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A FLAG promove a Capacitação Digital com o Cheque-Formação + Digital

Na FLAG estamos alinhados com o Cheque-Formação + Digital, apoiando assim a capacitação de profissionais para o mercado de trabalho digital.

Este programa, lançado pelo Governo Português em colaboração com o Instituto do Emprego e Formação Digital (IEFP), tem como objetivo impulsionar o desenvolvimento das competências e qualificações digitais dos trabalhadores. Através do aprimoramento das competências no campo digital, esta iniciativa visa promover a estabilidade no emprego, a progressão na carreira, a melhoria das qualificações e a empregabilidade da população, preparando-a para as mudanças que a revolução digital já trouxe e continuará a trazer em todos os setores de atividade.

Este apoio está disponível até dia 30 de junho de 2026, tanto para trabalhadores por conta de outrem quanto para trabalhadores independentes com rendimentos empresariais ou profissionais, bem como empresários em nome individual e sócios de sociedades unipessoais. Cada trabalhador poderá beneficiar de um subsídio máximo de 750€, independentemente do número de formações realizadas e da modalidade da formação (presencial ou online).

“Num ambiente digital em constante evolução, a FLAG assume o compromisso de equipar os profissionais com as habilidades digitais fundamentais necessárias para se destacarem no mercado de trabalho. Com o programa Cheque-Formação + Digital, todos os interessados têm agora uma motivação extra para investir nas suas competências digitais, e reforçarem o seu currículo para enfrentar as mudanças que se avizinham. A FLAG posiciona-se deste modo, como o parceiro de confiança, sólido e com experiência que o poderá acompanhar nesta jornada de crescimento profissional, através de uma variedade de cursos perfeitamente adaptados às exigências deste programa”, afirma Gabriel Augusto, Diretor da FLAG.

Como fazer a candidatura ao Cheque-Formação + Digital?

1. Escolhe o teu curso

A FLAG, enquanto entidade de formação amplamente reconhecida e certificada pela DGERT, disponibiliza um amplo portefólio de cursos dentro das áreas que se enquadram com o apoio Cheque-Formação + Digital, tais como Marketing Digital, Programação Web, UX & UI e Inteligência Artificial, entre outras.

2. Reúne a documentação necessária

Organiza todos os documentos de que necessitas para te candidatares ao Cheque-Formação + Digital, tais como:

  • Comprovativo IBAN
  • Comprovativo de Não divida SS e AT
  • Declaração compromisso de Honra (Anexo 1)
  • Memória Descritiva (Anexo 2)
  • Documentos relativos à ação formação, que poderás solicitar à FLAG:
      • Anexo 3 (se se tratar de um curso por realizar) ou Anexo 4 (se se tratar de um curso já realizado)

3. Acede ao portal do IEFP

O Cheque-Formação + Digital tem um regime de candidatura aberta. As candidaturas podem ser feitas através de formulário online, disponibilizado no portal  do IEFP.

A tua candidatura vai atravessar dois momentos essenciais: o momento de apresentação de candidatura, em que vais precisar de submeter os documentos listados acima, e a partir desta candidatura existirá um período de 30 dias úteis de avaliação pelo IEFP à mesma. Após esta avaliação, surge então o momento de encerramento de candidatura, onde deverás apresentar o comprovativo de pagamento do curso.

A decisão final de apoio é da exclusiva responsabilidade do IEFP segundo os critérios por eles definidos. A FLAG não tem qualquer influência no processo e não pode garantir o seu resultado positivo.

Se tiveres dúvidas ou precisares de ajuda, a nossa equipa de consultores de formação estará sempre disponível para te ajudar. Podes entrar em contacto connosco através do seguinte email: querosabermais@flag.pt.

AO blog post hor M3 FLAGvox | Inteligência artificial nas organizações: tecnologia ou transformação?

FLAGvox | Inteligência artificial nas organizações: tecnologia ou transformação?

Mais certezas, menos intuições. Isto não significa que a intuição desapareça; significa apenas que esta ganha um aliado de peso que sustenta e valida decisões críticas.

Ainda existe uma ideia muito redutora da inteligência artificial nas organizações. Muitos líderes e gestores continuam a olhar para esta tecnologia apenas como mais uma moda tecnológica, investindo recursos e tempo em soluções avulsas e desarticuladas. E quando assim é, perde-se uma oportunidade única de transformação, colocando-se em risco a sustentabilidade das próprias empresas.

Na realidade, a inteligência artificial está longe de ser apenas uma tecnologia. É, acima de tudo, uma oportunidade para as organizações reverem profundamente a sua forma de pensar, agir e competir. Implementar IA requer, por isso, uma estratégia clara, objetivos bem definidos e uma verdadeira sintonia com a visão e missão da empresa. Sem isso, o que resta é um investimento tecnológico sem retorno evidente.

Uma abordagem estratégica à inteligência artificial garante, em primeiro lugar, um ganho significativo de eficiência. As organizações conseguem otimizar recursos, reduzir custos e canalizar esforços para aquilo que realmente gera valor. Além disso, com IA devidamente alinhada à estratégia da empresa, as decisões passam a ser tomadas com base em dados concretos e relevantes. Mais certezas, menos intuições. Isto não significa que a intuição desapareça; significa apenas que esta ganha um aliado de peso que sustenta e valida decisões críticas.

A inteligência artificial abre ainda portas a uma relação mais próxima com os clientes. Quando as empresas compreendem profundamente o comportamento dos seus clientes através de dados, conseguem personalizar produtos e serviços à medida exata das suas necessidades e desejos. Essa personalização torna-se diferenciadora num mercado cada vez mais competitivo.

Mas desengane-se quem pensa que a IA é um luxo reservado apenas para as grandes corporações com orçamentos milionários. Pequenas e médias empresas têm hoje, mais do que nunca, condições para implementar soluções inteligentes adaptadas às suas dimensões e realidades financeiras. Com soluções escaláveis e ferramentas acessíveis no mercado, também as PME conseguem beneficiar claramente da IA, aumentando a sua eficiência operacional, criando novas oportunidades de negócio e até competindo de forma mais justa com as grandes empresas.

Claro que adotar IA sem uma estratégia pode trazer riscos sérios para qualquer organização. Internamente, a falta de preparação e compreensão gera resistência nas equipas, e essa resistência pode ser um grande entrave ao sucesso. Além disso, há que ter sempre presente os riscos éticos e legais que surgem com o uso inadequado de dados ou algoritmos pouco transparentes. O cumprimento de normativas como o RGPD ou o AI Act europeu é fundamental para não comprometer a credibilidade e reputação das empresas.

Também é preciso ter consciência de que decisões estratégicas tomadas com base em dados incorretos ou enviesados são piores do que decisões tomadas sem dados nenhuns. Por último, e talvez ainda mais importante, projetos de inteligência artificial mal definidos resultam num desperdício significativo de tempo, dinheiro e talento.

A verdade é simples: a inteligência artificial veio para ficar e nenhuma organização se pode dar ao luxo de ficar à margem desta revolução. Mas, para que a aposta resulte, é preciso antes de mais uma estratégia clara, um alinhamento real com a cultura organizacional e uma forte liderança capaz de guiar o processo.

É urgente, por isso, que líderes e gestores parem para refletir: estará a sua organização realmente preparada para adotar a IA de forma estratégica? A resposta a esta questão pode bem definir o futuro da sua empresa.

Artigo de Opinião em: +M | Texto de: Gabriel Augusto

AO blog post hor RHMagazine FLAGvox | Formação especializada não é um custo – é investimento

FLAGvox | Formação especializada não é um custo – é investimento

“Transformámos os desafios de 2024 em oportunidades para inovar e crescer.” É com este espírito otimista que Gabriel Augusto, diretor-geral da FLAG, resume um ano exigente, mas marcado por avanços significativos na estrutura interna e na proposta de valor da marca.

Em entrevista à RHmagazine, o responsável antecipa as prioridades estratégicas para 2025, com foco na personalização da aprendizagem, no crescimento no segmento B2B e no fortalecimento de uma cultura organizacional ágil e orientada para o futuro. “Sentimos que é uma responsabilidade da FLAG garantir a capacitação de toda a equipa, não só em termos técnicos, mas também em termos de mentalidade e atitude para enfrentar esta nova realidade.”

O ano passado foi desafiante para muitas empresas. Como correu para a FLAG? Quais foram os principais marcos da operação no decorrer de 2024 e de que forma é que esses resultados ajudaram a reforçar a estrutura interna?

O ano de 2024 foi exigente, mas o balanço final é positivo para a FLAG. Conseguimos transformar desafios em oportunidades, consolidando a nossa posição como referência na formação especializada. Destaco, em primeiro lugar, a expansão estratégica da oferta formativa em inteligência artificial e a sua aplicação nas mais diversas funções organizacionais. Estes cursos, alinhados com as necessidades emergentes do mercado, tiveram uma adesão significativa e contribuíram fortemente para a nossa atividade e resultados. Em segundo lugar, reforçámos o investimento em inovação pedagógica, que resultou em soluções de formação híbridas mais robustas e um acompanhamento mais personalizado dos nossos formandos. Esta melhoria permitiu-nos aumentar os níveis de satisfação e fidelização dos nossos formandos, com impacto direto também no reforço das competências internas das nossas equipas. Por último, lançámos iniciativas focadas na cultura organizacional e no desenvolvimento dos nossos colaboradores, como programas internos de formação contínua e workshops colaborativos sobre gestão da mudança e transformação digital. Estas ações promoveram uma estrutura interna mais coesa, resiliente e ágil, essencial para enfrentar futuros desafios. Estes resultados não só validaram as nossas escolhas estratégicas, como também permitiram reforçar a capacidade interna da FLAG, preparando-nos melhor para o crescimento sustentável e para responder com maior rapidez e eficácia às necessidades do mercado.

Para 2025, que prioridades estratégicas destaca?

Uma das nossas prioridades estratégicas em 2025 está, certamente, relacionada com os esforços com que temos vindo a desenvolver na inovação pedagógica, com novas metodologias e plataformas digitais que reforcem uma experiência formativa ainda mais personalizada e eficiente, promovendo, assim, o retorno do investimento para os nossos clientes e formandos. Outra prioridade reflete-se no reforço das parcerias estratégicas, para ampliar a nossa capacidade de resposta e a diversidade da nossa oferta formativa. Uma das parcerias já estabelecidas no primeiro semestre do ano, com a AI CERTs, reforça o nosso reconhecimento e a credibilidade internacional da nossa oferta formativa no âmbito da inteligência artificial. Destaco também o nosso objetivo em intensificar a aposta na sustentabilidade organizacional, investindo continuamente no desenvolvimento das nossas equipas e na criação de uma cultura interna que valorize a aprendizagem contínua, a adaptabilidade e a colaboração como bases para o crescimento sólido e sustentado. Reconhecemos que o mercado está num momento significativo de mudança, com impacto nas vidas profissionais e pessoais de toda a nossa equipa; sentimos, por isso, que é uma responsabilidade da FLAG garantir a capacitação de toda a equipa, não só em termos técnicos, mas também em termos de mentalidade e atitude para enfrentar esta nova realidade.

Uma das grandes apostas da FLAG para este ano passa pelo reforço do posicionamento no segmento B2B. Que tipo de soluções formativas estão a ser desenhadas para responder às necessidades das empresas e profissionais que procuram especialização?

Este ano, o nosso reforço no segmento B2B centra-se no desenvolvimento de soluções formativas altamente personalizadas e especializadas. A abordagem começa sempre com um diagnóstico inicial rigoroso, permitindo-nos compreender profundamente as necessidades e contextos críticos de cada cliente. Esta fase inicial é essencial, uma vez que estabelece a base para medir o impacto real da formação através de um assessment final comparativo. Neste sentido, seguimos um modelo próprio estruturado em cinco etapas: desde o levantamento colaborativo das necessidades e contextos críticos, passando pelo mapeamento inicial de competências, design instrucional detalhado, execução prática das experiências formativas, até ao follow-up estruturado com análise detalhada do impacto e feedback recebido. Importa também destacar que este reforço não se limita à oferta formativa, mas está a ser igualmente implementado internamente nas nossas equipas, assegurando alinhamento e capacitação contínua para responder eficazmente aos desafios deste segmento.

Finalmente, o impacto destas soluções é evidente e tem sido reconhecido externamente, como atesta a recente distinção pelo segundo ano consecutivo como um dos Melhores Fornecedores de RH, na categoria Formação, Coaching e Desenvolvimento Profissional, uma iniciativa da APG (Associação Portuguesa de Gestão das Pessoas) em parceria com a Qmetrics e MQ. Este reconhecimento valida a nossa abordagem estratégica e reforça a nossa credibilidade no mercado empresarial.

A formação prática e orientada para os reais desafios do setor é também um dos vossos focos. Como é que a FLAG pensa garantir uma experiência de aprendizagem que vá ao encontro das exigências do mercado?

A nossa estratégia para garantir uma formação prática e alinhada com as exigências do mercado assenta, essencialmente, em três pilares fundamentais. Em primeiro lugar, estabelecemos uma ligação próxima com profissionais e empresas, assegurando que cada curso responde diretamente aos desafios e necessidades reais do setor. Este alinhamento é conseguido através do envolvimento constante de especialistas na construção dos conteúdos programáticos e na facilitação prática das formações, trazendo exemplos concretos e estudos de caso reais. Em segundo lugar, investimos numa abordagem pedagógica baseada em projetos reais e simulações práticas, que permitem aos formandos aplicar imediatamente os conhecimentos adquiridos em contextos semelhantes aos que encontrarão nas suas organizações. Esta vertente experiencial não só acelera o processo de aprendizagem como garante a sua aplicabilidade direta ao contexto profissional. Por último, mantemos um processo contínuo de validação e atualização da oferta formativa, através de feedback estruturado dos nossos formandos, formadores e parceiros estratégicos. Este processo permite-nos acompanhar rapidamente as mudanças do mercado, ajustar conteúdos e metodologias sempre que necessário e garantir que a formação permanece relevante, prática e orientada à ação. Este compromisso com a experiência prática e de mercado é crucial para continuarmos a capacitar profissionais capazes de gerar impacto imediato nas suas organizações.

Quando falamos em marketing e talento, é indiscutível o impacto das novas tecnologias, nomeadamente a IA e a automação. De que forma é que estão a transformar o setor e a redefinir a forma como as marcas se relacionam com os seus públicos?

A IA e a automação estão a transformar profundamente o setor do marketing e gestão de talento, redefinindo as relações entre marcas e os seus públicos. Por um lado, estas tecnologias permitem uma personalização sem precedentes das interações. Hoje, as marcas conseguem entender melhor as necessidades e expectativas do consumidor, utilizando dados para entregar conteúdos relevantes, no momento certo e através dos canais mais adequados. Isto traduz-se numa experiência mais autêntica e próxima, elevando significativamente o nível de engagement. Por outro, a automação otimiza processos internos, permitindo que os profissionais de marketing se foquem em estratégias criativas e de maior valor acrescentado. A redução do tempo gasto em tarefas repetitivas e operacionais liberta o talento humano para se concentrar na criatividade, inovação e na construção de relações mais profundas e significativas com o público.

Note-se que estas tecnologias estão também a mudar o perfil e as competências necessárias dos profissionais do setor. As equipas precisam, cada vez mais, de uma combinação entre conhecimento tecnológico avançado, capacidade analítica para interpretar dados e uma forte componente de criatividade e pensamento crítico. A FLAG tem respondido a esta realidade, precisamente através de formação especializada que capacita os profissionais para dominarem estas novas ferramentas e abordagens estratégicas. Desta forma, o impacto das novas tecnologias no marketing e gestão de talento não só está a redefinir estratégias de mercado, como também está a moldar uma nova geração de profissionais preparados para liderar esta transformação.

A FLAG identificou tendências como o microlearning, a aprendizagem híbrida e a IA na educação como áreas-chave. Quais as grandes tendências no setor e como estão a ser incorporadas na vossa oferta?

No setor da formação especializada, identificamos várias tendências-chave que já estamos a incorporar ativamente na nossa oferta formativa. O microlearning é uma delas e ganha destaque pela sua eficácia em contextos profissionais cada vez mais exigentes. Esta abordagem, baseada em módulos curtos, práticos e acessíveis, facilita a aprendizagem em momentos oportunos e promove a retenção do conhecimento. A FLAG implementou esta tendência através de conteúdos rápidos e específicos, suportados por plataformas digitais de fácil acesso. Até ao momento, o feedback tem sido bastante positivo e é nosso objetivo expandir a sua aplicação em outras áreas de especialização. Outra tendência a referir é a aprendizagem híbrida, que alia a flexibilidade das plataformas digitais à eficácia comprovada das interações presenciais. Este formato, que acelerou significativamente no período pós-pandemia, continua a evoluir e permite-nos combinar sessões presenciais imersivas com ambientes digitais interativos, assegurando uma experiência formativa mais dinâmica e adaptável às necessidades dos formandos e empresas. Envolve também um desenho cuidadoso da jornada de formação, complementando as sessões síncronas com materiais de apoio assíncronos, permitindo que cada formando consiga, de certa forma, a desenvolver as suas competências no ritmo que lhe for mais favorável.

Destacamos, também a utilização crescente da IA na educação, particularmente no acompanhamento personalizado dos formandos, recomendação de conteúdos adaptados e avaliação contínua do progresso e impacto formativo. Temos vindo a analisar e a testar a incorporação de ferramentas inteligentes que personalizam percursos formativos e identificam rapidamente necessidades específicas, permitindo-nos uma resposta imediata e ajustada à evolução individual. Estas tendências não só acompanham a evolução tecnológica e comportamental do mercado, como garantem que a FLAG continua a oferecer uma formação inovadora, eficaz e altamente relevante para os desafios atuais e futuros.

As empresas e os profissionais estão a saber acompanhar as mudanças do setor?  

De uma forma geral, sentimos que as empresas e os profissionais estão cada vez mais atentos à necessidade de acompanhar as mudanças rápidas do mercado. No entanto, essa capacidade de adaptação não é uniforme nem acontece ao mesmo ritmo em todos os contextos. Existem claramente empresas e profissionais que já anteciparam as tendências, apostando consistentemente na aprendizagem contínua, inovação e desenvolvimento das suas equipas, preparando-se ativamente para desafios futuros. Estes casos, que acompanhamos diariamente na FLAG, destacam-se pelo investimento consciente em competências críticas, como IA, agilidade organizacional e liderança adaptativa.

Contudo, ainda existem organizações e profissionais que resistem ou subestimam o impacto real destas transformações. Esta resistência deve-se, muitas vezes, a desafios culturais, falta de visão estratégica ou até ausência de recursos específicos para a adaptação. É precisamente nestes contextos que o papel da FLAG ganha relevância acrescida: apoiar organizações e pessoas na transição e capacitação para acompanhar as mudanças de forma sustentada. Acreditamos que é fundamental investir numa cultura organizacional que privilegie a aprendizagem contínua, experimentação e flexibilidade, para que tanto empresas como profissionais estejam preparados para responder de forma eficaz a um mercado em constante transformação.

Que competências estão atualmente em maior destaque nas áreas do marketing?

A evolução tecnológica está claramente a redefinir os perfis procurados pelas empresas no marketing. Há uma procura crescente por competências tecnológicas e analíticas. Profissionais que dominem ferramentas digitais, análise avançada de dados, IA aplicada ao marketing, e automação têm uma clara vantagem. Estas competências permitem às equipas tomar decisões mais informadas e personalizar campanhas em larga escala com maior precisão. Também as competências relacionadas com a criatividade estratégica e inovação continuam a ser essenciais. Num contexto em que grande parte das tarefas operacionais pode ser automatizada, a capacidade de gerar soluções criativas, diferenciar conteúdos e criar estratégias inovadoras que realmente impactem as audiências torna-se crítica.

De notar também que as competências comportamentais (soft skills), tais como adaptabilidade, pensamento crítico, empatia e comunicação eficaz, são cada vez mais valorizadas. A capacidade para interpretar insights de mercado, liderar equipas multidisciplinares e construir relações sólidas com diferentes públicos continua a ser um diferenciador importante. Na FLAG, temos acompanhado estas mudanças, adaptando continuamente a nossa oferta para garantir que os profissionais desenvolvem exatamente estas competências, respondendo eficazmente às necessidades emergentes das empresas.

Quais são os objetivos da FLAG enquanto marca de referência na formação especializada?

Pretendemos continuar a liderar a inovação pedagógica, oferecendo uma formação sempre alinhada com as necessidades reais do mercado e das organizações, e antecipando tendências emergentes. Isto significa um compromisso constante com a qualidade, relevância e aplicabilidade imediata dos conhecimentos que entregamos. Também procuramos ser o parceiro preferencial de empresas e profissionais na capacitação contínua, contribuindo ativamente para a transformação digital e organizacional dos nossos clientes. Queremos proporcionar experiências formativas diferenciadoras, práticas e com impacto visível e mensurável nas organizações. Aspiramos reforçar uma comunidade forte de formandos, formadores e parceiros, promovendo continuamente a partilha de conhecimento, experiências e networking. Queremos continuar a construir uma marca próxima, colaborativa e inspiradora, que faça a diferença na carreira e no desenvolvimento profissional das pessoas que escolhem a FLAG.

Que mensagem deixaria às empresas e profissionais que querem manter-se competitivos num setor em constante mudança?

É muito clara: para permanecerem competitivos num mercado em constante mudança, é fundamental assumirem uma postura de aprendizagem contínua e proatividade perante a inovação. A mudança já não é pontual; tornou-se a norma. Nesse sentido, não basta apenas acompanhar as transformações tecnológicas e sociais, e é essencial antecipá-las, investir continuamente na capacitação de equipas, desenvolver competências emergentes e cultivar uma cultura organizacional ágil, curiosa e aberta ao risco. Reforço também a importância de procurar parceiros estratégicos que facilitem esta jornada de adaptação e crescimento, ajudando a reduzir o tempo entre a identificação de necessidades e a aquisição efetiva das competências necessárias. Na FLAG, acreditamos profundamente que a formação especializada e orientada para o futuro não é um custo, mas sim um investimento crítico para qualquer organização e profissional que queira prosperar num contexto desafiante e em constante evolução.

Entrevista em: RH Magazine

FCT blog Fundos de Compensação do Trabalho: Um Recurso Estratégico para as Empresas

Fundos de Compensação do Trabalho: Um Recurso Estratégico para as Empresas

Aproveite os Fundos de Compensação do Trabalho para Qualificar a Sua Equipa

As empresas têm agora uma oportunidade excecional para financiar a formação profissional dos seus colaboradores através dos Fundos de Compensação do Trabalho (FCT). Esta iniciativa permite investir no desenvolvimento das suas equipas sem incorrer em custos adicionais, potenciando assim a competitividade e a qualificação dos recursos humanos.

Entender os Fundos de Compensação do Trabalho

Os Fundos de Compensação do Trabalho (FCT) foram criados pela Lei n.º 70/2013 com o objetivo de assegurar uma reserva financeira destinada a pagar compensações aos trabalhadores em caso de cessação do contrato de trabalho. Com a recente extinção dos FCT, as verbas acumuladas podem agora ser direcionadas para financiar a formação profissional dos colaboradores.

Como Utilizar os FCT:

  • Período de Mobilização: De 1 de janeiro de 2024 a 31 de dezembro de 2026, ou até à data da extinção dos FCT, caso ocorra antes.
  • Limites de Resgate: Até 2 vezes se o saldo for inferior a €400.000; até 4 vezes se o saldo for superior a €400.000.

Para aceder aos fundos, as empresas devem submeter um pedido online, detalhando o valor a mobilizar e a finalidade, identificando os trabalhadores beneficiários e apresentando uma declaração sob compromisso de honra que comprove a consulta e a ausência de oposição fundamentada por parte dos trabalhadores.

Vantagens para as Empresas

Redução de Custos: Utilização dos fundos acumulados para financiar a formação sem necessidade de novos investimentos.

Desenvolvimento de Competências: Acesso a formação certificada que atualiza e melhora as competências dos colaboradores.

Aumento da Competitividade: Colaboradores mais qualificados ajudam a empresa a responder melhor às exigências do mercado e a inovar.

Retenção de Talentos: Oportunidades de desenvolvimento profissional aumentam a satisfação e a fidelização dos colaboradores.

Cumprimento Legal: A utilização correta dos FCT para formação cumpre as disposições legais relativas à sua utilização após a extinção.

Imagem Corporativa: Investir no desenvolvimento dos colaboradores melhora a reputação da empresa junto de clientes, parceiros e futuros talentos.

Considerações Estratégicas para a Decisão de Investir em Formação

  1. Análise das Necessidades de Formação: Antes de decidir sobre a utilização dos FCT, é crucial realizar uma análise detalhada das necessidades de formação dentro da empresa. Identificar as áreas que mais necessitam de desenvolvimento e os gaps de competências permitirá maximizar o retorno do investimento em formação.
  2. Alinhamento com os Objetivos Empresariais: A formação deve estar alinhada com os objetivos estratégicos da empresa. Considerar como as novas competências adquiridas pelos colaboradores podem contribuir para a inovação, eficiência operacional e crescimento da empresa é fundamental.
  3. Seleção de Programas de Formação Relevantes: Optar por programas de formação que sejam diretamente aplicáveis ao trabalho dos colaboradores e que tragam benefícios tangíveis para a empresa. Formação em áreas como tecnologias emergentes, gestão de projetos, liderança e competências digitais pode ser particularmente valiosa.
  4. Monitorização e Avaliação de Resultados: Implementar um sistema de monitorização e avaliação dos resultados da formação. Medir o impacto das formações na produtividade, qualidade do trabalho e satisfação dos colaboradores ajudará a justificar o investimento e a ajustar futuras estratégias de formação.
  5. Envolvimento dos Colaboradores: Incluir os colaboradores no processo de decisão sobre a formação pode aumentar o seu compromisso e motivação. Entender as suas aspirações e alinhar a formação com as suas expectativas contribui para um ambiente de trabalho mais positivo e produtivo.

 

De acordo com o Público, até ao final de 2024, as empresas portuguesas resgataram um total de 56,2 milhões de euros do Fundo de Compensação do Trabalho (FCT), representando cerca de 8,8% dos 638,5 milhões de euros acumulados no fundo no início do ano.
Cerca de 63% do dinheiro resgatado pelos empregadores serviu para financiar a qualificação e a formação certificada dos trabalhadores (35 milhões de euros).

 

Porque Escolher a FLAG como Parceiro de Formação

Escolher a FLAG como parceiro de formação traz inúmeras vantagens para a sua empresa:

Levantamento de Necessidades: A FLAG ajuda na identificação das necessidades de formação específicas da sua empresa, garantindo que o investimento seja direcionado de forma eficaz.

Soluções Personalizadas: Oferecemos soluções de formação à medida, adaptadas às exigências específicas de cada cliente.

Formação Prática: Os nossos programas são extremamente práticos e desenhados para responder às necessidades do mercado atual.

Acompanhamento Próximo: A nossa equipa de consultores realiza um acompanhamento próximo durante todo o processo de formação, assegurando que os objetivos sejam cumpridos e que os resultados esperados sejam alcançados.

Invista no Futuro da Sua Empresa com a FLAG

A FLAG, uma entidade de formação amplamente reconhecida e certificada pela DGERT, disponibiliza um vasto portfólio de soluções formativas adaptadas às necessidades específicas de cada organização. As empresas podem contar com a FLAG para esclarecer todas as dúvidas sobre a utilização dos Fundos de Compensação do Trabalho (FCT) para formação profissional.

A nossa equipa de consultores está preparada para ajudar a sua empresa a maximizar este recurso valioso, promovendo o desenvolvimento das competências dos seus colaboradores e impulsionando o crescimento da sua organização.

Não perca esta oportunidade de investir no futuro da sua empresa e dos seus colaboradores com a FLAG.

ZonaII blog FLAG FLAG apoia talentos criativos com bolsas do programa Zona II

FLAG apoia talentos criativos com bolsas do programa Zona II

Estamos a apoiar a inclusão e diversidade no mercado criativo com o programa Zona II!

Na FLAG, temos orgulho em ser parceiros do programa Zona II, uma iniciativa do Clube de Criativos de Portugal (CCP) que promove a inclusão e diversidade no setor das indústrias criativas. Na edição deste ano, estamos a oferecer duas bolsas Free Passes de Formação, válidas por 24 meses, permitindo que os vencedores escolham os cursos que desejarem frequentar durante este período (com exceção dos cursos dos nossos parceiros, Pós-Graduações, Fast-Track MBAs e Bootcamps).

O Zona II é um programa que tem como missão aproximar o setor criativo de jovens e adultos das periferias e de pessoas com menos acesso a estas oportunidades, incentivando o aparecimento de novos talentos e ideias no mercado.

As candidaturas estão abertas até 21 de março de 2025
Se queres candidatar-te a uma das bolsas, o processo é simples e gratuito. Basta submeter uma carta de apresentação onde explicas porque mereces esta oportunidade, a tua motivação para estudar e trabalhar na área criativa e incluir um trabalho que já tenhas realizado (seja texto, imagem ou som).

O júri, composto por membros do CCP e representantes das escolas participantes, irá avaliar todas as candidaturas e selecionar os finalistas. Os vencedores serão anunciados na Gala do 27.º Festival CCP, no dia 23 de maio de 2025.

Porquê este compromisso?
Na FLAG, acreditamos no poder transformador da criatividade e no impacto positivo que a diversidade traz ao setor. Participar no Zona II é a nossa forma de dar um contributo ativo para um mercado mais inclusivo e com mais oportunidades para todos.

Se tens vontade de entrar no mundo criativo e achas que esta pode ser a tua oportunidade, consulta o regulamento no site do CCP e submete a tua candidatura. Estamos ansiosos por apoiar os talentos do futuro!

AO blog post hor MAISM #FLAGvox | A criatividade como motor para a excelência profissional

#FLAGvox | A criatividade como motor para a excelência profissional

Enfrentar o desafio de liderar com criatividade envolve navegar pela incerteza e complexidade com confiança e visão. Requer líderes dispostos a questionar as suas próprias crenças e métodos.

Num mundo em constante evolução, onde a informação se atualiza a cada segundo e as inovações tecnológicas desafiam continuamente os limites do possível, a criatividade surge como uma necessidade incontestável. Contrariamente à visão tradicional que limita muitas vezes a criatividade ao domínio artístico, é imperativo reconhecer o seu papel crucial em todas as áreas de atuação, desde a engenharia até à medicina, passando, obviamente, pelo marketing e pela gestão. Esta realidade desafia, com efeito, as organizações à reflexão: estamos preparados para abraçar a revolução criativa na liderança e potenciar a excelência profissional?

A excelência profissional, muitas vezes vista através de uma lente focada exclusivamente na eficiência e na produtividade, requer uma ampliação de perspetiva que incorpore a criatividade como elemento-chave para a inovação e solução de problemas. Representa a capacidade de prever e moldar o futuro, de adaptar-se com agilidade às mudanças do mercado e de encontrar soluções inovadoras para desafios complexos. No entanto, alcançar tal nível de excelência exige mais do que o reconhecimento da importância da criatividade; a promoção de um ambiente que a fomente é um desafio que vai para além da simples disponibilização de recursos ou da implementação de políticas de incentivo. Trata-se de promover uma cultura que valorize a curiosidade, a experimentação e a aceitação do erro como parte integrante do processo criativo. O medo do erro, muitas vezes incutido desde a infância, é um dos maiores inibidores da criatividade. As empresas e as instituições de ensino que compreendem este fato estão na vanguarda, criando espaços seguros para a experimentação e a aprendizagem ativa.

A intersecção de criatividade e liderança é, assim, um terreno fértil para a inovação organizacional. Líderes criativos são aqueles que inspiram a sua equipa a explorar novas ideias, que cultivam um ambiente de trabalho onde a diversidade de pensamento é valorizada e que reconhecem a importância de adaptar as estratégias de liderança para fomentar a inovação contínua. Essa liderança não é apenas sobre gerar ideias, mas de alimentar um ecossistema onde elas possam ser desenvolvidas, testadas e implementadas, culminando em organizações mais adaptáveis, resilientes e capazes de antecipar e liderar mudanças no mercado.

A criatividade estimula uma procura contínua por melhorias, não apenas em produtos e serviços, mas em processos, estratégias de marketing e modelos de negócios, assente num mindset de crescimento contínuo, onde aprender e evoluir são partes integrantes da cultura organizacional. Enfrentar o desafio de liderar com criatividade envolve navegar pela incerteza e complexidade com confiança e visão. Requer líderes que estejam dispostos a questionar as suas próprias crenças e métodos, a abraçar novas abordagens e a investir no desenvolvimento de um ambiente onde a criatividade e a inovação sejam os pilares da excelência profissional.

No entanto, falar de criatividade sem mencionar a sua íntima relação com a tecnologia seria omitir uma parte essencial da conversa. As ferramentas digitais e as plataformas colaborativas abriram novos horizontes para a criatividade coletiva, permitindo que ideias se cruzem e evoluam de formas até hoje inimagináveis. A democratização do acesso à informação e às tecnologias de comunicação ampliou as possibilidades de inovação, tornando a criatividade num recurso cada vez mais acessível.

Apesar disso, não se resume somente à adoção de novas tecnologias ou à implementação de estratégias de brainstorming mais eficazes. No seu cerne, a criatividade está intimamente ligada à capacidade humana de sonhar, imaginar e relacionar-se de forma profunda com as suas paixões e curiosidades. É esse o combustível que impulsiona a inovação e a busca por soluções inéditas. Portanto, fomentar a criatividade passa também por investir no desenvolvimento pessoal e profissional contínuo, encorajando a busca por novos conhecimentos e experiências.

Neste contexto, a formação contínua emerge como uma ferramenta indispensável na nutrição e desenvolvimento dessa competência. Não se trata apenas de adquirir novas competências técnicas ou atualizar conhecimentos numa determinada área de especialização, mas sim de cultivar a referida mentalidade aberta à aprendizagem e à inovação constante. A formação contínua, ao promover a curiosidade intelectual e a capacidade de interrogação, estimula o pensamento crítico e a abertura a novas perspetivas e ideias. Os profissionais, mais do que apenas consumidores de conhecimento, tornam-se também criadores, capazes de utilizar a sua criatividade para solucionar problemas complexos e gerar valor inovador nos seus campos de atuação. São, ainda, incentivados a explorar novos domínios, a cruzar fronteiras disciplinares e a colaborar com pessoas de diferentes áreas, promovendo assim um ecossistema rico em criatividade e inovação nas organizações.

Por fim, é preciso reconhecer que a criatividade, embora possa ser estimulada e cultivada, apresenta-se de forma única em cada indivíduo. A diversidade de pensamento e de experiências é, portanto, um ativo inestimável para as organizações que aspiram à excelência. Valorizar e integrar essa diversidade significa abrir as portas para um leque mais amplo de soluções criativas, potenciando a inovação e promovendo um ambiente verdadeiramente propício à excelência profissional.

 

Artigo de Opinião em: +M – ECO | Texto de: Gabriel Augusto

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Novo mês, novo ano, novos cursos com 25% de desconto nas áreas de Design Gráfico, Marketing Digital e Programação Web:

 

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AO blog post hor FT A Revolução da Inteligência Artificial: Desafios e Oportunidades no Mundo do Marketing

A Revolução da Inteligência Artificial: Desafios e Oportunidades no Mundo do Marketing

Na era digital, a inteligência artificial (IA) desponta como um dos temas mais discutidos e relevantes para os profissionais de marketing em Portugal. Na #FLAGtalks de junho, com o tema “AI aplicada ao Marketing Digital”, vários especialistas destacaram a transformação que a tecnologia trouxe e a sua crescente influência no contexto atual. A inteligência artificial passou de um mero hype para uma realidade indispensável, trazendo consigo tanto benefícios quanto desafios. 

Marlene Gaspar, Diretora-Geral da LLYC Portugal, ressaltou a importância da IA, afirmando: “A inteligência artificial veio para facilitar a nossa vida, e o seu impacto é inevitável. Devemos tentar encará-la como um aliado, mas obviamente, não negligenciando os perigos que ela acaba por trazer (…) Também acho que o segredo é saber como fazer as perguntas para receber a informação que queremos”. Compreende-se assim, que a IA possui potencial para impulsionar novas funções e melhorar o trabalho dos profissionais, mas que também é preciso estar atento aos receios e medos relacionados com direitos autorais. 

Um dos aspetos cruciais abordados foi o impacto da crise económica no setor do marketing e como esta poderá influenciar a “receção” da IA. Marlene Gaspar destacou a importância do comportamento económico nesse contexto, e reforçou que, tendencialmente, a crise económica afeta diretamente o orçamento das empresas, levando-as a retraírem os seus investimentos. No entanto, Marlene Gaspar enfatizou que as marcas que investem em marketing e comunicação durante períodos de crise são as que obtêm maior retorno. 

Rita Tomé Duarte, Consultora de Marketing, Comunicação e Estratégia e Managing Partner da Yoomen, destacou o papel do ChatGPT como uma das principais tendências atuais: “O hype do momento é o ChatGPT. E que marca, com o seu lançamento a 30 de novembro de 2022, o início do terceiro verão da Inteligência Artificial”. Rita Tomé Duarte ressaltou a importância de compreender o que é a inteligência artificial na prática, afirmando: “É um modelo preditivo, estatístico, que faz correlações e que é cada vez mais importante porque permite ser bom naquilo, em que nós humanos, temos limitações, que é analisar quantidades infinitas de dados. O segredo está na sabedoria das perguntas que colocamos: o que é que eu quero resolver? O que é que eu quero responder? Que dados tenho e que dados é que eu preciso ter para a alimentar o algoritmo para obter uma resposta à pergunta que coloco?”. E alertou também para a importância de as empresas definirem qual o papel da IA no contexto empresarial: “Diz-se que os dados são o novo petróleo e que agora inteligência artificial é a nova eletricidade. As tecnologias são todas neutras. Mas quem as usa são os seres humanos e, portanto, podem usá-las para o bem e para o mal. Assim, a primeira coisa que uma empresa deve elaborar é o seu manual de ética da inteligência artificial corporativo e clarificar muito bem, onde é que quer chegar com a utilização da IA nas várias áreas”. 

“(…) o segredo está na sabedoria das perguntas que colocamos: o que é que eu quero resolver? O que é que eu quero responder? Que dados tenho e que dados é que eu preciso ter para a alimentar o algoritmo?”  

Rita Tomé Duarte, Consultora de Marketing, Comunicação e Estratégia e Managing Partner da Yoomen.

A discussão sobre o potencial da IA levou à reflexão sobre o seu papel no futuro do mercado de trabalho: a IA substituirá os profissionais? Mário Alcântara, Head of Digital da Innovagency, afirmou: “Quem nos vai substituir não é inteligência artificial, mas sim os profissionais que vão saber usar a inteligência artificial“. 

“Quem nos vai substituir não é inteligência artificial, mas sim os profissionais que vão saber usar a inteligência artificial.“

Mário Alcântara, Head of Digital da Innovagency. 

Apesar das vantagens da IA, Mário Alcântara também enfatizou a importância da criatividade humana: “Temos exemplos de estudos que medem emoções, e só nós humanos conseguimos utilizar uma linguagem com sentimento que um sistema não consegue. E isso vai exigir que os copywriters sejam realmente criativos para que dessa forma consigam fazer a diferença”. 

No entanto, é preciso ter em mente que a IA é uma ferramenta neutra, dependendo dos seres humanos para decidir como utilizá-la. Marlene Gaspar ressaltou que o impacto da IA ainda está em desenvolvimento: “Não sabemos qual é o impacto da inteligência artificial e se ela vai trazer realmente valor à criatividade. A esperança é que a IA seja utilizada de forma inteligente, valorizando o ser humano por detrás de cada clique”.

A revolução da inteligência artificial traz desafios e oportunidades para o mundo do marketing. A IA pode facilitar processos, fornecer insights valiosos e impulsionar a eficiência das agências. No entanto, é fundamental compreender as suas limitações e reconhecer que a criatividade humana e a capacidade de compreensão emocional continuam a ser importantes.  

“A Inteligência Artificial veio para facilitar a nossa vida e o seu impacto é inevitável.”

Marlene Gaspar, Diretora-Geral da LLYC Portugal. 

Vê ou revê a conversa completa da #FLAGtalks >> “AI aplicada ao Marketing Digital”

zonaii Zona II está de volta!

Zona II está de volta!

Estão abertas as candidaturas ao segundo ano das bolsas de estudo e programa de mentoria do Zona II.

Este ano os participantes devem responder a um desafio criativo: “É livre e queremos que te defina e caracterize. E como neste segundo ano contamos com a Sumol como parceiro, queremos que te inspires no universo da marca que é jovem, desafiador, livre e urbano para nos trazeres uma proposta à altura. O pretendido é que nos mostres quem és e libertes a tua criatividade seja através de um texto, desenho, outdoor, música, poema, instrumental, um anúncio ou ideia publicitária, uma ilustração, vídeo, filme, fotografia ou até um tiktok.”, indicam os mentores do projeto.

O programa  Zona II  X Sumol, com a co-organização do Clube Criativos, conta com o apoio da FLAG, através da oferta de bolsas de estudo inteiramente gratuitas, para alunos do ensino secundário e pessoas com o 12º ano de escolaridade que demonstrem o interesse e talento. Juntamente com as bolsas, o Zona II X Sumol, mantém o programa de mentorias, no qual reputados profissionais voluntários cedem o seu tempo para apoiar e orientar jovens sobre diferentes disciplinas da criatividade, design, publicidade e a comunicação comercial.

O Zona II é um programa de inclusão e diversidade para o mercado criativo português criado em parceria com o Clube de Criativos de Portugal. No primeiro ano do projeto (2021), mostrou aos jovens da periferia de Lisboa o que é o seu mercado, o que é trabalhar em criatividade, em design e em publicidade, e com isso iniciaram um programa de mentoria e de bolsas de estudo junto das principais escolas de criatividade do país e conseguiu colocar doze jovens a estudar, e quatro estão atualmente colocados no mercado de trabalho.

Esta iniciativa, desenvolvida pelo Will de Carvalho (ex-formando FLAG) e a Maria Goucha em parceria com o Clube Criativos Portugal, visa aproximar e trazer novas visões, talentos, referências e insights oriundos das periferias e de pessoas com menos acesso ao setor das indústrias criativas.

BOLSAS 2022/2023

As candidaturas para as bolsas realizam-se através deste formulário na página Zona II no site do Clube, até 1 de junho de 2022.

Regulamento do concurso 

ELEGIBILIDADE

São elegíveis candidatos de todas as idades, com o 12º ano de escolaridade.

A candidatura a cada uma das bolsas é feita através de uma carta com uma breve apresentação pessoal e onde o candidato deve explicar a sua motivação para seguir a área escolhida e a razão pela qual merece a bolsa.

São elegíveis candidatos que respondam a todas as questões do questionário online e demonstrem ser os mais criativos na resposta ao briefing lançado.

Todas as cartas de apresentação e respostas criativas são analisadas por um júri composto por elementos da Zona II, CCP e escola à qual o aluno se candidata.

A partir de todas as candidaturas válidas, o júri escolhe uma shortlist para passar à fase seguinte. A entrevista é o fator final e decisivo para encontrar o vencedor e o concorrente deve apresentar aí o seu certificado de habilitações. 

A decisão do júri é final.

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Vagas limitadas.

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post LKD TEDxPorto '22

TEDxPorto ’22

A edição de 2022 da TEDx está mesmo a chegar à Alfândega do Porto, e conta com o apoio oficial da FLAG.

No dia 2 de abril, poderás contar com um incrível painel de oradores capaz de te fazer despertar novas emoções e maneiras de ver o mundo, através de conversas e experiências motivacionais.

Este painel é composto por diversas personali­dades de diferentes áreas, como as ciências, onde se integra Bibi Groot, responsável pelo departamento de ciência comportamental na Four HQ, com o objetivo de ajudar empresas a criar equipas mais inclusivas e diversificadas.

O TEDxPorto ’22 traz consigo uma edição fora da caixa, privilegiando o “inconvencional”, quebrando tabus e com olhos postos no futuro. Pronto para pôr mãos à obra e dar asas à tua criatividade?

Enquanto patrocinador deste evento, a FLAG vai estar a oferecer, em exclusivo, a todos os participantes um webinar na área de Design Thinking, onde irás aprender “a fugir às convenções e usar a colaboração e a criatividade para ter ideias “inconvencionais””.

A FLAG não vai perder este evento. E tu, vais?

Não esperes mais e garante já o teu bilhete em  www.tedxporto.com

Se já tens o teu bilhete, não te esqueças de passar pelo espaço da FLAG, e de aproveitar para te inscreveres no webinar.

flag jobs

#FLAGjobs | Março 2022

Se queres dar um novo rumo à tua vida profissional, consulta as oportunidades dos nossos parceiros.

MANWINWIN – UX/UI Designer

Funções:

  • Planear e implementar novos projetos (APPs, Web & Desktop).
  • Melhorar o design de interfaces existentes.
  • Comunicar com o Tech lead e com o Product Owner para captação de requisitos.
  • Desenvolver requisitos técnicos e comerciais e sempre com foco em fornecer soluções intuitivas e centradas no utilizador.
  • Combinar a criatividade com a consciência dos elementos de design.
  • Crie protótipos para novas ideias de produtos.
  • Testar novas ideias antes de implementar.
  • Conduzir pesquisas contínuas ao comportamento dos utilizadores.

Perfil:

  • 3 a 5 de experiência com provas dadas em projetos entregues e bem aceites pelo cliente final.
  • Mais vocacionado para UI (60-80%) mas com competência em UX (40-20%).
  • Fluente em edição de imagem: Illustrator, Photoshop.
  • Fluente em ferramentas de prototipagem (XD, Figma, etc).
  • Capacidade de conceber interface design para produtos existentes e novos (Desktop, Web, APPs).
  • Experiência de design em Mobile, WEB e Desktop Applications (windows).
  • Experiência e trabalho feito em projetos b2b.
  • Projetos concretos (comprováveis – portfolio) em UI/UX.

Outros detalhes:

  • O candidato será selecionado com base nas hard skills referidas acima, mas as soft skills serão igualmente importantes. Queremos alguém que:
    • Tenha uma boa base nos conhecimentos requeridos e tenha gosto por aprender.
    • Goste de autonomia no trabalho e se sinta bem a trabalhar remotamente (mas tem de estar em Portugal, para nós isso é importante), com um regime de ‘visitas ao escritório’ de, por exemplo, 1 vez por semana ou 1 vez a cada 15 dias.
    • Seja dedicado, tenha gosto e tenha brio no trabalho que faz.
    • Que tenha o mindset que nós temos na nossa empresa: a empresa e o trabalho não são o mais importante, temos todos uma vida fora da empresa e isso está sempre em primeiro lugar. Aqui ninguém trabalha aos fins-de-semana, fora de horas ou num ambiente de tremendo stress.
    • Queira aprender e saber mais sobre novos temas.
    • Haverá muita formação aos nossos programadores paga pela empresa.

Candidatura: Envia um email com o CV actualizado para jcasimiro@navaltik.com .


HIPOGES – Marketing Analyst Real Estate

Funções:

  • Desenhar, gerir e implementar campanhas de marketing para o departamento de Real Estate.
  • Definir as ações em cada um dos canais da empresa (web, mail, offline, etc.).
  • Em conjunto com o Marketing Manager e a equipa de Marketing Real Estate, assegurar a implementação das estratégias de marketing e supervisionar a sua correta execução.
  • Acompanhar o budget definido para o departamento, alinhado com os objetivos estratégicos definidos.
  • Elaborar relatórios de acompanhamento das ações de marketing semanais, mensais e trimestrais.
  • Fazer análises das ações realizadas e propor melhorias que gerem impacto no número de contactos e vendas.
  • Trabalhar em estreita colaboração com os restantes departamentos da empresa para desenvolver as estratégias definidas.

Perfil:

  • Experiência mínima de 3 anos na área de marketing, preferível no setor imobiliário.
  • Pensamento analítico que permite desenvolver relatórios e deles tirar conclusões, propondo melhorias.
  • Prestar atenção aos detalhes e ter pensamento crítico para propor melhorias e resolver problemas.
  • Capacidade de gerir vários projetos simultaneamente e trabalhar sob pressão.
  • Perfil transversal capaz de comunicar e interagir com os diferentes departamentos da empresa.
  • Nível avançado de Excel.
  • Nível mínimo de inglês B2.
  • Espanhol como língua será valorizado.

Outros detalhes:

  • A Hipoges é uma entidade empregadora que promove oportunidades iguais e mantém um ambiente de trabalho livre de discriminação, onde as pessoas são tratadas com dignidade e respeito. A Hipoges não discrimina candidaturas em função de raça, etnia, nacionalidade, religião, idade, género, orientação sexual, deficiências ou qualquer outra característica protegida pela aplicabilidade da legislação. Aderimos a estes princípios em todas as dimensões da empregabilidade, incluindo recrutamento, contratação, formação, compensação, promoção e benefícios.

Candidatura: Envio de currículos aqui.


COFINA – UX (User Experience)

Funções:

  • Estudar, planear e desenvolver métodos e pesquisa de UX.
  • Implementar uma estratégia de estudos de utilizadores e testes de usabilidade.
  • Analisar e apresentar os resultados de pesquisa para os diversos departamentos.

Perfil:

  • Experiência na definição de estratégia de UX, métodos e implementação em colaboração com outros departamentos.
  • Fortes conhecimentos em UX Research.
  • Fortes conhecimentos em Usabilty Design.
  • Bons conhecimentos de arquitetura de informação.

Outros detalhes:

  • Capacidade de comunicação, apetência para trabalho em equipa e interesse num projecto desafiador, são características que procuramos neste profissional.

Local: Lisboa.

Candidatura: Envio de currículos para recrutamento@cofina.pt.


FCCN – Full Stack Developer

Funções:

  • Desenvolver serviços de multimédia dirigidos para a comunidade académica nacional.
  • Desenvolvimento e manutenção de plataformas de ensino a distância.
  • Desenvolvimento de websites e aplicações web.
  • Exploração de novas tecnologias de vídeo sobre IP.
  • Desenvolver e manter serviços de webconference, streaming, lecture recording, VoD, Realidade Virtual e Aumentada.

Perfil:

  • Experiência mínima de dois anos em programação e desenvolvimento web.
  • Licenciatura (pré-bolonha) ou Mestrado (pós-bolonha) na área de informática.
  • Desenvolvimento Web (HTML5, CSS).
  • Linguagens de programação: Ruby on Rails, PHP, JavaScript (React).
  • Bases de dados: MYSQL.
  • Design UX/UI.
  • Administração de sistemas.
  • Ferramentas de Gestão e Automação (Ansible, Docker, Jenkins).
  • WebRTC, Solr, Redis, FFMPEG, Moodle (LTI), Video.js.
  • Capacidade de Atualização Técnica.
  • Capacidade de Planeamento.
  • Capacidade de Execução.
  • Capacidade de Organização.
  • Capacidade de Análise (sistematização).
  • Rigor / Atenção ao Detalhe.
  • Autonomia na execução de tarefas.

Outros detalhes:

  • Integração numa equipa jovem e dinâmica.
  • Formação contínua, auxiliando também na criação de conteúdos para formar terceiros.
  • Bom ambiente de trabalho, com acesso a um Campus acolhedor e bem localizado em Lisboa.
  • Interação com outras equipas quer a nível nacional quer internacional.
  • Flexibilidade de horário de trabalho.
  • Gestão por objetivos.

Candidatura: Envio de currículos para beatriz.dias@fccn.pt .


DECATHLON – Full Stack Developer (m/f)

Função:

  • Desenvolver aplicações que permitam impulsionar a eficiência das nossas equipas.
  • Manter e desenvolver novas funcionalidades sempre que for pertinente.
  • Formar os utilizadores nas diferentes plataformas.
  • Garantir que os pressupostos de segurança são garantidos de forma contínua.
  • Apoiar diferentes departamentos no desenvolvimento de outras aplicações que sejam concebidas por parceiros externos.

Perfil:

  • Conhecimentos de PHP (Laravel), SQL, HTML, CSS, Javascript, (Docker e Kubernetes preferencialmente).
  • Apaixonado por programação e problem-solving.
  • Autodidata e curioso.
  • Organizado e Responsável.
  • Pró-ativo e autónomo.
  • Bons conhecimentos de Inglês.
  • Desportista praticante e/ou apaixonado pelo seu desporto.
  • Perfil Júnior.

Outros detalhes:

  • Integração em equipa jovem, dinâmica e informal.
  • Remuneração fixa + variável.
  • Projetos transversais que vão para além da função do dia-a-dia.
  • Processo de revisão salarial anual individualizada com base no mérito e potencial.
  • Contrato sem termo (efetivo), seguro de saúde e seguro de vida.
  • Acionariado, possibilidade de ser acionista da empresa.
  • Carteira de benefícios económicos e comerciais com mais de 1000 parceiros.

Local: Amadora, Lisboa

Candidatura: Envio de currículos a partir daqui.