FCT blog Fundos de Compensação do Trabalho: Um Recurso Estratégico para as Empresas

Fundos de Compensação do Trabalho: Um Recurso Estratégico para as Empresas

Aproveite os Fundos de Compensação do Trabalho para Qualificar a Sua Equipa

As empresas têm agora uma oportunidade excecional para financiar a formação profissional dos seus colaboradores através dos Fundos de Compensação do Trabalho (FCT). Esta iniciativa permite investir no desenvolvimento das suas equipas sem incorrer em custos adicionais, potenciando assim a competitividade e a qualificação dos recursos humanos.

Entender os Fundos de Compensação do Trabalho

Os Fundos de Compensação do Trabalho (FCT) foram criados pela Lei n.º 70/2013 com o objetivo de assegurar uma reserva financeira destinada a pagar compensações aos trabalhadores em caso de cessação do contrato de trabalho. Com a recente extinção dos FCT, as verbas acumuladas podem agora ser direcionadas para financiar a formação profissional dos colaboradores.

Como Utilizar os FCT:

  • Período de Mobilização: De 1 de janeiro de 2024 a 31 de dezembro de 2026, ou até à data da extinção dos FCT, caso ocorra antes.
  • Limites de Resgate: Até 2 vezes se o saldo for inferior a €400.000; até 4 vezes se o saldo for superior a €400.000.

Para aceder aos fundos, as empresas devem submeter um pedido online, detalhando o valor a mobilizar e a finalidade, identificando os trabalhadores beneficiários e apresentando uma declaração sob compromisso de honra que comprove a consulta e a ausência de oposição fundamentada por parte dos trabalhadores.

Vantagens para as Empresas

Redução de Custos: Utilização dos fundos acumulados para financiar a formação sem necessidade de novos investimentos.

Desenvolvimento de Competências: Acesso a formação certificada que atualiza e melhora as competências dos colaboradores.

Aumento da Competitividade: Colaboradores mais qualificados ajudam a empresa a responder melhor às exigências do mercado e a inovar.

Retenção de Talentos: Oportunidades de desenvolvimento profissional aumentam a satisfação e a fidelização dos colaboradores.

Cumprimento Legal: A utilização correta dos FCT para formação cumpre as disposições legais relativas à sua utilização após a extinção.

Imagem Corporativa: Investir no desenvolvimento dos colaboradores melhora a reputação da empresa junto de clientes, parceiros e futuros talentos.

Considerações Estratégicas para a Decisão de Investir em Formação

  1. Análise das Necessidades de Formação: Antes de decidir sobre a utilização dos FCT, é crucial realizar uma análise detalhada das necessidades de formação dentro da empresa. Identificar as áreas que mais necessitam de desenvolvimento e os gaps de competências permitirá maximizar o retorno do investimento em formação.
  2. Alinhamento com os Objetivos Empresariais: A formação deve estar alinhada com os objetivos estratégicos da empresa. Considerar como as novas competências adquiridas pelos colaboradores podem contribuir para a inovação, eficiência operacional e crescimento da empresa é fundamental.
  3. Seleção de Programas de Formação Relevantes: Optar por programas de formação que sejam diretamente aplicáveis ao trabalho dos colaboradores e que tragam benefícios tangíveis para a empresa. Formação em áreas como tecnologias emergentes, gestão de projetos, liderança e competências digitais pode ser particularmente valiosa.
  4. Monitorização e Avaliação de Resultados: Implementar um sistema de monitorização e avaliação dos resultados da formação. Medir o impacto das formações na produtividade, qualidade do trabalho e satisfação dos colaboradores ajudará a justificar o investimento e a ajustar futuras estratégias de formação.
  5. Envolvimento dos Colaboradores: Incluir os colaboradores no processo de decisão sobre a formação pode aumentar o seu compromisso e motivação. Entender as suas aspirações e alinhar a formação com as suas expectativas contribui para um ambiente de trabalho mais positivo e produtivo.

 

Porque Escolher a FLAG como Parceiro de Formação

Escolher a FLAG como parceiro de formação traz inúmeras vantagens para a sua empresa:

Levantamento de Necessidades: A FLAG ajuda na identificação das necessidades de formação específicas da sua empresa, garantindo que o investimento seja direcionado de forma eficaz.

Soluções Personalizadas: Oferecemos soluções de formação à medida, adaptadas às exigências específicas de cada cliente.

Formação Prática: Os nossos programas são extremamente práticos e desenhados para responder às necessidades do mercado atual.

Acompanhamento Próximo: A nossa equipa de consultores realiza um acompanhamento próximo durante todo o processo de formação, assegurando que os objetivos sejam cumpridos e que os resultados esperados sejam alcançados.

Invista no Futuro da Sua Empresa com a FLAG

A FLAG, uma entidade de formação amplamente reconhecida e certificada pela DGERT, disponibiliza um vasto portfólio de soluções formativas adaptadas às necessidades específicas de cada organização. As empresas podem contar com a FLAG para esclarecer todas as dúvidas sobre a utilização dos Fundos de Compensação do Trabalho (FCT) para formação profissional.

A nossa equipa de consultores está preparada para ajudar a sua empresa a maximizar este recurso valioso, promovendo o desenvolvimento das competências dos seus colaboradores e impulsionando o crescimento da sua organização.

Não perca esta oportunidade de investir no futuro da sua empresa e dos seus colaboradores com a FLAG.

AO blog post hor MAISM #FLAGvox | A criatividade como motor para a excelência profissional

#FLAGvox | A criatividade como motor para a excelência profissional

Enfrentar o desafio de liderar com criatividade envolve navegar pela incerteza e complexidade com confiança e visão. Requer líderes dispostos a questionar as suas próprias crenças e métodos.

Num mundo em constante evolução, onde a informação se atualiza a cada segundo e as inovações tecnológicas desafiam continuamente os limites do possível, a criatividade surge como uma necessidade incontestável. Contrariamente à visão tradicional que limita muitas vezes a criatividade ao domínio artístico, é imperativo reconhecer o seu papel crucial em todas as áreas de atuação, desde a engenharia até à medicina, passando, obviamente, pelo marketing e pela gestão. Esta realidade desafia, com efeito, as organizações à reflexão: estamos preparados para abraçar a revolução criativa na liderança e potenciar a excelência profissional?

A excelência profissional, muitas vezes vista através de uma lente focada exclusivamente na eficiência e na produtividade, requer uma ampliação de perspetiva que incorpore a criatividade como elemento-chave para a inovação e solução de problemas. Representa a capacidade de prever e moldar o futuro, de adaptar-se com agilidade às mudanças do mercado e de encontrar soluções inovadoras para desafios complexos. No entanto, alcançar tal nível de excelência exige mais do que o reconhecimento da importância da criatividade; a promoção de um ambiente que a fomente é um desafio que vai para além da simples disponibilização de recursos ou da implementação de políticas de incentivo. Trata-se de promover uma cultura que valorize a curiosidade, a experimentação e a aceitação do erro como parte integrante do processo criativo. O medo do erro, muitas vezes incutido desde a infância, é um dos maiores inibidores da criatividade. As empresas e as instituições de ensino que compreendem este fato estão na vanguarda, criando espaços seguros para a experimentação e a aprendizagem ativa.

A intersecção de criatividade e liderança é, assim, um terreno fértil para a inovação organizacional. Líderes criativos são aqueles que inspiram a sua equipa a explorar novas ideias, que cultivam um ambiente de trabalho onde a diversidade de pensamento é valorizada e que reconhecem a importância de adaptar as estratégias de liderança para fomentar a inovação contínua. Essa liderança não é apenas sobre gerar ideias, mas de alimentar um ecossistema onde elas possam ser desenvolvidas, testadas e implementadas, culminando em organizações mais adaptáveis, resilientes e capazes de antecipar e liderar mudanças no mercado.

A criatividade estimula uma procura contínua por melhorias, não apenas em produtos e serviços, mas em processos, estratégias de marketing e modelos de negócios, assente num mindset de crescimento contínuo, onde aprender e evoluir são partes integrantes da cultura organizacional. Enfrentar o desafio de liderar com criatividade envolve navegar pela incerteza e complexidade com confiança e visão. Requer líderes que estejam dispostos a questionar as suas próprias crenças e métodos, a abraçar novas abordagens e a investir no desenvolvimento de um ambiente onde a criatividade e a inovação sejam os pilares da excelência profissional.

No entanto, falar de criatividade sem mencionar a sua íntima relação com a tecnologia seria omitir uma parte essencial da conversa. As ferramentas digitais e as plataformas colaborativas abriram novos horizontes para a criatividade coletiva, permitindo que ideias se cruzem e evoluam de formas até hoje inimagináveis. A democratização do acesso à informação e às tecnologias de comunicação ampliou as possibilidades de inovação, tornando a criatividade num recurso cada vez mais acessível.

Apesar disso, não se resume somente à adoção de novas tecnologias ou à implementação de estratégias de brainstorming mais eficazes. No seu cerne, a criatividade está intimamente ligada à capacidade humana de sonhar, imaginar e relacionar-se de forma profunda com as suas paixões e curiosidades. É esse o combustível que impulsiona a inovação e a busca por soluções inéditas. Portanto, fomentar a criatividade passa também por investir no desenvolvimento pessoal e profissional contínuo, encorajando a busca por novos conhecimentos e experiências.

Neste contexto, a formação contínua emerge como uma ferramenta indispensável na nutrição e desenvolvimento dessa competência. Não se trata apenas de adquirir novas competências técnicas ou atualizar conhecimentos numa determinada área de especialização, mas sim de cultivar a referida mentalidade aberta à aprendizagem e à inovação constante. A formação contínua, ao promover a curiosidade intelectual e a capacidade de interrogação, estimula o pensamento crítico e a abertura a novas perspetivas e ideias. Os profissionais, mais do que apenas consumidores de conhecimento, tornam-se também criadores, capazes de utilizar a sua criatividade para solucionar problemas complexos e gerar valor inovador nos seus campos de atuação. São, ainda, incentivados a explorar novos domínios, a cruzar fronteiras disciplinares e a colaborar com pessoas de diferentes áreas, promovendo assim um ecossistema rico em criatividade e inovação nas organizações.

Por fim, é preciso reconhecer que a criatividade, embora possa ser estimulada e cultivada, apresenta-se de forma única em cada indivíduo. A diversidade de pensamento e de experiências é, portanto, um ativo inestimável para as organizações que aspiram à excelência. Valorizar e integrar essa diversidade significa abrir as portas para um leque mais amplo de soluções criativas, potenciando a inovação e promovendo um ambiente verdadeiramente propício à excelência profissional.

 

Artigo de Opinião em: +M – ECO | Texto de: Gabriel Augusto

CF ImagemSite jan24 A FLAG promove a Capacitação Digital com o Cheque Formação + Digital

A FLAG promove a Capacitação Digital com o Cheque Formação + Digital

Na FLAG estamos alinhados com o Cheque Formação + Digital, apoiando assim a capacitação de profissionais para o mercado de trabalho digital.

Este programa, lançado pelo Governo Português em colaboração com o Instituto do Emprego e Formação Digital (IEFP), tem como objetivo impulsionar o desenvolvimento das competências e qualificações digitais dos trabalhadores. Através do aprimoramento das competências no campo digital, esta iniciativa visa promover a estabilidade no emprego, a progressão na carreira, a melhoria das qualificações e a empregabilidade da população, preparando-a para as mudanças que a revolução digital já trouxe e continuará a trazer em todos os setores de atividade.

Este apoio está disponível tanto para trabalhadores por conta de outrem quanto para trabalhadores independentes com rendimentos empresariais ou profissionais, bem como empresários em nome individual e sócios de sociedades unipessoais. Cada trabalhador poderá beneficiar de um subsídio máximo de 750€ por ano, independentemente do número de formações realizadas e da modalidade da formação (presencial ou online).

“Num ambiente digital em constante evolução, a FLAG assume o compromisso de equipar os profissionais com as habilidades digitais fundamentais necessárias para se destacarem no mercado de trabalho. Com o programa Cheque Formação + Digital, todos os interessados têm agora uma motivação extra para investir nas suas competências digitais, e reforçarem o seu currículo para enfrentar as mudanças que se avizinham. A FLAG posiciona-se deste modo, como o parceiro de confiança, sólido e com experiência que o poderá acompanhar nesta jornada de crescimento profissional, através de uma variedade de cursos perfeitamente adaptados às exigências deste programa”, afirma Gabriel Augusto, Diretor da FLAG.

 

Como fazer a candidatura ao Cheque Formação + Digital?

1. Escolhe o teu curso

A FLAG, enquanto entidade de formação amplamente reconhecida e certificada pela DGERT, disponibiliza um amplo portefólio de cursos dentro das áreas que se enquadram com o apoio Cheque Formação + Digital, tais como Marketing Digital, Programação Web, UX & UI e Inteligência Artificial, entre outras.

2. Reúne a documentação necessária

Organiza todos os documentos de que necessitas para te candidatares ao Cheque Formação + Digital, tais como:

  • Comprovativo IBAN
  • Comprovativo de Não divida SS e AT
  • Declaração compromisso de Honra (Anexo 1)
  • Memória Descritiva (Anexo 2)
  • Documentos relativos à ação formação, que poderás solicitar à FLAG:
      • Anexo 3 (se se tratar de um curso por realizar) ou Anexo 4 (se se tratar de um curso já realizado)

     

3. Acede ao portal do IEFP

O Cheque Formação + Digital tem um regime de candidatura aberta. As candidaturas podem ser feitas através de formulário online, disponibilizado no portal  do IEFP.

 

A tua candidatura vai atravessar dois momentos essenciais: o momento de apresentação de candidatura, em que vais precisar de submeter os documentos listados acima, e a partir desta candidatura existirá um período de 30 dias úteis de avaliação pelo IEFP à mesma. Após esta avaliação, surge então o momento de encerramento de candidatura, onde deverás apresentar o comprovativo de pagamento do curso.

A decisão final de apoio é da exclusiva responsabilidade do IEFP segundo os critérios por eles definidos. A FLAG não tem qualquer influência no processo e não pode garantir o seu resultado positivo.

Se tiveres dúvidas ou precisares de ajuda, a nossa equipa de consultores de formação estará sempre disponível para te ajudar. Podes entrar em contacto connosco através do seguinte email: querosabermais@flag.pt.

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Todos os cursos estão disponíveis em formato presencial (Lisboa e Porto) e/ou online em tempo real (Live-Training). As vagas são limitadas, por isso aproveita estas #FLAGdeals e faz a tua inscrição o quanto antes! 😊

AO blog post hor FT A Revolução da Inteligência Artificial: Desafios e Oportunidades no Mundo do Marketing

A Revolução da Inteligência Artificial: Desafios e Oportunidades no Mundo do Marketing

Na era digital, a inteligência artificial (IA) desponta como um dos temas mais discutidos e relevantes para os profissionais de marketing em Portugal. Na #FLAGtalks de junho, com o tema “AI aplicada ao Marketing Digital”, vários especialistas destacaram a transformação que a tecnologia trouxe e a sua crescente influência no contexto atual. A inteligência artificial passou de um mero hype para uma realidade indispensável, trazendo consigo tanto benefícios quanto desafios. 

Marlene Gaspar, Diretora-Geral da LLYC Portugal, ressaltou a importância da IA, afirmando: “A inteligência artificial veio para facilitar a nossa vida, e o seu impacto é inevitável. Devemos tentar encará-la como um aliado, mas obviamente, não negligenciando os perigos que ela acaba por trazer (…) Também acho que o segredo é saber como fazer as perguntas para receber a informação que queremos”. Compreende-se assim, que a IA possui potencial para impulsionar novas funções e melhorar o trabalho dos profissionais, mas que também é preciso estar atento aos receios e medos relacionados com direitos autorais. 

Um dos aspetos cruciais abordados foi o impacto da crise económica no setor do marketing e como esta poderá influenciar a “receção” da IA. Marlene Gaspar destacou a importância do comportamento económico nesse contexto, e reforçou que, tendencialmente, a crise económica afeta diretamente o orçamento das empresas, levando-as a retraírem os seus investimentos. No entanto, Marlene Gaspar enfatizou que as marcas que investem em marketing e comunicação durante períodos de crise são as que obtêm maior retorno. 

Rita Tomé Duarte, Consultora de Marketing, Comunicação e Estratégia e Managing Partner da Yoomen, destacou o papel do ChatGPT como uma das principais tendências atuais: “O hype do momento é o ChatGPT. E que marca, com o seu lançamento a 30 de novembro de 2022, o início do terceiro verão da Inteligência Artificial”. Rita Tomé Duarte ressaltou a importância de compreender o que é a inteligência artificial na prática, afirmando: “É um modelo preditivo, estatístico, que faz correlações e que é cada vez mais importante porque permite ser bom naquilo, em que nós humanos, temos limitações, que é analisar quantidades infinitas de dados. O segredo está na sabedoria das perguntas que colocamos: o que é que eu quero resolver? O que é que eu quero responder? Que dados tenho e que dados é que eu preciso ter para a alimentar o algoritmo para obter uma resposta à pergunta que coloco?”. E alertou também para a importância de as empresas definirem qual o papel da IA no contexto empresarial: “Diz-se que os dados são o novo petróleo e que agora inteligência artificial é a nova eletricidade. As tecnologias são todas neutras. Mas quem as usa são os seres humanos e, portanto, podem usá-las para o bem e para o mal. Assim, a primeira coisa que uma empresa deve elaborar é o seu manual de ética da inteligência artificial corporativo e clarificar muito bem, onde é que quer chegar com a utilização da IA nas várias áreas”. 

“(…) o segredo está na sabedoria das perguntas que colocamos: o que é que eu quero resolver? O que é que eu quero responder? Que dados tenho e que dados é que eu preciso ter para a alimentar o algoritmo?”  

Rita Tomé Duarte, Consultora de Marketing, Comunicação e Estratégia e Managing Partner da Yoomen.

A discussão sobre o potencial da IA levou à reflexão sobre o seu papel no futuro do mercado de trabalho: a IA substituirá os profissionais? Mário Alcântara, Head of Digital da Innovagency, afirmou: “Quem nos vai substituir não é inteligência artificial, mas sim os profissionais que vão saber usar a inteligência artificial“. 

“Quem nos vai substituir não é inteligência artificial, mas sim os profissionais que vão saber usar a inteligência artificial.“

Mário Alcântara, Head of Digital da Innovagency. 

Apesar das vantagens da IA, Mário Alcântara também enfatizou a importância da criatividade humana: “Temos exemplos de estudos que medem emoções, e só nós humanos conseguimos utilizar uma linguagem com sentimento que um sistema não consegue. E isso vai exigir que os copywriters sejam realmente criativos para que dessa forma consigam fazer a diferença”. 

No entanto, é preciso ter em mente que a IA é uma ferramenta neutra, dependendo dos seres humanos para decidir como utilizá-la. Marlene Gaspar ressaltou que o impacto da IA ainda está em desenvolvimento: “Não sabemos qual é o impacto da inteligência artificial e se ela vai trazer realmente valor à criatividade. A esperança é que a IA seja utilizada de forma inteligente, valorizando o ser humano por detrás de cada clique”.

A revolução da inteligência artificial traz desafios e oportunidades para o mundo do marketing. A IA pode facilitar processos, fornecer insights valiosos e impulsionar a eficiência das agências. No entanto, é fundamental compreender as suas limitações e reconhecer que a criatividade humana e a capacidade de compreensão emocional continuam a ser importantes.  

“A Inteligência Artificial veio para facilitar a nossa vida e o seu impacto é inevitável.”

Marlene Gaspar, Diretora-Geral da LLYC Portugal. 

Vê ou revê a conversa completa da #FLAGtalks >> “AI aplicada ao Marketing Digital”

zonaii Zona II está de volta!

Zona II está de volta!

Estão abertas as candidaturas ao segundo ano das bolsas de estudo e programa de mentoria do Zona II.

Este ano os participantes devem responder a um desafio criativo: “É livre e queremos que te defina e caracterize. E como neste segundo ano contamos com a Sumol como parceiro, queremos que te inspires no universo da marca que é jovem, desafiador, livre e urbano para nos trazeres uma proposta à altura. O pretendido é que nos mostres quem és e libertes a tua criatividade seja através de um texto, desenho, outdoor, música, poema, instrumental, um anúncio ou ideia publicitária, uma ilustração, vídeo, filme, fotografia ou até um tiktok.”, indicam os mentores do projeto.

O programa  Zona II  X Sumol, com a co-organização do Clube Criativos, conta com o apoio da FLAG, através da oferta de bolsas de estudo inteiramente gratuitas, para alunos do ensino secundário e pessoas com o 12º ano de escolaridade que demonstrem o interesse e talento. Juntamente com as bolsas, o Zona II X Sumol, mantém o programa de mentorias, no qual reputados profissionais voluntários cedem o seu tempo para apoiar e orientar jovens sobre diferentes disciplinas da criatividade, design, publicidade e a comunicação comercial.

O Zona II é um programa de inclusão e diversidade para o mercado criativo português criado em parceria com o Clube de Criativos de Portugal. No primeiro ano do projeto (2021), mostrou aos jovens da periferia de Lisboa o que é o seu mercado, o que é trabalhar em criatividade, em design e em publicidade, e com isso iniciaram um programa de mentoria e de bolsas de estudo junto das principais escolas de criatividade do país e conseguiu colocar doze jovens a estudar, e quatro estão atualmente colocados no mercado de trabalho.

Esta iniciativa, desenvolvida pelo Will de Carvalho (ex-formando FLAG) e a Maria Goucha em parceria com o Clube Criativos Portugal, visa aproximar e trazer novas visões, talentos, referências e insights oriundos das periferias e de pessoas com menos acesso ao setor das indústrias criativas.

BOLSAS 2022/2023

As candidaturas para as bolsas realizam-se através deste formulário na página Zona II no site do Clube, até 1 de junho de 2022.

Regulamento do concurso 

ELEGIBILIDADE

São elegíveis candidatos de todas as idades, com o 12º ano de escolaridade.

A candidatura a cada uma das bolsas é feita através de uma carta com uma breve apresentação pessoal e onde o candidato deve explicar a sua motivação para seguir a área escolhida e a razão pela qual merece a bolsa.

São elegíveis candidatos que respondam a todas as questões do questionário online e demonstrem ser os mais criativos na resposta ao briefing lançado.

Todas as cartas de apresentação e respostas criativas são analisadas por um júri composto por elementos da Zona II, CCP e escola à qual o aluno se candidata.

A partir de todas as candidaturas válidas, o júri escolhe uma shortlist para passar à fase seguinte. A entrevista é o fator final e decisivo para encontrar o vencedor e o concorrente deve apresentar aí o seu certificado de habilitações. 

A decisão do júri é final.

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post LKD TEDxPorto '22

TEDxPorto ’22

A edição de 2022 da TEDx está mesmo a chegar à Alfândega do Porto, e conta com o apoio oficial da FLAG.

No dia 2 de abril, poderás contar com um incrível painel de oradores capaz de te fazer despertar novas emoções e maneiras de ver o mundo, através de conversas e experiências motivacionais.

Este painel é composto por diversas personali­dades de diferentes áreas, como as ciências, onde se integra Bibi Groot, responsável pelo departamento de ciência comportamental na Four HQ, com o objetivo de ajudar empresas a criar equipas mais inclusivas e diversificadas.

O TEDxPorto ’22 traz consigo uma edição fora da caixa, privilegiando o “inconvencional”, quebrando tabus e com olhos postos no futuro. Pronto para pôr mãos à obra e dar asas à tua criatividade?

Enquanto patrocinador deste evento, a FLAG vai estar a oferecer, em exclusivo, a todos os participantes um webinar na área de Design Thinking, onde irás aprender “a fugir às convenções e usar a colaboração e a criatividade para ter ideias “inconvencionais””.

A FLAG não vai perder este evento. E tu, vais?

Não esperes mais e garante já o teu bilhete em  www.tedxporto.com

Se já tens o teu bilhete, não te esqueças de passar pelo espaço da FLAG, e de aproveitar para te inscreveres no webinar.

flag jobs

#FLAGjobs | Março 2022

Se queres dar um novo rumo à tua vida profissional, consulta as oportunidades dos nossos parceiros.

MANWINWIN – UX/UI Designer

Funções:

  • Planear e implementar novos projetos (APPs, Web & Desktop).
  • Melhorar o design de interfaces existentes.
  • Comunicar com o Tech lead e com o Product Owner para captação de requisitos.
  • Desenvolver requisitos técnicos e comerciais e sempre com foco em fornecer soluções intuitivas e centradas no utilizador.
  • Combinar a criatividade com a consciência dos elementos de design.
  • Crie protótipos para novas ideias de produtos.
  • Testar novas ideias antes de implementar.
  • Conduzir pesquisas contínuas ao comportamento dos utilizadores.

Perfil:

  • 3 a 5 de experiência com provas dadas em projetos entregues e bem aceites pelo cliente final.
  • Mais vocacionado para UI (60-80%) mas com competência em UX (40-20%).
  • Fluente em edição de imagem: Illustrator, Photoshop.
  • Fluente em ferramentas de prototipagem (XD, Figma, etc).
  • Capacidade de conceber interface design para produtos existentes e novos (Desktop, Web, APPs).
  • Experiência de design em Mobile, WEB e Desktop Applications (windows).
  • Experiência e trabalho feito em projetos b2b.
  • Projetos concretos (comprováveis – portfolio) em UI/UX.

Outros detalhes:

  • O candidato será selecionado com base nas hard skills referidas acima, mas as soft skills serão igualmente importantes. Queremos alguém que:
    • Tenha uma boa base nos conhecimentos requeridos e tenha gosto por aprender.
    • Goste de autonomia no trabalho e se sinta bem a trabalhar remotamente (mas tem de estar em Portugal, para nós isso é importante), com um regime de ‘visitas ao escritório’ de, por exemplo, 1 vez por semana ou 1 vez a cada 15 dias.
    • Seja dedicado, tenha gosto e tenha brio no trabalho que faz.
    • Que tenha o mindset que nós temos na nossa empresa: a empresa e o trabalho não são o mais importante, temos todos uma vida fora da empresa e isso está sempre em primeiro lugar. Aqui ninguém trabalha aos fins-de-semana, fora de horas ou num ambiente de tremendo stress.
    • Queira aprender e saber mais sobre novos temas.
    • Haverá muita formação aos nossos programadores paga pela empresa.

Candidatura: Envia um email com o CV actualizado para jcasimiro@navaltik.com .


HIPOGES – Marketing Analyst Real Estate

Funções:

  • Desenhar, gerir e implementar campanhas de marketing para o departamento de Real Estate.
  • Definir as ações em cada um dos canais da empresa (web, mail, offline, etc.).
  • Em conjunto com o Marketing Manager e a equipa de Marketing Real Estate, assegurar a implementação das estratégias de marketing e supervisionar a sua correta execução.
  • Acompanhar o budget definido para o departamento, alinhado com os objetivos estratégicos definidos.
  • Elaborar relatórios de acompanhamento das ações de marketing semanais, mensais e trimestrais.
  • Fazer análises das ações realizadas e propor melhorias que gerem impacto no número de contactos e vendas.
  • Trabalhar em estreita colaboração com os restantes departamentos da empresa para desenvolver as estratégias definidas.

Perfil:

  • Experiência mínima de 3 anos na área de marketing, preferível no setor imobiliário.
  • Pensamento analítico que permite desenvolver relatórios e deles tirar conclusões, propondo melhorias.
  • Prestar atenção aos detalhes e ter pensamento crítico para propor melhorias e resolver problemas.
  • Capacidade de gerir vários projetos simultaneamente e trabalhar sob pressão.
  • Perfil transversal capaz de comunicar e interagir com os diferentes departamentos da empresa.
  • Nível avançado de Excel.
  • Nível mínimo de inglês B2.
  • Espanhol como língua será valorizado.

Outros detalhes:

  • A Hipoges é uma entidade empregadora que promove oportunidades iguais e mantém um ambiente de trabalho livre de discriminação, onde as pessoas são tratadas com dignidade e respeito. A Hipoges não discrimina candidaturas em função de raça, etnia, nacionalidade, religião, idade, género, orientação sexual, deficiências ou qualquer outra característica protegida pela aplicabilidade da legislação. Aderimos a estes princípios em todas as dimensões da empregabilidade, incluindo recrutamento, contratação, formação, compensação, promoção e benefícios.

Candidatura: Envio de currículos aqui.


COFINA – UX (User Experience)

Funções:

  • Estudar, planear e desenvolver métodos e pesquisa de UX.
  • Implementar uma estratégia de estudos de utilizadores e testes de usabilidade.
  • Analisar e apresentar os resultados de pesquisa para os diversos departamentos.

Perfil:

  • Experiência na definição de estratégia de UX, métodos e implementação em colaboração com outros departamentos.
  • Fortes conhecimentos em UX Research.
  • Fortes conhecimentos em Usabilty Design.
  • Bons conhecimentos de arquitetura de informação.

Outros detalhes:

  • Capacidade de comunicação, apetência para trabalho em equipa e interesse num projecto desafiador, são características que procuramos neste profissional.

Local: Lisboa.

Candidatura: Envio de currículos para recrutamento@cofina.pt.


FCCN – Full Stack Developer

Funções:

  • Desenvolver serviços de multimédia dirigidos para a comunidade académica nacional.
  • Desenvolvimento e manutenção de plataformas de ensino a distância.
  • Desenvolvimento de websites e aplicações web.
  • Exploração de novas tecnologias de vídeo sobre IP.
  • Desenvolver e manter serviços de webconference, streaming, lecture recording, VoD, Realidade Virtual e Aumentada.

Perfil:

  • Experiência mínima de dois anos em programação e desenvolvimento web.
  • Licenciatura (pré-bolonha) ou Mestrado (pós-bolonha) na área de informática.
  • Desenvolvimento Web (HTML5, CSS).
  • Linguagens de programação: Ruby on Rails, PHP, JavaScript (React).
  • Bases de dados: MYSQL.
  • Design UX/UI.
  • Administração de sistemas.
  • Ferramentas de Gestão e Automação (Ansible, Docker, Jenkins).
  • WebRTC, Solr, Redis, FFMPEG, Moodle (LTI), Video.js.
  • Capacidade de Atualização Técnica.
  • Capacidade de Planeamento.
  • Capacidade de Execução.
  • Capacidade de Organização.
  • Capacidade de Análise (sistematização).
  • Rigor / Atenção ao Detalhe.
  • Autonomia na execução de tarefas.

Outros detalhes:

  • Integração numa equipa jovem e dinâmica.
  • Formação contínua, auxiliando também na criação de conteúdos para formar terceiros.
  • Bom ambiente de trabalho, com acesso a um Campus acolhedor e bem localizado em Lisboa.
  • Interação com outras equipas quer a nível nacional quer internacional.
  • Flexibilidade de horário de trabalho.
  • Gestão por objetivos.

Candidatura: Envio de currículos para beatriz.dias@fccn.pt .


DECATHLON – Full Stack Developer (m/f)

Função:

  • Desenvolver aplicações que permitam impulsionar a eficiência das nossas equipas.
  • Manter e desenvolver novas funcionalidades sempre que for pertinente.
  • Formar os utilizadores nas diferentes plataformas.
  • Garantir que os pressupostos de segurança são garantidos de forma contínua.
  • Apoiar diferentes departamentos no desenvolvimento de outras aplicações que sejam concebidas por parceiros externos.

Perfil:

  • Conhecimentos de PHP (Laravel), SQL, HTML, CSS, Javascript, (Docker e Kubernetes preferencialmente).
  • Apaixonado por programação e problem-solving.
  • Autodidata e curioso.
  • Organizado e Responsável.
  • Pró-ativo e autónomo.
  • Bons conhecimentos de Inglês.
  • Desportista praticante e/ou apaixonado pelo seu desporto.
  • Perfil Júnior.

Outros detalhes:

  • Integração em equipa jovem, dinâmica e informal.
  • Remuneração fixa + variável.
  • Projetos transversais que vão para além da função do dia-a-dia.
  • Processo de revisão salarial anual individualizada com base no mérito e potencial.
  • Contrato sem termo (efetivo), seguro de saúde e seguro de vida.
  • Acionariado, possibilidade de ser acionista da empresa.
  • Carteira de benefícios económicos e comerciais com mais de 1000 parceiros.

Local: Amadora, Lisboa

Candidatura: Envio de currículos a partir daqui.

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AO blog post hor Marketeer4 #FLAGvox | "Sou do tempo… Vamos ser do tempo…"

#FLAGvox | “Sou do tempo… Vamos ser do tempo…”

«Espero um dia poder dizer que fui do tempo em que as empresas aprenderam verdadeiramente a ouvir, ler e interpretar as suas audiências», conta Ana Lima, formadora da FLAG, num artigo de opinião escrito para a Revista Marketeer.

Gosto muito da expressão “sou do tempo”. Porque nos lembra o que já fizemos, o que já vivemos, as experiências que nos fazem ser. E, sim, já sou do tempo de algumas coisas. Sou do tempo do fax, do telex e da internet a fazer barulho a ligar. Sou do tempo do jornal em papel e das cartas dos leitores que eram mesmo cartas.

Mas também sou do tempo da revolução da internet e da mudança para uma conexão global e constante. Também sou do tempo do conteúdo digital e das redes sociais em massa.

A verdade é que daqui a uns anos (não muitos), acredito que vamos dizer que fomos do tempo da verdadeira revolução digital. Também que fomos do tempo da pandemia, das máscaras, do isolamento e do tempo em que distância social não era uma expressão anormal como deveria ser. Mas, acima de tudo, que assistimos à explosão digital das empresas, forçadas a sobreviver em circunstâncias peculiares. Assistimos também ao surgimento de novos negócios, novas empresas, novos empreendedores, novos corajosos sobreviventes digitais.

Também fomos do tempo da criação de novos públicos, novas audiências digitais que até aqui nunca foram e nunca pensaram ser. Novos consumidores digitais, com diferentes regras e, acima de tudo, diferentes expectativas. Mudam as jornadas, os pontos de contacto e as regras de comunicação.

O próximo tempo é, por isso, tempo de mudança sem paradoxo. Mas o que já era muito importante tornou-se vital: análise, métricas e acompanhamento constante destas audiências que nos dizem tudo, só precisamos de estar atentos.

As empresas dedicadas exclusivamente ao marketing digital já o fazem, e bem, há muito tempo, mas em todos os outros negócios percebemos alguma dificuldade de interpretação dos dados. Quem lida diariamente com empresas de diferentes tamanhos, formatos, idades e rentabilidades, percebe que em todas há uma questão comum: as falsas expectativas. Acreditam, de alguma forma, que o digital é solução sem grande esforço e sem grande investimento e têm uma grande desilusão quando percebem que é possível, sim, mas com tempo para análise, investimento e trabalho árduo.

Será também o tempo de trazer o consumidor para os nossos espaços. Não é por acaso que o user generated content é já uma das tendências mais estudadas e investigadas dentro desta área. É, quando bem feita, uma estratégia vencedora.

Espero, por isso, um dia poder dizer que fui do tempo em que as empresas aprenderam verdadeiramente a ouvir, ler e interpretar as suas audiências, sabendo assim a forma certa de chegar até essas mesmas audiências, com conteúdo pertinente, abordagens certeiras e vendas relevantes para todos.

Artigo de opinião em: Marketeer. | Texto de: Ana Lima.

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