencial da IA nos processos.”

No final, deixa uma recomendação clara:

“A quem esteja a ponderar investir em formação com a FLAG, recomendo vivamente: é uma aposta segura para quem procura qualidade, personalização e impacto. Foi uma colaboração muito positiva, que voltaria a repetir.”

Na FLAG, cada projecto é construído com base numa escuta atenta, num diagnóstico detalhado e numa colaboração constante entre participante, formador e equipa de consultoria. Este testemunho demonstra que, mais do que capacitar, a formação certa pode transformar.

Se a tua equipa também procura uma abordagem formativa com impacto real — seja em IA ou noutra área crítica —, talvez seja tempo de nos sentarmos à mesa. Como diria a Paula: “é uma aposta segura”. 😉

AI Summer Bootcamps blog post hor Este Verão, mergulha de cabeça nos AI Summer Bootcamps FLAG

Este Verão, mergulha de cabeça nos AI Summer Bootcamps FLAG

Os AI Summer Bootcamps da FLAG foram criados para quem quer aproveitar o Verão não só para se refrescar, mas também para se reinventar.

São cursos intensivos, práticos e orientados para aplicação real. Sem escaldões. Sem teorias abstratas.

Só Inteligência Artificial aplicada àquilo que precisas no teu dia a dia.

Em poucos dias, mergulhas em ferramentas, ideias e métodos que vão fazer a diferença em setembro.

E o melhor? O resto do Verão continua livre, para praia, festivais, viagens, descanso, ou o que tu quiseres.

E como sabemos que quem mergulha de verdade merece mais, temos uma oferta PROMPTAMENTE genial para ti:

 

AI Summer Bootcamps assemail Este Verão, mergulha de cabeça nos AI Summer Bootcamps FLAG

Inscreve-te num dos AI Summer Bootcamps e oferecemos-te o Bootcamp de Prompt Engineering (avaliado em 425€), para que mergulhes ainda mais fundo na Inteligência Artificial, com mais confiança e mais resultados.

Bootcamps disponíveis:

AI Summer Bootcamps post sq BC ADUXI 1 Este Verão, mergulha de cabeça nos AI Summer Bootcamps FLAG

:: Bootcamp de Acessibilidade Digital e UX Inclusiva (18h),
com João de Brito, Head of Design na DSwiss AG

Dias 16, 18, 21, 23, 25 e 28 de julho, das 10h00 às 13h00

Para profissionais de UX, design, desenvolvimento e marketing digital que queiram criar experiências mais acessíveis e inclusivas.


AI Summer Bootcamps post sq BC IAACM 1 Este Verão, mergulha de cabeça nos AI Summer Bootcamps FLAG

:: Bootcamp de IA aplicada a Content Marketing (12h),
com Blandina Costa (Diretora-geral da Webtexto e Content Marketing Specialist) e Luís Eusébio (Produtor de Conteúdo na Webtexto)

Dias 18, 21, 23 e 25 de julho, das 10h00 às 13h00

Para interessados na utilização de IA para produção de conteúdos escritos no meio digital.


AI Summer Bootcamps post sq BC AIA 1 Este Verão, mergulha de cabeça nos AI Summer Bootcamps FLAG

:: Bootcamp de Adobe Inteligência Artificial (15h),
com João Parada (Designer e Art Director)

Dias 22, 23, 24, 25 e 29 de julho, das 10h00 às 13h00

Para profissionais de design que procuram aprender a utilizar IA nas ferramentas Adobe Photoshop, Adobe Illustrator e Adobe Indesign.


AI Summer Bootcamps spost q BC CGPTFZTH 2 Este Verão, mergulha de cabeça nos AI Summer Bootcamps FLAG

:: Bootcamp de ChatGPT – From Zero do Hero (15h),
com Gabriel Augusto (Diretor da FLAG)

Dias 04, 05 e 06 de agosto, das 10h00 às 17h00

Para qualquer interessado em aprender a utilizar o ChatGPT de forma mais eficiente, produtiva e estratégica.


AI Summer Bootcamps post sq BC IAE 1 Este Verão, mergulha de cabeça nos AI Summer Bootcamps FLAG

:: Bootcamp de IA para Estudantes: ChatGPT, Perplexity e NotebookLM (15h),
com Rui Santos (Innovation Specialist na Rumos Training)

Dias 04, 05, 06, 07 e 08 de agosto, das 10h00 às 13h00

Para estudantes do ensino secundário e superior que pretendem potenciar o seu desempenho académico através do uso de ferramentas de Inteligência Artificial generativa.


AI Summer Bootcamps post sq BC IBFP 1 Este Verão, mergulha de cabeça nos AI Summer Bootcamps FLAG

:: Bootcamp de InnovAItion – Building the Future of Products (27h),
com Ricardo Fernandes (Lead Product Owner na Mercedes-Benz.io), Fábio Fernandes (Data & Analytics Principal na Metyis) e Joana Mesquita (Especialista em UX e User Research)

De 04 a 14 de agosto, 2ª a 6ª, das 10h00 às 13h00

Para gestores de produto e projeto que queiram explorar o impacto da inteligência artificial no ciclo de vida dos produtos.


AI Summer Bootcamps post sq BC IAAMC 1 Este Verão, mergulha de cabeça nos AI Summer Bootcamps FLAG

:: Bootcamp de IA aplicada ao Marketing e Comunicação (12h),
com Rita Tomé Duarte (Consultora de Marketing, Comunicação e Estratégia)

Dias 11, 12, 13 e 14 de agosto, das 10h00 às 13h00

Para estudantes e profissionais de marketing e comunicação que queiram aprender a usar de forma prática e eficaz as ferramentas de IA.


AI Summer Bootcamps post sq BC IAIAM 1 Este Verão, mergulha de cabeça nos AI Summer Bootcamps FLAG

:: Bootcamp de Iniciação à Automação com IA e Make.com (15h),
com Rui Claro (CEO da BrightAI)

Dias 11, 12, 13, 14 e 15 de agosto, das 10h00 às 13h00

Para profissionais e estudantes com interesse em automação de tarefas, sem necessidade de experiência prévia em programação.


AI Summer Bootcamps post sq BC IAAPC 1 Este Verão, mergulha de cabeça nos AI Summer Bootcamps FLAG

:: Bootcamp de IA aplicada ao Processo Criativo (12h),
com Nuno Ribeiro (Creative Technologist e Frontend Developer)

Dias 20 e 22 de agosto, das 10h00 às 17h00

Para profissionais da indústria criativa interessados em explorar o uso de IA no processo criativo.

Todos os Bootcamps estão disponíveis em Formato Live-Training (online em tempo real).

Bootcamp OFERTA:

:: Bootcamp de Prompt Engineering (9h),
com Gabriel Augusto (Diretor da FLAG)
Dias 22, 24 e 26 de setembro
, das 19h00 às 22h00
Para qualquer interessado em melhorar as suas capacidades de prompt engineering para respostas de maior qualidade e precisão, em qualquer LLM, independentemente da tecnologia utilizada —  como o ChatGPT, Claude, Mistral, Gemini, LLaMA, entre outras.

Nota: A oferta é válida apenas nesta edição. Se não puderes assistir em direto, recebes a gravação integral.

Sabias que ainda podes ter reembolso total do teu investimento?

CF ImagemSite 1 Este Verão, mergulha de cabeça nos AI Summer Bootcamps FLAG

O Cheque-Formação + Digital é um apoio público que pode cobrir até 750€ da tua formação em IA.

Sim, é simples. Sim, é real. Sim, é teu por direito.

Mas termina em setembro, e esta pode ser a tua última oportunidade.

Mas isso é só um extra. O verdadeiro ganho é o que vais aprender.

Formar-se em IA não tem de ser complicado. Só tem de ser bem escolhido.

E este Verão pode ser o momento certo para dares esse passo.

Queres saber mais?