AO blog post hor JA92 #FLAGvox | "Design Thinking: o curso que ajuda a encontrar soluções para resolver problemas e desafios complexos das empresas"

#FLAGvox | “Design Thinking: o curso que ajuda a encontrar soluções para resolver problemas e desafios complexos das empresas”

O curso de Design Thinking da FLAG ajuda todos os que têm interesse na formação a ficarem aptos para as entrevistas de emprego.

O curso de Design Thinking da FLAG ajuda todos os que têm interesse na formação a ficarem aptos para as entrevistas de emprego.

Inovação, criatividade, pensamento estratégico e foco na solução, são as competências que constam em muitas ofertas de emprego da atualidade e a FLAG ajuda a potenciar estas mesmas competências através do Curso Especializado de Design Thinking.

Glauco Madeira, Formador da FLAG, esteve à conversa com o Jornal Açores 9 e respondeu a algumas questões sobre este curso especializado.

Design Thinking, como é que surge este curso na FLAG?

O curso na área de Design Thinking surge de uma oportunidade que identificámos no mercado. O Design Thinking, historicamente, é um approach de inovação baseado no ser humano. Mas existia um espaço para outros elementos de inovação, como a criação de modelos de negócio, a inovação corporativa, ou a aplicação das lentes da sustentabilidade.

Conheci o Gabriel, diretor da FLAG, em 2018, e propus um curso de Inovação em Modelos de Negócios, mas ele percebeu um quadro maior. A pandemia adiou um pouco os planos e em 2021, eu, o Gabriel e o meu sócio, Marcelo Penteado, voltamos com a ideia de criar o Fast-Track MBA em Business Design & Innovation.

Quais as suas particularidades?

O curso Fast-Track MBA em Business Design & Innovation é um curso com um caráter extremamente prático e completo do ponto de vista da inovação. Foi pensado para ser ministrado 100% online, com a utilização das melhores plataformas colaborativas digitais, algo fundamental no contexto em que vivemos. Os formadores são profissionais experientes do mercado e trabalham com inovação nas principais empresas com atuação em Portugal.

Qual o objetivo principal deste curso Fast-track MBA?

O curso Fast-Track MBA em Business Design & Innovation tem como objectivo fornecer um conjunto de conhecimentos e ferramentas para os profissionais que atuam ou querem atuar na linha de frente da inovação, seja dentro de uma grande organização ou com suas próprias empresas/projetos.

Os alunos que queiram inscrever-se e saber mais sobre o Design Thinking passam a dominar a metodologia do mesmo, através de uma lógica prática que irá abordar as diversas fases do processo. O que é que essa metodologia irá promover a estes participantes?

A metodologia inerente ao processo de Design Thinking possibilita aos formandos entenderem muito bem o comportamento das pessoas para criar inovação com base nesse conhecimento, seja para a criação de produtos e serviços, para o (re)desenho de processos e experiências, ou até para a criação de novos mercados com o desenvolvimento de modelos de negócio. Tudo isso com o que há de mais actual no mundo do Design Thinking, que não pára de se desenvolver, e agora segue fortes tendências de aplicação na Sustentabilidade e dentro das empresas, para os colaboradores. São conhecimentos fundamentais para quem quer continuar relevante num mundo de constantes (e drásticas) transformações.

Entrevista em: Jornal Açores 9. | Autor Carolina Sá Pereira.

FLAGtalks_webinar_uxwriting

UX Writing, o tema da #FLAGtalk de junho

Para este mês, o tema que trazemos para a rubrica #FLAGtalk Webinar é UX Writing.

Nesta talk, que decorrerá nó próximo dia 09 de junho, pelas 12h30 nos canais da FLAG (Facebook, LinkedIn e Youtube), estaremos com o formador Hugo Claro que nos irá falar das origens e desafios da linguagem clara e das ferramentas que usa, e apresentar alguns projetos que demonstram como é benéfica para as pessoas e para as organizações.

Se este é um tema que te interessa inscreve-te 😉

Flag Deals

#FLAG Deals | Cursos com 25% de Desconto! (Maio’21)

Já está disponível a lista de cursos confirmados com 25% de desconto, para este mês de Maio!

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#FLAGjobs | maio 2021

Procuras uma nova oportunidade de carreira? Consulta as ofertas dos nossos parceiros:

Tipy Family – Gestor/a de Redes Sociais

Função:

  • Elaboração e implementação de um planeamento mensal;
  • Gestão das redes sociais do Grupo (FB, IG, IN);
  • Gestão de comunidades;
  • Produção de artigos;
  • Apoio em alguns processos do departamento.

Requisitos:

  • Domínio das plataformas (FB, IG, IN);
  • Conhecimentos de YouTube;
  • Capacidade de análise de desempenho das plataformas;
  • Conhecimentos de Copy é um plus;
  • Conhecimentos base de WordPress é um plus.

Condições:

  • Ambiente descontraído e dinâmico;
  • Integração num grupo em constante crescimento;
  • Formação continua.

Local de trabalho: Seixal.
Candidatura: Envio de currículos para o email brandmanager@c21tipyfamily.com


Tipy Family – VideoMarketing (Estágio)

Função:

  • Captação de video;
  • Edição de video;
  • Apoio na implementação do material produzido em SM;
  • Cobertura de eventos;

Requisitos:

  • Elegibilidade para integração no programa de estágios do IEFP;
  • Domínio de softwares (ex: Adobe/Final Cut ou similar);
  • Conhecimentos de fotografia (factor de seleção decisivo);
  • Conhecimentos de photoshop ou similar é um plus;
  • Conhecimentos de animação/motions é um plus;
  • Conhecimentos e entendimentos de FB, IG e IN é um plus.

Condições:

  • Equipamento de trabalho;
  • Ambiente descontraído e dinâmico;
  • Integração num grupo em constante crescimento;
  • Formação continua.

Local de trabalho: Seixal.
Candidatura: Envio de currículos para o email brandmanager@c21tipyfamily.com .


Trading Economics – Full Stack Junior Developer

Função:

  • Trading Economics is now looking for candidates from all over the world to help us build front-end web applications and back-end systems that will unleash the power of our data.

Requisitos:

  • Owning a personal computer and having access to a solid internet connection (because of the pandemic we are working remotely at the moment).
  • Knowledge of one of these frameworks: Node.js, Python Flask, ASP NET.
  • Database knowledge: MSSQL.
  • Comprehensive understanding of the relationship between front and backend development.
  • You should be able to communicate fluently in English.
  • Willing to work very hard and able to learn many new concepts in a short period of time.

Condições:

  • Full stack developer position.
  • Integration in a company with worldwide recognition as an economic data source.
  • The opportunity to learn new technologies and financial markets core concepts.
  • While professional experience is not required, any references to your contribution to existing projects will weigh positively in your application.
  • Knowledge of macroeconomics or financial markets will help but is not required.
  • Full-time.

Local de trabalho: Lisboa.
Candidatura: Envio de currículos para o email careers@tradingeconomics.com .


ImpactZero Software – Software Developer Job Offer – C Programmer

Requisitos:

  • Experience in C/C++, Java SE and EE, Spring, Hibernate, Maven.
  • Knowledge of web architectures and services.
  • Total and immediate availability, to start working in the Porto or Monção office and availability to travel outside Portugal.
  • Preferably with college degree.
  • Experience in banking or in other sectors will be a plus.
  • Fluency in English, team work ability and short-term travel availability are mandatory.

Condições:

  • The certainty of working in one of the most competitive environments worldwide, with obvious career benefits.
  • Training in the company’s headquarters (Porto).
  • Remuneration according to professional experience.
  • Elevated autonomy and responsibility.
  • Other Benefits already in force in the company.
  • Duration of 6 to 12 months with integration perspective depending on the evolution of skills and competence throughout this period and its adaptation to the team in which it is involved and the structure of the company.

Local de trabalho: Porto.
Candidatura: Envio de currículos para recrutamento@impactzero.pt com a referência DEVELOPER .


ImpactZero Software – Estágio Profissional nível 6 e 7 (Licenciatura ou Mestrado);

Requisitos:

  • Formação Superior em engenharia informática ou áreas similares.
  • Conhecimentos em plataformas Java e Java EE, C e C++.
  • Conhecimentos de tecnologias em ambiente web ( angular JS, HTML, javascript e HTML5).
  • Interessado e com elevado potencial de aprendizagem.
  • Boa postura e excelentes capacidades de comunicação.
  • Excelente fluência em Inglês falado e escrito.
  • Gosto pelo desafio e por novas tecnologias.
  • Inscrito nos serviços de emprego do IEFP, na qualidade de:
    • Desempregado ou Trabalhador com contrato de trabalho suspenso, com fundamento no não pagamento pontual da retribuição;
    • Jovem com idade entre os 18 e os 30 anos (inclusive) e detentor de qualificação de nível 7 do QNQ;
    • Desempregado há mais de 12 meses, com idade superior a 30 e menor ou igual a 45 anos, desde que tenha obtido há menos de três anos a qualificação de nível 7 do QNQ;
    • Desempregado há mais de 12 meses, com idade superior a 45 anos, detentor de qualificação de nível 7 do QNQ.
  • Disponibilidade total e imediata, para iniciar funções no escritório do Porto ou Monção.

Condições:

  • A certeza de trabalho em um dos ambientes mais competitivos a nível mundial, com óbvios benefícios para a carreira.
  • Formação in loco na sede da empresa (Porto ou Monção);
  • Possibilidade de integração nos quadros da empresa no decorrer do estágio.
  • Duração do estágio profissional decretado pelo IEFP (9 meses).

Local de trabalho: Porto ou Monção.
Candidatura: Envio de currículos para recrutamento@impactzero.pt .


HBI – Programador Web / Full Stack Web Developer

Função:

  • Recrutamento de um colaborador(a) para exercer a função de Programador Web – Full Stack com experiência profissional em integrações de sistemas desktop-based e web-based, (como integrações com ERPs) e desenvolvimentos em plataformas CMS, para interagir com a nossa equipa de web design.

Requisitos:

  • Formação em engenharia informática ou áreas similares.
  • Experiência profissional em desenvolvimento web com plataformas CMS / WordPress Development.
  • Conhecimentos em .Net Framework, HTML, CSS e Javascript.
  • Conhecimentos na integração de Webservices / JSON REST APIs.
  • Conhecimentos em softwares ERP PHC ou Primavera serão valorizados.
  • Elevado sentido de responsabilidade, planeamento e autonomia.

Condições:

  • Excelente ambiente de trabalho, com equipa jovem e dinâmica.
  • Integração imediata nos quadros da empresa.
  • Seguro de Saúde.

Local de trabalho: Almada (Teletrabalho até indicação em contrário).
Candidatura: Envio de currículos com a referência 07-WebDeveloper para recrutamento@hbi.pt .

AO blog post hor Briefing #FLAGvox | "O Design Thinking é hoje, mais do que nunca, um bom negócio"

#FLAGvox | “O Design Thinking é hoje, mais do que nunca, um bom negócio”

“Good design is good business” (bom design é bom negócio) é uma frase clássica de 1973, do então CEO da IBM, Thomas Watson Jr., ao reconhecer a importância do design no formidável crescimento da empresa.

Anos antes, Watson Jr. tinha contratado como consultor de design Eliot Noyes, um reconhecido arquiteto, com o objetivo de criar um programa de design corporativo inédito que abrangesse tudo, desde os produtos IBM até aos seus edifícios, identidade visual e materiais de marketing. Até a gestão e as operações eram concebidos como um produto, com intencionalidade.

O que Watson Jr. e Noyes fizeram naquela época, foi utilizar o design para resolver desafios de negócio, muito mais do que desafios estéticos. Hoje, esta abordagem tem um enorme valor, um valor mensurável.

Um estudo da consultora DMI mostrou que as empresas que apostam em design conseguiram uma melhor performance do que as empresas S&P500 em 228%, durante um período de dez anos.

O relatório Creativity At Work demonstrou que empresas que incentivam a criatividade têm 3.5x mais oportunidades de obterem um melhor desempenho que os seus pares em termos de crescimento, e empresas “design-led” reportaram um market-share 41% maior.

Um relatório mais recente da McKinsey, The Business Value of Design, relata que as empresas que dominam as principais competências de inovação (fortemente ligadas ao design) apresentam resultados financeiros até 2.4x superiores aos da concorrência.

Muitos destes resultados devem-se à popularização do Design Thinking, termo desenvolvido (nos anos 80 e 90) por Rolf Faste, antigo professor de design de produto de Stanford, que, baseado em referências que remontam a 1930, o definiu como uma “forma de ação criativa”. Mas foi David Kelley quem o adaptou à Administração e o tornou mais famoso.

Kelley fundou duas das principais empresas responsáveis pela evangelização do Design Thinking: a consultora IDEO e a escola de design de Stanford d.School. A partir do ano 2000, o Design Thinking passou a ser aplicado no mundo inteiro por todo o tipo de empresas, e ensinado nas melhores escolas de design e negócios, tornando-se conhecido por ser uma abordagem de design para a inovação centrada no ser humano.

Além dos resultados de negócio, outra prova da importância do Design Thinking foi a tendência, na última década, de aquisição de agências de design por grandes consultoras estratégicas, movimento seguido por gigantes da indústria como McKinsey, BCG e Accenture – esta última com a compra da Fjord, uma das maiores redes de consultoria de design do mundo, através da Accenture Interactive.

O movimento também foi acompanhado por grandes organizações com a criação de áreas ou estúdios internos dedicados ao Design Thinking – como o IBM Design, da já citada IBM, e o D-Ford, da Ford Motors -, cujo objetivo é entender melhor os consumidores para assim criarem os produtos, serviços, processos, experiências e modelos de negócio do futuro.

Aliás, os modelos de negócio formam uma área do conhecimento intimamente ligada ao Design Thinking. Empresas modernas competem não apenas por produtos e serviços, mas também por modelos de negócio superiores. Na pandemia, seja por drástica mudança de comportamento de consumidores, digitalização de canais de comunicação e distribuição, escassez de recursos, ou aumento de custos, diversas foram as indústrias viram seus modelos postos à prova. As que tinham competências de Design Thinking certamente se destacaram da sua concorrência, porque foram capazes de entender melhor seus stakeholders, idealizar cenários e fazer mudanças com rapidez, combinando empatia pelas necessidades das pessoas com técnicas e conceitos de negócio.

Outro elemento diferenciador em ambientes competitivos é a experiência do consumidor. Num contexto em que manter os clientes é tão importante quanto conquistá-los, é fundamental conhecer (e desenhar) cada ponto da jornada do consumidor (tradicionalmente associada ao Design Thinking) para encontrar problemas e identificar oportunidades de melhoria.

A Fjord, no seu relatório de tendências para 2021, fala sobre “Expectativas Líquidas”: quando uma pessoa passa a esperar, em qualquer ocasião, a mesma experiência incrível que teve com uma determinada empresa num outro momento. Este fenómeno poderá ser um pesadelo para alguns, mas sem dúvida, oportunidade sem precedentes para outros.

Se há algo que se revelou indiscutível neste último ano, é que as empresas que não acreditarem e não desenvolverem a “musculatura” necessária para inovar ficarão pelo caminho em cenários cada vez mais incertos.

Cursos e formações em inovação, transformação digital, business design, design thinking, entre outras abordagens, ganharam uma nova importância e tornaram-se atuais e imprescindíveis.

Seja através de formação, consultadoria, contratação de profissionais ou criação de parcerias, investir em conhecimento nesta área traz, de forma inequívoca, bons resultados. E esta realidade é válida para qualquer projeto independentemente da sua dimensão ou experiência, desde as startups até às grandes organizações.

Em 2021, como em 1973, Thomas Watson Jr. continua a ter razão: “good design is (still) good business”.

Artigo de Opinião em: Briefing. | Autor: Glauco Madeira.

AO blog post hor JA91 #FLAGvox | "FLAG cria E-BOOK gratuito sobre as Tendências do Marketing para 2021"

#FLAGvox | “FLAG cria E-BOOK gratuito sobre as Tendências do Marketing para 2021”

A FLAG teve a iniciativa de criar um E-BOOK gratuito e de fácil acesso para 2021, sobre as Tendências do Marketing.

O manual digital conta com a colaboração de vários formadores da FLAG, e tem o intuito de reunir as várias tendências de Marketing para este ano.

É um guia que serve para todos os que querem delinear estratégias e tem também o objetivo de influenciar, os que querem vingar em projetos próprios.

Vamos estar à conversa com Gabriel Augusto, um dos autores do E-BOOK e diretor da FLAG.

O que trata especificamente o E-BOOK sobre as Tendências do Marketing para 2021?

O ebook da FLAG é uma oportunidade, gratuita e facilmente acessível, para estar a par das Tendências de Marketing e prestar atenção aos novos padrões de comportamento, num mercado cada vez mais competitivo. Nos dias de hoje, “adaptabilidade” e “agilidade” são provavelmente as palavras que mais se destacam em termos de tendências. Adaptabilidade, em tempo útil, nos modelos de negócio, na gestão do portfólio de produtos, na forma como o entregamos e divulgamos, na relação com o Cliente, e nas mais diversas formas de atuar das organizações, será fundamental para endereçar as novas regras de jogo do mercado. Destaca-se também, obviamente, o digital, cuja importância tem vindo a crescer ano após ano, e ganhou ainda mais relevo no contexto atual, assim como o eCommerce.

Qual foi o motivo que levou a FLAG a criar um e-book gratuito sobre Tendências do Marketing para 2021?

O período que atravessamos é de muita incerteza, contudo, também é o momento de pensar em novos desafios e oportunidades. Este ebook surge como uma forma de alertar para o contributo que o marketing pode ter na vida dos profissionais e das empresas, de forma a responder às oportunidades que se colocam face às novas circunstâncias. Ao envolvermos os nossos formadores, que são especialistas em Marketing e conhecedores do mercado, pretendemos fomentar uma partilha de diferentes pontos de vista que poderá servir de base para outros profissionais.

A que público se dirige este E-BOOK?

Este ebook dirige-se a todos aqueles que tenham interesse em saber mais sobre marketing e estar a par das tendências da área, através dos diferentes pontos de vista dos formadores que contribuíram para a sua redação. O ebook tem informações atuais e contributos úteis, tanto para profissionais de marketing, como para responsáveis pela estratégia de negócios.

Não era nosso objetivo desenvolver um relatório de novas funcionalidades que surgiram nas plataformas digitais, nem um manual de implementação passo-a-passo de estratégias pré-definidas. A finalidade do nosso ebook foi sistematizar uma partilha de conhecimento e experiência, de profissionais para profissionais.

Este é um guia que pode ajudar as marcas a criar novos hábitos e comportamentos perante os seus negócios?

O nosso ebook chama à atenção para várias tendências que podem fazer a diferença no dia a dia dos profissionais e nas estratégias das marcas. Tem informações atuais e contributos úteis, tanto para profissionais de marketing como para responsáveis pela estratégia de negócios, que ajudam a pensar em soluções que melhor correspondem às suas necessidades.

Quem escreveu o E-BOOK e quem são estes autores?

O desenvolvimento do nosso ebook foi possível através da dedicação e do envolvimento da equipa de Formadores da FLAG. Estes são profissionais especialistas nos vários domínios da área de marketing, e desempenham funções nos mais diversos setores do mercado, por meio dos seus contributos e depoimentos foi possível identificar as tendências para 2021.

Na criação do nosso eBook estiveram envolvidos aproximadamente quatro dezenas de profissionais FLAG, entre eles formadores e elementos das equipas internas de marketing, design e pedagogos, assim como parceiros e consultores.

Entrevista em: Jornal Açores 9. | Autor Carolina Sá Pereira.

Acede gratuitamente ao eBook FLAG | Tendências de Marketing para 2021:

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AO blog post hor Marketeer2 #FLAGvox | "Design Thinking: a competência do momento. Mas porquê?"

#FLAGvox | “Design Thinking: a competência do momento. Mas porquê?”

O Design Thinking tem vindo a ganhar notoriedade e adeptos no ecossistema empresarial há vários anos, como uma metodologia colaborativa centrada no ser humano, criativa e orientada à experimentação, para o desenvolvimento de novos produtos, serviços e experiência. Com aplicação nos mais variados domínios, como Estratégia, Marketing, Vendas, Recursos Humanos, entre outros, é muitas vezes associada (e confundida) com metodologias ágeis de gestão de projecto. Embora partilhe muitos dos princípios que também constam no Manifesto Agile (a base das metodologias ágeis), o Design Thinking diferencia-se por se focar primariamente na identificação e entendimento profundo do problema antes de abordar a sua resolução, sendo efectivamente mais um complemento às referidas metodologias do que uma alternativa.

Atendendo aos últimos 12 meses, que abanaram por completo a realidade que todos conhecíamos e dávamos como certa, o Design Thinking destacou-se como uma competência-chave dos líderes e gestores, de organizações de qualquer sector e dimensão, para navegar na incerteza. Mas porquê?

Empatia: compreender as pessoas para servi-las melhor.

A Covid-19 criou um cenário global onde a vida das pessoas foi interrompida, privando-as de actividades que até então eram consideradas como rotineiras: ir ao escritório, participar em reuniões sociais, praticar exercício, viajar e assim por diante. No momento, o mundo de todos os nossos stakeholders (sejam eles clientes, colaboradores, acionistas, parceiros, fornecedores…) foi virado do avesso, o que significa que a compreensão do seu estado emocional e racional (e, consequentemente, comportamental) é mais importante do que nunca.

Precisamos de aplicar a pesquisa de empatia para entender o seu novo normal e identificar novas necessidades e dores em evolução, a fim de resolver e satisfazê-las. Focando no stakeholder “cliente” em particular, vivemos actualmente o momento perfeito para pesquisar com empatia, com o objectivo de descobrir novas necessidades do cliente, que foram intensificadas pela situação extrema caraterizada pela pandemia. E ao fazer isso estaremos a projectar novas soluções para melhorar a vida das pessoas, maximizando o valor que entregamos para o mercado.

Ao colocar o ser humano (os stakeholders) no centro do processo, o Design Thinking privilegia o desenvolvimento de novos pontos de vista, tendo como premissa que nem tudo pode ser provado ou validado com base em conhecimentos já adquiridos, o que nos leva ao ponto seguinte.

Criatividade: inovar para se adaptar, sobreviver e prosperar.

Para sobreviver e prosperar durante a pandemia, precisamos de pensar com criatividade. Seja como liderar e manter motivada, saudável e envolvida uma força de trabalho dispersa e remota, ou para descobrir como criar e impulsionar um novo produto ou modelo de negócio. A criatividade é a chave para gerar soluções eficazes para resolver os novos problemas complexos que enfrentamos. Nas palavras de Albert Einstein, “a definição de insanidade é repetir a mesma acção e esperar resultados diferentes” e juntando as de Peter Drucker, ao afirmar que “o maior perigo em tempos turbulentos não é a turbulência em si, mas agir com a lógica do passado”, torna-se evidente que esta é a altura em que as organizações precisam de aplicar o pensamento lateral e inovar.

Habituados a prosperar em ambientes pautados pela certeza e pelo expectável, recorremos tradicionalmente à dedução (concluir algo a partir de informações já existentes) e/ou indução (verificar algo por experimentação), sem foco na produção de novos conhecimentos. Contudo, o Design Thinking apresenta práticas estruturadas que privilegiam a abdução, tratando os sucessos do passado como apenas hipóteses a serem cuidadosamente testadas, antes de servirem para gerar previsões que se esperam ser válidas. Projecta o futuro, sem se prender ao passado, sendo o único procedimento racional que promove efectivamente a criação de novos conhecimentos. Assim, fomenta a procura de novos pontos de vista, novas ideias e novas abordagens para responder a um novo contexto, promovendo a tão necessária criatividade e inovação para responder ao momento que vivemos: o mundo VUCA (Volatility, Uncertatinty, Complexity e Ambiguity) e BANI (Brittle, Anxious, Nonlinear e Incomprehensible), que tão bem caraterizam o cenário actual conforme referem os respectivos acrónimos em inglês.

Colaboração: envolver para alinhar e comprometer.

Não esquecendo que as organizações são feitas pelas pessoas, é fundamental que se tenha em conta que é em situações de insegurança que se estabelece a ansiedade individual e colectiva. E envolvermos os nossos stakeholders neste processo de inovação, através das práticas estruturadas de Design Thinking apresenta imensas vantagens. Por um lado, os seres humanos estão mais felizes quando estão a criar (o chamado fluxo, ou ‘a zona’, apresentado no livro “Flow”, de Mihaly Csikszentmihalyi, que recomendo vivamente); por outro, ao envolvermos as nossas equipas no processo de inovação, contribuímos para uma cultura de maior alinhamento e compromisso. Não nos podemos esquecer que é em momentos de incerteza que a ansiedade individual se instala e, ao incluirmos os demais na definição do caminho a tomar, estaremos a envolvê-los directamente em todos os níveis no propósito da organização. Não só contribuímos para a motivação, como também abrimos portas para uma participação multidisciplinar, tirando proveito da diversidade de know-how e expertise. Afinal de contas, é neste momento que #EstamosJuntos, certo?

Experimentação: testar para decidir rapidamente e com confiança.

Mais do que nunca, precisamos de testar, de forma rápida e financeiramente viável, novas soluções, novos canais para o mercado e novas formas de trabalhar, para impulsionar as nossas ofertas e modelos operacionais.

A experimentação permite que se desenvolvam protótipos das soluções de forma ágil e económica, criando o mínimo necessário para torná-las testáveis. Ao testar os protótipos para validar eventuais suposições, elimina-se o risco e promove-se a obtenção de learnings críticos sobre as soluções – o que tem sucesso e o que fracassa. Com Design Thinking, podemos testar a conveniência (o mercado precisa e deseja?), assim como a viabilidade técnica (conseguimos produzir?) e financeira (como vamos gerar e qual é retorno?) da solução, para que se estabeleça a confiança suficiente para avançar com o desenvolvimento e comercialização.

No momento, o Design Thinking é uma competência-chave para todos os profissionais de organizações dos mais variados sectores e dimensões. Pode ajudar os profissionais de marketing, equipas corporativas, startups e líderes em todos os níveis a usar metodologias baseadas em design para navegar, sobreviver e, acima de tudo, prosperar no ambiente actual, sem perder de vista o futuro que se seguirá.

Artigo de Opinião em: Marketeer. | Texto de Gabriel Augusto.

AO blog post hor Marketeer1 #FLAGvox | "Todos os negócios terão de se ajustar ao novo contexto e sair da sua zona de conforto"

#FLAGvox | “Todos os negócios terão de se ajustar ao novo contexto e sair da sua zona de conforto”

Não há dúvidas sobre o impacto da pandemia nas mais variadas áreas, mas será possível identificar tendências e começar a preparar os próximos tempos no meio de tanta incerteza? É a pensar nesta potencial dificuldade das marcas que a FLAG lança um ebook gratuito sobre as tendências de marketing para 2021.

Com base nos novos comportamentos e nos hábitos que passaram a fazer parte do dia-a-dia dos consumidores, a escola de formação especializada pediu ajuda a vários especialistas para desenhar um guia que reúne todas estas alterações.

Gabriel Augusto, director da FLAG, explica que o ebook é destinado a todos os que tiverem interesse pelo tema e queiram manter-se a par do que está a mudar no Mundo. «Tem informações actuais e contributos úteis, tanto para profissionais de marketing como para responsáveis pela estratégia de negócios», conta.

Em entrevista à Marketeer, Gabriel Augusto sublinha ainda que “adaptabilidade” e “agilidade” são as palavras que mais se destacam em termos de tendências. Mas, atenção, a lógica de “one size fits all” não entra neste manual, ainda que o responsável reconheça a importância de todos os negócios terem a capacidade de sair da zona de conforto.

O que motivou a FLAG a criar um ebook com tendências de acesso gratuito?

Atravessamos um momento de muita incerteza e este ebook surge como uma forma de chamar à atenção para o contributo que o marketing pode ter na vida de profissionais e das empresas, para responder aos desafios que se colocam neste novo contexto. Ao envolvermos mais de uma dezena de formadores nossos que são especialistas em marketing, pretendemos fomentar uma partilha de diferentes pontos de vista que poderá servir de base para outros profissionais.

Numa altura de tanta incerteza, como foram identificadas as tendências?

As tendências foram identificadas com base nos contributos e depoimentos dos formadores da FLAG. Estes são profissionais especialistas nos vários domínios da área de marketing, que desempenham funções nos mais diversos sectores do mercado. Como especialistas “no terreno”, conseguimos recolher um conjunto de insights sobre a actual realidade de empresas e consumidores, sobre os seus objectivos futuros, sobre a evolução do mercado, e deste modo identificar as tendências para 2021.

A quem se dirige este ebook?

Este ebook dirige-se a todos aqueles que tenham interesse em saber mais sobre marketing e estar a par das tendências da área, através dos diferentes pontos de vista de todos os formadores que contribuíram para a sua redacção. O ebook tem informações actuais e contributos úteis, tanto para profissionais de marketing como para responsáveis pela estratégia de negócios.

Não é um relatório de novas funcionalidades que surgiram nas plataformas digitais, nem um manual de implementação passo-a-passo de estratégias pré-definidas. O nosso objectivo foi sistematizar uma partilha de conhecimento e experiência, de profissionais para profissionais.

De todas as tendências identificadas, quais é que se destacam mais?

Pelo momento que passamos, “adaptabilidade” e “agilidade” são provavelmente as palavras que mais se destacaram em termos de tendências. Adaptabilidade, em tempo útil, nos modelos de negócio, na gestão do portefólio de produtos, na forma como o entregamos e divulgamos, na relação com o cliente, e nas mais diversas formas de actuar das organizações, será fundamental para endereçar as novas regras de jogo do mercado. Destaca-se também, obviamente, o digital, cuja importância tem vindo a crescer ano após ano, e ganhou ainda mais relevo no contexto actual assim como o eCommerce.

Quais se adivinham os principais obstáculos ou desafios das marcas na adaptação a estas tendências?

Não acreditamos em tendências “one size fits all” e não é com esse objectivo que desenvolvemos o ebook. Consequentemente, também acreditamos que os obstáculos e desafios são específicos de negócio para negócio, de sector para sector. No entanto, há algo que pode ser generalizado: o reconhecimento de que todos os negócios terão de se ajustar ao novo contexto e sair da sua zona de conforto. Essa adaptabilidade quer-se de forma ágil e exige um conhecimento profundo da audiência, para que as marcas consigam entregar valor (ao nível de produto, serviço, distribuição, comunicação, etc). Será também fundamental um acompanhamento próximo de todos os KPIs associados às estratégias e tácticas implementadas, para agilizar a avaliação e a optimização de investimentos.

Quantas pessoas já descarregaram o ebook? E a quantas gostariam de chegar?

Até à data continuamos a registar novos downloads diariamente, tendo já ultrapassado 3000 desde que iniciámos a sua divulgação. O feedback tem sido bastante positivo e acreditamos que este número não fique por aqui e que continue a aumentar, pelo menos até ao lançamento do próximo ebook que já está a ser “cozinhado”!

Entrevista em: Marketeer. | Texto de Filipa Almeida.

Acede gratuitamente ao eBook FLAG | Tendências de Marketing para 2021:

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