Flag Deals

#FLAG Deals | Cursos com 25% de Desconto! (Maio’22)

Já está disponível a lista de cursos que fazem parte das #FLAGdeals de Maio

Aproveita e increve-te!

Vagas limitadas.

LISBOA + Live-Training

PORTO + Live-Training

post LKD TEDxPorto '22

TEDxPorto ’22

A edição de 2022 da TEDx está mesmo a chegar à Alfândega do Porto, e conta com o apoio oficial da FLAG.

No dia 2 de abril, poderás contar com um incrível painel de oradores capaz de te fazer despertar novas emoções e maneiras de ver o mundo, através de conversas e experiências motivacionais.

Este painel é composto por diversas personali­dades de diferentes áreas, como as ciências, onde se integra Bibi Groot, responsável pelo departamento de ciência comportamental na Four HQ, com o objetivo de ajudar empresas a criar equipas mais inclusivas e diversificadas.

O TEDxPorto ’22 traz consigo uma edição fora da caixa, privilegiando o “inconvencional”, quebrando tabus e com olhos postos no futuro. Pronto para pôr mãos à obra e dar asas à tua criatividade?

Enquanto patrocinador deste evento, a FLAG vai estar a oferecer, em exclusivo, a todos os participantes um webinar na área de Design Thinking, onde irás aprender “a fugir às convenções e usar a colaboração e a criatividade para ter ideias “inconvencionais””.

A FLAG não vai perder este evento. E tu, vais?

Não esperes mais e garante já o teu bilhete em  www.tedxporto.com

Se já tens o teu bilhete, não te esqueças de passar pelo espaço da FLAG, e de aproveitar para te inscreveres no webinar.

flag jobs

#FLAGjobs | Março 2022

Se queres dar um novo rumo à tua vida profissional, consulta as oportunidades dos nossos parceiros.

MANWINWIN – UX/UI Designer

Funções:

  • Planear e implementar novos projetos (APPs, Web & Desktop).
  • Melhorar o design de interfaces existentes.
  • Comunicar com o Tech lead e com o Product Owner para captação de requisitos.
  • Desenvolver requisitos técnicos e comerciais e sempre com foco em fornecer soluções intuitivas e centradas no utilizador.
  • Combinar a criatividade com a consciência dos elementos de design.
  • Crie protótipos para novas ideias de produtos.
  • Testar novas ideias antes de implementar.
  • Conduzir pesquisas contínuas ao comportamento dos utilizadores.

Perfil:

  • 3 a 5 de experiência com provas dadas em projetos entregues e bem aceites pelo cliente final.
  • Mais vocacionado para UI (60-80%) mas com competência em UX (40-20%).
  • Fluente em edição de imagem: Illustrator, Photoshop.
  • Fluente em ferramentas de prototipagem (XD, Figma, etc).
  • Capacidade de conceber interface design para produtos existentes e novos (Desktop, Web, APPs).
  • Experiência de design em Mobile, WEB e Desktop Applications (windows).
  • Experiência e trabalho feito em projetos b2b.
  • Projetos concretos (comprováveis – portfolio) em UI/UX.

Outros detalhes:

  • O candidato será selecionado com base nas hard skills referidas acima, mas as soft skills serão igualmente importantes. Queremos alguém que:
    • Tenha uma boa base nos conhecimentos requeridos e tenha gosto por aprender.
    • Goste de autonomia no trabalho e se sinta bem a trabalhar remotamente (mas tem de estar em Portugal, para nós isso é importante), com um regime de ‘visitas ao escritório’ de, por exemplo, 1 vez por semana ou 1 vez a cada 15 dias.
    • Seja dedicado, tenha gosto e tenha brio no trabalho que faz.
    • Que tenha o mindset que nós temos na nossa empresa: a empresa e o trabalho não são o mais importante, temos todos uma vida fora da empresa e isso está sempre em primeiro lugar. Aqui ninguém trabalha aos fins-de-semana, fora de horas ou num ambiente de tremendo stress.
    • Queira aprender e saber mais sobre novos temas.
    • Haverá muita formação aos nossos programadores paga pela empresa.

Candidatura: Envia um email com o CV actualizado para jcasimiro@navaltik.com .


HIPOGES – Marketing Analyst Real Estate

Funções:

  • Desenhar, gerir e implementar campanhas de marketing para o departamento de Real Estate.
  • Definir as ações em cada um dos canais da empresa (web, mail, offline, etc.).
  • Em conjunto com o Marketing Manager e a equipa de Marketing Real Estate, assegurar a implementação das estratégias de marketing e supervisionar a sua correta execução.
  • Acompanhar o budget definido para o departamento, alinhado com os objetivos estratégicos definidos.
  • Elaborar relatórios de acompanhamento das ações de marketing semanais, mensais e trimestrais.
  • Fazer análises das ações realizadas e propor melhorias que gerem impacto no número de contactos e vendas.
  • Trabalhar em estreita colaboração com os restantes departamentos da empresa para desenvolver as estratégias definidas.

Perfil:

  • Experiência mínima de 3 anos na área de marketing, preferível no setor imobiliário.
  • Pensamento analítico que permite desenvolver relatórios e deles tirar conclusões, propondo melhorias.
  • Prestar atenção aos detalhes e ter pensamento crítico para propor melhorias e resolver problemas.
  • Capacidade de gerir vários projetos simultaneamente e trabalhar sob pressão.
  • Perfil transversal capaz de comunicar e interagir com os diferentes departamentos da empresa.
  • Nível avançado de Excel.
  • Nível mínimo de inglês B2.
  • Espanhol como língua será valorizado.

Outros detalhes:

  • A Hipoges é uma entidade empregadora que promove oportunidades iguais e mantém um ambiente de trabalho livre de discriminação, onde as pessoas são tratadas com dignidade e respeito. A Hipoges não discrimina candidaturas em função de raça, etnia, nacionalidade, religião, idade, género, orientação sexual, deficiências ou qualquer outra característica protegida pela aplicabilidade da legislação. Aderimos a estes princípios em todas as dimensões da empregabilidade, incluindo recrutamento, contratação, formação, compensação, promoção e benefícios.

Candidatura: Envio de currículos aqui.


COFINA – UX (User Experience)

Funções:

  • Estudar, planear e desenvolver métodos e pesquisa de UX.
  • Implementar uma estratégia de estudos de utilizadores e testes de usabilidade.
  • Analisar e apresentar os resultados de pesquisa para os diversos departamentos.

Perfil:

  • Experiência na definição de estratégia de UX, métodos e implementação em colaboração com outros departamentos.
  • Fortes conhecimentos em UX Research.
  • Fortes conhecimentos em Usabilty Design.
  • Bons conhecimentos de arquitetura de informação.

Outros detalhes:

  • Capacidade de comunicação, apetência para trabalho em equipa e interesse num projecto desafiador, são características que procuramos neste profissional.

Local: Lisboa.

Candidatura: Envio de currículos para recrutamento@cofina.pt.


FCCN – Full Stack Developer

Funções:

  • Desenvolver serviços de multimédia dirigidos para a comunidade académica nacional.
  • Desenvolvimento e manutenção de plataformas de ensino a distância.
  • Desenvolvimento de websites e aplicações web.
  • Exploração de novas tecnologias de vídeo sobre IP.
  • Desenvolver e manter serviços de webconference, streaming, lecture recording, VoD, Realidade Virtual e Aumentada.

Perfil:

  • Experiência mínima de dois anos em programação e desenvolvimento web.
  • Licenciatura (pré-bolonha) ou Mestrado (pós-bolonha) na área de informática.
  • Desenvolvimento Web (HTML5, CSS).
  • Linguagens de programação: Ruby on Rails, PHP, JavaScript (React).
  • Bases de dados: MYSQL.
  • Design UX/UI.
  • Administração de sistemas.
  • Ferramentas de Gestão e Automação (Ansible, Docker, Jenkins).
  • WebRTC, Solr, Redis, FFMPEG, Moodle (LTI), Video.js.
  • Capacidade de Atualização Técnica.
  • Capacidade de Planeamento.
  • Capacidade de Execução.
  • Capacidade de Organização.
  • Capacidade de Análise (sistematização).
  • Rigor / Atenção ao Detalhe.
  • Autonomia na execução de tarefas.

Outros detalhes:

  • Integração numa equipa jovem e dinâmica.
  • Formação contínua, auxiliando também na criação de conteúdos para formar terceiros.
  • Bom ambiente de trabalho, com acesso a um Campus acolhedor e bem localizado em Lisboa.
  • Interação com outras equipas quer a nível nacional quer internacional.
  • Flexibilidade de horário de trabalho.
  • Gestão por objetivos.

Candidatura: Envio de currículos para beatriz.dias@fccn.pt .


DECATHLON – Full Stack Developer (m/f)

Função:

  • Desenvolver aplicações que permitam impulsionar a eficiência das nossas equipas.
  • Manter e desenvolver novas funcionalidades sempre que for pertinente.
  • Formar os utilizadores nas diferentes plataformas.
  • Garantir que os pressupostos de segurança são garantidos de forma contínua.
  • Apoiar diferentes departamentos no desenvolvimento de outras aplicações que sejam concebidas por parceiros externos.

Perfil:

  • Conhecimentos de PHP (Laravel), SQL, HTML, CSS, Javascript, (Docker e Kubernetes preferencialmente).
  • Apaixonado por programação e problem-solving.
  • Autodidata e curioso.
  • Organizado e Responsável.
  • Pró-ativo e autónomo.
  • Bons conhecimentos de Inglês.
  • Desportista praticante e/ou apaixonado pelo seu desporto.
  • Perfil Júnior.

Outros detalhes:

  • Integração em equipa jovem, dinâmica e informal.
  • Remuneração fixa + variável.
  • Projetos transversais que vão para além da função do dia-a-dia.
  • Processo de revisão salarial anual individualizada com base no mérito e potencial.
  • Contrato sem termo (efetivo), seguro de saúde e seguro de vida.
  • Acionariado, possibilidade de ser acionista da empresa.
  • Carteira de benefícios económicos e comerciais com mais de 1000 parceiros.

Local: Amadora, Lisboa

Candidatura: Envio de currículos a partir daqui.

Flag Deals

#FLAG Deals | Cursos com 25% de Desconto! (Março’22)

No mês de Março temos novos cursos em que te poderás inscrever com 25% de desconto!

Todas estas edições são possíveis em formato online.

Vagas limitadas.

LISBOA + Live-Training

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AO blog post hor Marketeer4 #FLAGvox | "Sou do tempo… Vamos ser do tempo…"

#FLAGvox | “Sou do tempo… Vamos ser do tempo…”

«Espero um dia poder dizer que fui do tempo em que as empresas aprenderam verdadeiramente a ouvir, ler e interpretar as suas audiências», conta Ana Lima, formadora da FLAG, num artigo de opinião escrito para a Revista Marketeer.

Gosto muito da expressão “sou do tempo”. Porque nos lembra o que já fizemos, o que já vivemos, as experiências que nos fazem ser. E, sim, já sou do tempo de algumas coisas. Sou do tempo do fax, do telex e da internet a fazer barulho a ligar. Sou do tempo do jornal em papel e das cartas dos leitores que eram mesmo cartas.

Mas também sou do tempo da revolução da internet e da mudança para uma conexão global e constante. Também sou do tempo do conteúdo digital e das redes sociais em massa.

A verdade é que daqui a uns anos (não muitos), acredito que vamos dizer que fomos do tempo da verdadeira revolução digital. Também que fomos do tempo da pandemia, das máscaras, do isolamento e do tempo em que distância social não era uma expressão anormal como deveria ser. Mas, acima de tudo, que assistimos à explosão digital das empresas, forçadas a sobreviver em circunstâncias peculiares. Assistimos também ao surgimento de novos negócios, novas empresas, novos empreendedores, novos corajosos sobreviventes digitais.

Também fomos do tempo da criação de novos públicos, novas audiências digitais que até aqui nunca foram e nunca pensaram ser. Novos consumidores digitais, com diferentes regras e, acima de tudo, diferentes expectativas. Mudam as jornadas, os pontos de contacto e as regras de comunicação.

O próximo tempo é, por isso, tempo de mudança sem paradoxo. Mas o que já era muito importante tornou-se vital: análise, métricas e acompanhamento constante destas audiências que nos dizem tudo, só precisamos de estar atentos.

As empresas dedicadas exclusivamente ao marketing digital já o fazem, e bem, há muito tempo, mas em todos os outros negócios percebemos alguma dificuldade de interpretação dos dados. Quem lida diariamente com empresas de diferentes tamanhos, formatos, idades e rentabilidades, percebe que em todas há uma questão comum: as falsas expectativas. Acreditam, de alguma forma, que o digital é solução sem grande esforço e sem grande investimento e têm uma grande desilusão quando percebem que é possível, sim, mas com tempo para análise, investimento e trabalho árduo.

Será também o tempo de trazer o consumidor para os nossos espaços. Não é por acaso que o user generated content é já uma das tendências mais estudadas e investigadas dentro desta área. É, quando bem feita, uma estratégia vencedora.

Espero, por isso, um dia poder dizer que fui do tempo em que as empresas aprenderam verdadeiramente a ouvir, ler e interpretar as suas audiências, sabendo assim a forma certa de chegar até essas mesmas audiências, com conteúdo pertinente, abordagens certeiras e vendas relevantes para todos.

Artigo de opinião em: Marketeer. | Texto de: Ana Lima.

Flag Deals

#FLAG Deals | Cursos com 25% de Desconto! (Janeiro’22)

Novo ano e uma nova seleção de cursos, nos quais te poderás inscrever, com 25% de desconto!

Todas as edições são possíveis em formato online.

Vagas limitadas!

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#FLAGjobs | Janeiro 2022

À procura de uma nova oportunidade de carreira?
Consulta as ofertas dos nossos parceiros:

Happen – Creative Solutions Social Media Manager

Função:

  • Desenvolvimento de estratégias, gestão de redes sociais e coordenação de projetos no âmbito digital;
  • Criação de conteúdos / copywriting para redes sociais e outras campanhas em media digital;
  • Análise de dados, métricas e desenvolvimento de relatórios;
  • Contacto com clientes.

Requisitos:

  • Formação superior na área de Comunicação, Marketing, Publicidade ou semelhante;
  • 2 anos ou mais de experiência em funções similares;
  • Conhecimentos sólidos de Gestão de Redes Sociais (Facebook, Instagram, Linkedin, entre outras);
  • Competências de escrita criativa;
  • Facilidade de comunicação e de relacionamento interpessoal;
  • Domínio do inglês, falado e escrito (preferencial).

Outras competências:

  • Criatividade e versatilidade;
  • Dinamismo e proatividade;
  • Sentido de responsabilidade e autonomia;
  • Consciência crítica e capacidade de autoanálise;
  • Rigor e capacidade de organização;
  • Capacidade de trabalhar sob pressão e cumprir prazos apertados:
  • Gosto pelo trabalho em equipa.

Candidatura: Envio de currículos para o email candidaturas@happen.pt


A Happen – Creative Solutions Copywriter Júnior

Função:

  • Criação de conceitos e conteúdos diversificados para campanhas e ativações de marca on e offline, em diferentes registos e plataformas.

Perfil:

  • Formação superior na área de Comunicação, Marketing, Publicidade ou semelhante;
  • Excelente domínio da língua portuguesa;
  • Excelente capacidade de comunicação escrita;
  • Interesse pela área da comunicação, marketing, publicidade, redes sociais.
  • Capacidade de trabalhar sob pressão e cumprir prazos apertados.
  • Domínio da língua inglesa (preferencial).

Outras competências:

  • Criatividade e versatilidade;
  • Dinamismo e proatividade;
  • Sentido de responsabilidade e autonomia;
  • Consciência crítica e capacidade de autoanálise;
  • Rigor e capacidade de organização; – Gosto pelo trabalho em equipa 

Candidatura: Envio de candidaturas e outras informações em candidaturas@happen.pt


Norauto – Gestor de Produto

Função:

  • Definição da gama de produtos e política comercial associada;
  • Estudos do mercado e concorrência;
  • Garantir o dinamismo dos planos de vendas;
  • Garantir a rentabilidade, o seguimento das vendas e o ciclo de vida dos produtos;
  • Forecast/Previsões;
  • Gestão do Preço de Compra/do PVP e dos seus diferentes níveis de margens;
  • Negociação com os fornecedores locais.

Requisitos:

  • Formação superior na área de Gestão/Marketing ou similar;
  • Experiência prévia de 3 anos na área de Retalho/Gestão de Produto (preferencial);
  • Conhecimentos e Experiência no setor de grande consumo/distribuição ou setor automóvel (preferencial);
  • Sentido de responsabilidade e autonomia;
  • Disponibilidade para deslocações (a nível nacional e internacional);
  • Bons Conhecimentos da Língua Francesa e Inglesa.

Condições:

  • Formação e perspetivas de desenvolvimento numa empresa multinacional, sólida no mercado e em expansão.
  • Um espírito de equipa incrível e valorização das suas ideias, assente num ambiente de gestão colaborativa.
  • Seguros de vida e de saúde, prémios, entre outras regalias.

Local de trabalho: Sede da Norauto em Alfragide.

Candidatura: Envio de candidaturas e outras informações aqui.


Easyfinance, Lda. – Web Designer

Função:

  • Colaborar com o responsável de marketing digital, gestor de conteúdos, front end web developer, programador e partes interessadas multifuncionais para entender os requisitos e fornecer soluções criativas e ponderadas.
  • Desenvolver storyboards de alto nível e / ou detalhados, maquetes e protótipos para comunicar com eficácia a interação e as ideias de design.
  • Ajudar a definir e evoluir o nosso design e direção criativa.
  • Desenvolvimento e produção de conteúdo digital para sites, blogs e redes sociais.
  • Gerir o feedback em busca de resultados de design significativos em todas as plataformas que utilizamos.
  • Avalie a usabilidade e navegabilidade do site e de outras plataformas novas e existentes e faça sugestões construtivas para mudanças.
  • Auxiliar na produção de recursos multimídia (vídeos, podcasts, etc).

Requisitos:

  • Bacharelado em Design, uma numa área relacionada, ou experiência prática equivalente 1 ano de experiência como designer visual.
  • Experiência com ferramentas de design padrão da indústria (por exemplo, Photoshop, Adobe Illustrator, Adobe XD, Indesign, etc.).
  • Um portfólio de design que demonstre princípios de design para plataformas web e mobile.
  • Qualificações preferenciais: Experiência em trabalhar com tecnologias baseadas na web ou mobile, como HTML, CSS, JavaScript, Android Studio, XCode, etc; Conhecimento do sistema de gerenciamento de conteúdo WordPress ou CMS similares; Noções de SEO; Experiência de trabalho demonstrada na produção de conteúdo para redes sociais (ou seja, projetos pessoais, projetos académicos, projetos voluntários, etc.); Excelentes capacidades de comunicação e colaboração; Estilo de design claro, arrojado e acessível.

Condições:

  • Full-time.

Local de trabalho: Paço de Arcos.

Candidatura: Envio de candidaturas e outras informações catarina.escudeiro@e-loan.pt.


Fitness Academy – Community Manager

Função:

  • Apoio ao cliente, respondendo a perguntas via telefone, email, redes sociais e/ ou outro meio de comunicação.
  • Redação de artigos para blog, newsletters e materiais de comunicação para redes sociais;
  • Criar, gerir e aumentar a presença da empresa através de plataformas online, estrategicamente relevantes (Facebook, Instagram, LinkedIn)
  • Análise estatística das plataformas digitais da empresa, recorrendo a ferramentas como o Google Analytics, Facebook Analytics, Instagram Analytics e, continuamente, incrementar estratégias para melhorar os resultados obtidos.
  • Receber feedback e mensagens dos clientes e responder às mesmas, garantindo o esclarecimento e satisfação dos clientes e seguidores;
  • Pesquisa de tópicos relacionados com o sector;
  • Escrever textos de marketing claros de forma a promover produtos / serviços;
  • Planear e escrever sequências de nutrição e conexão com clientes e seguidores;
  • Planear conteúdos para as diferentes redes sociais;
  • Identificar as necessidades e lacunas dos clientes no seu conteúdo e recomendação/ sugestão de novos tópicos / ideias
  • Analisar as estatísticas de alcance, interação e eficácia das comunicações enviadas, utilizando ferramentas adequadas
  • Planear iniciativas para melhorar os resultados obtidos

Requisitos:

  • Recém licenciado(a) em Marketing ou similar.
  • Conhecimentos de marketing digital, sobretudo redes sociais e escrita para web
  • Capacidade de empatia e de escuta ativa
  • Capacidade de comunicação com públicos de diferentes faixas etárias
  • Forte sentido de responsabilidade, organização, rigor e qualidade do trabalho;
  • Iniciativa, proatividade e dinamismo;
  • Bom domínio de informática na ótica do utilizador;
  • Residência na área da grande Lisboa;
  • Viatura própria e carta de condução.

Condições:

  • Integração numa empresa em crescimento;
  • Oportunidade de integração numa equipa dinâmica onde se valoriza o desenvolvimento profissional e pessoal;
  • Remuneração compatível com a função e experiência demonstrada (vencimento base + subsídio de alimentação);
  • Contrato de trabalho a tempo inteiro;
  • Envolvimento em projectos desafiantes e motivadores.

Local de trabalho: Paço de Arcos.

Candidatura: Para concorreres a esta vaga deverás enviar a tua candidatura para o email recursos.humanos@grupo-academy.pt, anexando ao email o teu curriculum atualizado e a carta de motivação.


Fitness Academy – Web Designer

Função:

  • Executar todas as etapas do design visual, desde o conceito inicial até à fase de desenvolvimento;
  • Conceptualizar ideias de website originais, criando ferramentas que fomentem a simplicidade e facilidade de uso, tendo em conta os princípios de UI/UX e design de conversão;
  • Criar wireframes, storyboards, fluxos de usuários, fluxos de processos e mapas do website para comunicar ideias de interação e design;
  •  Identificar requisitos para construção de sites e outros peças web;
  • Criação de peças de design gráfico, tais como social media posts, brochuras e outro material publicitário;
  • Estabelecer e promover diretrizes de design, melhores práticas e padrões a serem utilizados pela equipa.

Requisitos:

  • Experiência comprovada de, no mínimo, 3 anos;
  • Conhecimento em desenvolvimento de websites e outras peças de web design em wordpress, tendo em conta noções de mobile friendly, user interface, totalmente funcionais;
  • Domínio de construção de sites em WordPress através da utilização de page builders, tais como Elementor;
  • Domínio de ferramentas de Indesign, Photoshop, Illustrator e Sketch;
  • Sugerir novas atualizações de forma a promover a melhoria de navegação e operação dos sites;
  • Conhecimentos e experiência a construir páginas web através de page builders são uma mais valia;
  • Estar em constante actualização em conformidade com os desenvolvimentos da indústria;
  • Formação superior em Web Design / Design de Comunicação, Multimédia ou similares;
  • Habilidade criativa, versatilidade, capacidade visual, originalidade e espírito crítico
  • Capacidade para interagir, comunicar e apresentar ideias
  • Forte gestão do tempo e prioridades
  • Elevado sentido de responsabilidade, proatividade e espírito de iniciativa;
  • Organização e atenção ao detalhe;
  • Capacidade para realizar trabalho autonomamente, sem supervisão directa;
  • Disponibilidade imediata.

Condições:

  • Integração numa empresa em crescimento;
  • Oportunidade de integração numa equipa dinâmica onde se valoriza o desenvolvimento profissional e pessoal;
  • Remuneração compatível com a função e experiência demonstrada (vencimento base + subsídio de alimentação);
  • Contrato de trabalho a tempo inteiro;
  • Envolvimento em projectos desafiantes e motivadores.

Candidatura: Para concorreres a esta vaga deverás enviar a tua candidatura para o email recursos.humanos@grupo-academy.pt, anexando ao email o teu curriculum atualizado e a carta de motivação.

agenda flagtalks #FLAGtalks Agenda Janeiro'22

#FLAGtalks Agenda Janeiro’22

As #FLAGtalks de Janeiro já estão agendadas, por isso, está na hora de decidires quais as que vais querer assistir e, marcá-las na tua agenda:

Contamos contigo!

AO blog post hor JE #FLAGvox | "FLAG lança e-book gratuito sobre novas profissões digitais"

#FLAGvox | “FLAG lança e-book gratuito sobre novas profissões digitais”

Ricardo Costa, UX Designer na Critical Techworks e formador FLAG, autor do e-book, explica ao Jornal Económico o que faz o UI/UX Designer e onde estão as oportunidades de trabalho para os profissionais com esta especialidade.

O que faz o UX designer e o UI designer? A empresa FLAG colocou no mercado um e-book gratuito para todos os que querem saber. A empresa tinha anteriormente lançado um e-book sobre as Tendências do Marketing para 2021. Ricardo Costa, UX Designer na Critical Techworks e formador FLAG, fala-nos do UX/UI Design, uma área em constante evolução.

As áreas de User Interface e User Experience design têm ganho cada vez mais notoriedade mas, o que significa, na verdade, cada uma delas? Estão interligadas?

De uma forma muito genérica, UI (em português, interface do utilizador) design concentra-se na aparência do produto e na interação, enquanto que o UX (em português, experiência do utilizador) design foca-se mais no percurso que o utilizador realiza e nas emoções que sente ao longo da sua experiência com o produto. Costumo utilizar o exemplo da Ponte D. Luís no Porto, em que a estrutura da ponte, os seus parafusos, as vigas, a estrada são a interface (UI), enquanto que atravessar a ponte, a sensação do vento ou a vista, são a emoção que a experiência (UX) nos proporciona. Se está a começar na área, é importante compreender que UI e UX estão sempre ligados num produto digital e não existe um produto digital apenas com um destes conceitos. Vale a pena salientar que estes dois campos são bastante amplos e estão em constante evolução.

E o UI Design, o que é?

User Interface Design é o processo de criação de interfaces digitais funcionais, focado na aparência ou estilo, que vai permitir ao utilizador navegar de forma intuitiva durante a sua jornada, para cumprir o seu objetivo.

Na prática, o que faz um UI Designer?

O UI Designer desenha o layout que irá comunicar visualmente a experiência que o utilizador vai ter para realizar as suas tarefas. Cria a tipografia, ícones, esquema de cores e outros elementos interativos que vão solucionar diretamente os problemas de interação no produto. É essencial que o UI Designer garanta que o utilizador consegue interagir com o produto de uma forma intuitiva e eficiente sem nenhuma distração, focando-se na consistência de elementos e comportamentos e na clareza e valor do conteúdo. É importante salientar também que UI e UX não trabalham apenas no que é visual. As Interfaces de Voz (VUI) têm sido também um campo em forte evolução, onde o UI e UX Designer pode também trabalhar na criação dos fluxos e interfaces de voz, como por exemplo os assistentes virtuais Alexa, Siri, OK Google.

Falemos da UX Design. No que consiste?

User Experience Design foca-se em projetar a relação de um utilizador à medida que ele executa um determinado conjunto de tarefas, que influenciam a compreensão de um produto/serviço como um todo. Quando não existe preocupação com a experiência de um produto, é comum acontecerem algumas situações em que o utilizador sente que a aplicação é muito difícil de utilizar, como por exemplo, não conseguir finalizar um pagamento numa loja online, acabando por causar alguma frustração.

O que faz um UX Designer?

O UX Designer deve preocupar-se sempre com os utilizadores que vão usar o produto, logo é importante pesquisar mais sobre a audiência e quais as suas necessidades. Deve ser um solucionador de problemas, ter boa comunicação e persuasão uma vez que estará muito em contacto com os utilizadores e business stakeholders para apresentar os seus designs. Ser apaixonado por design também é essencial, bem como ter um bom senso de conhecimento de modelos mentais e capacidade de traduzi-los em interfaces de utilizador com as quais estes se possam relacionar facilmente. Com efeito, a atenção ao detalhe desde o processo de pesquisa até às mockups é outro aspeto muito importante no trabalho de um UX Designer.

Há muitas empresas a recrutar nesta área?

A área tem vindo a crescer e a procura é cada vez maior. As grandes empresas com espírito disruptivo e inovador estão à frente do mercado por um motivo: elas estão sempre à procura de novas e melhores formas de conquistar os seus utilizadores e clientes. E uma das melhores formas é colocar o utilizador no centro do seu processo, preocupando-se com as necessidades dele. Desta forma, estas empresas munem-se dos melhores profissionais de UI e UX que possam garantir a melhor qualidade na criação destes produtos para os seus clientes. O sucesso destas empresas tem vindo a funcionar como modelo para que outras empresas olhem para o profissional de UI e UX como um investimento que trará melhor eficiência aos seus produtos e satisfação aos clientes.

Onde é que uma pessoa com competências nesta área pode trabalhar?

A pandemia trouxe um novo paradigma à forma como trabalhamos, tornando o trabalho remoto uma realidade, potencializando as oportunidades nesta área. Podemos estar a viver em Portugal e trabalhar para uma empresa que tenha sede noutro país. Esta nova forma de trabalhar acelerou a transformação digital de muitas empresas, criando ainda mais espaço para UI e UX Designers. Uma pessoa com competências nestas áreas pode trabalhar no setor de IT de empresas de desenvolvimento de softwares, startups, consultorias, entre outras que desenvolvam produtos digitais. Pode também trabalhar em agências que tenham departamentos com produtos digitais e web. Remotamente, como mencionei anteriormente e também como freelancer.

Para terminar, ao examinar todos os aspetos do seu produto/serviço de forma aberta e honesta, irá obter uma ideia muito melhor de como é a experiência do utilizador atual, mas também terá a análise do que pode ser capaz de fazer para melhorar a experiência do utilizador. Partilho algumas questões: Como poderia fazer o seu utilizador sentir-se melhor ao usar o seu produto/serviço? O que poderia fazer para tornar isso mais fácil ou simples para o utilizador? Como poderia aumentar a utilidade do seu produto/serviço para o utilizador? O que poderia fazer para tornar os resultados da experiência do utilizador mais impactantes e agregar mais valor para eles?

Entrevista em: Jornal Económico.

Acede gratuitamente ao eBook FLAG | UX/UI Design:

FLAG_ebook_uxui
AO blog post hor Marketeer3 #FLAGvox | "É impossível falar de transformação tecnológica sem UX/UI Design"

#FLAGvox | “É impossível falar de transformação tecnológica sem UX/UI Design”

O que é o UX Design? E o UI Design? Vivem um sem o outro? É a estas e outras questões que o novo e-book gratuito da FLAG responde, ajudando a desenvolver as competências daqueles que querem saber mais sobre a experiência do utilizador com softwares.

Gabriel Augusto, director da escola de marketing, refere, em entrevista à Marketeer, que esta é uma das «áreas emergentes da actualidade com crescente procura por parte das empresas, tanto em Portugal, como no estrangeiro». Por isso mesmo, decidiram disponibilizar sem custos este livro digital, para «sistematizar a partilha de conhecimento e experiência, de profissionais para profissionais ou interessados na área».

Embora seja gratuito e explique as bases da área, o “UX/UI Design” não é um ‘guia para totós’. Tem como propósito ajudar quem quer saber quais as skills a desenvolver para se especializar em UX/UI Design e para quem está a dar os primeiros passos na área. Sendo uma vertente em ascensão, são ainda muitas as dúvidas sobre o que é User Experience e User Interface e como estes se relacionam entre si, logo a FLAG decidiu pôr mãos à obra e, com a ajuda de especialistas no mercado, recolheu informações úteis sobre um tema cada vez mais relevante no mundo digital.

De facto, «é impossível falar de transformação tecnológica sem [passar] pelo UX/UI Design», atesta Gabriel Augusto. «No nosso quotidiano não temos essa consciência, mas o mundo digital que nos rodeia só é possível graças ao design com foco na interface e na experiência do utilizador. Basta pensarmos na evolução desde o primeiro computador, que tinha a dimensão de uma sala, para os portáteis actuais que se transportam facilmente. Sem a utilização do UX/UI Design, existiria uma realidade muito diferente daquela que conhecemos hoje.»

Mas afinal o que é o UX/UI Design? O director da FLAG explica: «De uma forma breve, podemos dizer que UI Design (User Interface Design) se centra na aparência do produto e na interacção do utilizador com este. O UX Design (User Experience Design) está focado no percurso que o utilizador faz e nas emoções que sente ao longo da sua experiência.»

E de que forma as marcas podem beneficiar destes campos? Segundo Gabriel Augusto, «nunca, como agora, as marcas se preocuparam tanto com a experiência dos seus clientes na compra dos seus produtos, assim, como com a opinião do seu público sobre a própria marca». Desta forma, «criar uma imagem positiva para os clientes é essencial e é um factor decisivo no momento de escolher entre uma marca ou o seu concorrente».

Gabriel Augusto explica ainda que o UX/UI Design surge como «uma forma de marcar uma posição de destaque ao procurar resolver as necessidades dos clientes e, ao mesmo tempo, poupar tempo e recursos à empresa». É uma ferramenta que proporciona pesquisa e planeamento e, ainda, testes de usabilidade, permitindo que os produtos – desenvolvidos com foco nas pessoas – não necessitem de alterações acentuadas, tornando-os mais competitivos no mercado e levando a um reflexo positivo directo nos resultados da marca.

Ainda que não seja uma tendência nova, o UX/UI Design está cada vez mais globalizado, com tendência a crescer devido ao trabalho remoto, e este e-book, finaliza Gabriel Augusto, pode ajudar a «alertar para as oportunidades associadas ao UX/UI Design para quem ambiciona entrar nesta área, mesmo que a sua experiência profissional não aparente ter alguma ligação».

Artigo de Opinião em: Marketeer. | Texto de: Beatriz Caetano.

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Os cursos FLAGProfessional são cursos de longa duração, com uma abordagem completa e multidisciplinar de conteúdos. Orientados para o mercado profissional, estes cursos têm por objetivo dotar os participantes dos conhecimentos técnicos e teóricos para o desenvolvimento das competências profissionais, através de módulos de formação destinados à utilização de ferramentas específicas, workshops e sessões teóricas complementares. No final dos cursos os alunos com avaliação superior a 16 valores têm a possibilidade de integração em empresas parceiras da FLAG, para estágio.

AO blog post hor EAM #FLAGvox | "Não. Isto não são só profissões de homens"

#FLAGvox | “Não. Isto não são só profissões de homens”

Um artigo escrito por várias formadoras da FLAG, uma escola especializada em Design, Criatividade e Comunicação, sobre cursos e profissões que ainda são vistos apenas para homens.

A tecnologia mudou a forma como víamos o mundo, e não só. A par dos avanços tecnológicos temos assistido também a uma mudança de mentalidades.

“A Internet e a democratização no acesso à informação foi um motor muito grande de mudança. E se há uns anos, para os nossos pais, ser professora, médica ou advogada, era o que nos permitia ter uma vida estável e de sucesso. Hoje, a tecnologia é uma área com mais saídas, oportunidades e estabilidade”, explica Sofia Santos Rafael, Senior Manager | Digital Projects & eCommerce Team @ Marketing Dptm na Stricker e formadora FLAG.

Da mesma opinião é Marisa Loureiro, formadora FLAG na área de UX/UI Designer, ao afirmar que o mercado da tecnologia tem-se transformado e crescido ao longo dos tempos: “O avanço da tecnologia e o rumo das coisas, cada vez mais viradas para o digital, também ajudaram a um maior crescimento desta área”.

Ainda há bem pouco tempo, entre os anos 90 e 2000, as profissões tecnológicas eram desempenhadas por mais homens do que mulheres. “Às mulheres estavam reservadas funções ‘satélite’, como secretária, assistente, administrativa e outras que tais. Raríssimas eram as mulheres que ocupavam um cargo mais técnico”, conta Teresa Gaudêncio Santos, “T-Shaped” Marketer, Consultora e Formadora FLAG, ao relembrar a experiência que viveu no início da sua carreira.

No entanto, esta mentalidade tem vindo a mudar e, apesar de ainda existir muito por fazer ao nível da igualdade de oportunidades de emprego, temos assistido a grandes transformações, nomeadamente no mercado tecnológico: palco de revelação onde cada vez mais vozes femininas se têm feito ouvir.

Atualmente, vemos em muitas empresas mulheres com cargos de liderança. Contudo, como bem sabemos, nem sempre foi assim…

Vanessa Arlandis, Online Director na Moviflor e Formadora FLAG, acha que esta mudança de ‘chip’ foi “bidirecional”: “não foram só as mulheres que revelaram mais interesse por estas matérias, mas também as empresas que começaram a valorizar mais o trabalho das mulheres dentro destas áreas que eram, predominantemente, ocupadas por homens. A tecnologia sempre foi muito exigente para quem trabalha nessas áreas e, talvez por isso, as mulheres não tinham lugar dentro das empresas, uma vez que sempre foram vistas como pouco disponíveis devido à conciliação com a vida pessoal. (…) A mudança cultural dentro das empresas onde, cada vez, mais se valoriza o ‘match’ entre a vida profissional e pessoal, levou a que não só mais mulheres vissem aqui uma oportunidade de fazerem aquilo que gostam e perceber que teriam essa possibilidade, assim como as empresas conseguiram detetar as vantagens de ter equipas mistas”.

Não é que exista “uma conspiração deliberada contra as mulheres” como diz Margo Pinto, Diretora de Data Insights & Estratégia na SA365 e formadora FLAG, mas é evidente que “precisamos de mais profissionais femininas nas áreas tecnológicas, para que não continuemos a considerar o sujeito mais comum de análise atual – human standard – que é, na verdade, men standard. (…) Sermos mais mulheres a trabalhar na área de Data & Insights não é só uma questão moral e ética. É uma questão científica, económica e tecnológica. É a única forma de desenvolver inovação”.

Na área tecnológica temos profissões “de” pessoas, desempenhadas por indivíduos, independentemente do seu género, como indica Teresa: “tudo se resume a isto: não são profissões de homens ou de mulheres (…) são profissões de pessoas. De pessoas metódicas e organizadas, com capacidades de trabalhar em multitarefa, de correlacionar temas. De encontrar soluções rápidas; de pessoas criativas, que querem resolver problemas quotidianos, inovar, descobrir, aprender e aplicar. Ora, tudo isto são características pessoais… não características exclusivas de homens ou de mulheres”.

Ana Maria Lima, Consultora e Estratega de Marketing de Conteúdo e SEO e formadora FLAG partilha da mesma opinião: “No Marketing Digital são muito importantes capacidades empáticas, capacidades de análise de perfis, experiências empíricas, conhecimentos que ultrapassam a técnica (…), o que conta é a capacidade de aprender e apreender, relacionar experiências e aplicar conhecimento. O género conta zero”.

Vera Maia, CEO na Shaeco e na Tudo Sobre eCommerce, e formadora FLAG, acrescenta: “não acredito que existam profissões para homens ou para mulheres. Mesmo aquelas que envolvem maior força física. As mulheres estão em maior número nas universidades e ocupam, cada vez mais, cargos de chefia. Qualquer mulher pode decidir estudar em qualquer área ou fazer uma mudança de carreira aos 50 anos”.

Se alguma vez estas profissionais sentiram preconceito de trabalhar numa empresa tecnológica onde existem mais homens do que mulheres? Algumas sim, outras nem por isso: “Senti sempre algumas dificuldades na relação de alguns homens com mulheres capazes, líderes e com mais potencial” partilha Ana; “há uns anos atrás ainda me deparei com reações condescendentes ou preconceituosas” sentiu Sofia; “não darem voz, não valorizarem o trabalho da mulher ou insinuarem que não pode evoluir mais na empresa em que está a trabalhar porque os postos de liderança não são para mulheres” conta Vanessa; “infelizes e comuns entrevistas de trabalho onde me perguntaram qual a profissão dos meus pais e se eu tinha namorado, ou o clássico ‘pensa vir a ter filhos?’…” desabada Margo. São vários os testemunhos destas profissionais do mundo digital.

Mas será que se deixaram intimidar por estas situações?
Não. São mulheres que se “impuseram”, “falaram a linguagem dos homens”, que mostraram que também entendiam da área”. Que hoje são recebidas com entusiasmo e como iguais nas suas áreas profissionais, e conseguiram fazer o seu percurso de crescimento profissional.

Sigam o conselho da Vanessa: “Mulheres, sem medo. Façam aquilo que gostam, estudem, adquiram experiência, e deixem que o vosso trabalho fale por vocês. Acreditem que as empresas querem pessoas com valor, seja qual for o seu género. A tecnologia é também uma área de mulheres, com cada vez mais mulheres no ativo e onde são cada vez mais reconhecidas no mercado (…) cada conquista é gratificante e porta aberta a várias mulheres”. E lembrem-se que ao contribuírem para “esta representatividade das mulheres nas áreas tecnológicas, sobretudo em posições de decisão, estão a aumentar as oportunidades de entrada profissional de outras mulheres, bem como, consequentemente, a aumentar a riqueza de perspetiva e diminuir o risco de perpetuar tendências de género” alerta Margo.

Artigo de Opinião em: Economia a Minuto.