agenda flagtalks #FLAGtalks Agenda Janeiro'22

#FLAGtalks Agenda Janeiro’22

As #FLAGtalks de Janeiro já estão agendadas, por isso, está na hora de decidires quais as que vais querer assistir e, marcá-las na tua agenda:

Contamos contigo!

AO blog post hor JE #FLAGvox | "FLAG lança e-book gratuito sobre novas profissões digitais"

#FLAGvox | “FLAG lança e-book gratuito sobre novas profissões digitais”

Ricardo Costa, UX Designer na Critical Techworks e formador FLAG, autor do e-book, explica ao Jornal Económico o que faz o UI/UX Designer e onde estão as oportunidades de trabalho para os profissionais com esta especialidade.

O que faz o UX designer e o UI designer? A empresa FLAG colocou no mercado um e-book gratuito para todos os que querem saber. A empresa tinha anteriormente lançado um e-book sobre as Tendências do Marketing para 2021. Ricardo Costa, UX Designer na Critical Techworks e formador FLAG, fala-nos do UX/UI Design, uma área em constante evolução.

As áreas de User Interface e User Experience design têm ganho cada vez mais notoriedade mas, o que significa, na verdade, cada uma delas? Estão interligadas?

De uma forma muito genérica, UI (em português, interface do utilizador) design concentra-se na aparência do produto e na interação, enquanto que o UX (em português, experiência do utilizador) design foca-se mais no percurso que o utilizador realiza e nas emoções que sente ao longo da sua experiência com o produto. Costumo utilizar o exemplo da Ponte D. Luís no Porto, em que a estrutura da ponte, os seus parafusos, as vigas, a estrada são a interface (UI), enquanto que atravessar a ponte, a sensação do vento ou a vista, são a emoção que a experiência (UX) nos proporciona. Se está a começar na área, é importante compreender que UI e UX estão sempre ligados num produto digital e não existe um produto digital apenas com um destes conceitos. Vale a pena salientar que estes dois campos são bastante amplos e estão em constante evolução.

E o UI Design, o que é?

User Interface Design é o processo de criação de interfaces digitais funcionais, focado na aparência ou estilo, que vai permitir ao utilizador navegar de forma intuitiva durante a sua jornada, para cumprir o seu objetivo.

Na prática, o que faz um UI Designer?

O UI Designer desenha o layout que irá comunicar visualmente a experiência que o utilizador vai ter para realizar as suas tarefas. Cria a tipografia, ícones, esquema de cores e outros elementos interativos que vão solucionar diretamente os problemas de interação no produto. É essencial que o UI Designer garanta que o utilizador consegue interagir com o produto de uma forma intuitiva e eficiente sem nenhuma distração, focando-se na consistência de elementos e comportamentos e na clareza e valor do conteúdo. É importante salientar também que UI e UX não trabalham apenas no que é visual. As Interfaces de Voz (VUI) têm sido também um campo em forte evolução, onde o UI e UX Designer pode também trabalhar na criação dos fluxos e interfaces de voz, como por exemplo os assistentes virtuais Alexa, Siri, OK Google.

Falemos da UX Design. No que consiste?

User Experience Design foca-se em projetar a relação de um utilizador à medida que ele executa um determinado conjunto de tarefas, que influenciam a compreensão de um produto/serviço como um todo. Quando não existe preocupação com a experiência de um produto, é comum acontecerem algumas situações em que o utilizador sente que a aplicação é muito difícil de utilizar, como por exemplo, não conseguir finalizar um pagamento numa loja online, acabando por causar alguma frustração.

O que faz um UX Designer?

O UX Designer deve preocupar-se sempre com os utilizadores que vão usar o produto, logo é importante pesquisar mais sobre a audiência e quais as suas necessidades. Deve ser um solucionador de problemas, ter boa comunicação e persuasão uma vez que estará muito em contacto com os utilizadores e business stakeholders para apresentar os seus designs. Ser apaixonado por design também é essencial, bem como ter um bom senso de conhecimento de modelos mentais e capacidade de traduzi-los em interfaces de utilizador com as quais estes se possam relacionar facilmente. Com efeito, a atenção ao detalhe desde o processo de pesquisa até às mockups é outro aspeto muito importante no trabalho de um UX Designer.

Há muitas empresas a recrutar nesta área?

A área tem vindo a crescer e a procura é cada vez maior. As grandes empresas com espírito disruptivo e inovador estão à frente do mercado por um motivo: elas estão sempre à procura de novas e melhores formas de conquistar os seus utilizadores e clientes. E uma das melhores formas é colocar o utilizador no centro do seu processo, preocupando-se com as necessidades dele. Desta forma, estas empresas munem-se dos melhores profissionais de UI e UX que possam garantir a melhor qualidade na criação destes produtos para os seus clientes. O sucesso destas empresas tem vindo a funcionar como modelo para que outras empresas olhem para o profissional de UI e UX como um investimento que trará melhor eficiência aos seus produtos e satisfação aos clientes.

Onde é que uma pessoa com competências nesta área pode trabalhar?

A pandemia trouxe um novo paradigma à forma como trabalhamos, tornando o trabalho remoto uma realidade, potencializando as oportunidades nesta área. Podemos estar a viver em Portugal e trabalhar para uma empresa que tenha sede noutro país. Esta nova forma de trabalhar acelerou a transformação digital de muitas empresas, criando ainda mais espaço para UI e UX Designers. Uma pessoa com competências nestas áreas pode trabalhar no setor de IT de empresas de desenvolvimento de softwares, startups, consultorias, entre outras que desenvolvam produtos digitais. Pode também trabalhar em agências que tenham departamentos com produtos digitais e web. Remotamente, como mencionei anteriormente e também como freelancer.

Para terminar, ao examinar todos os aspetos do seu produto/serviço de forma aberta e honesta, irá obter uma ideia muito melhor de como é a experiência do utilizador atual, mas também terá a análise do que pode ser capaz de fazer para melhorar a experiência do utilizador. Partilho algumas questões: Como poderia fazer o seu utilizador sentir-se melhor ao usar o seu produto/serviço? O que poderia fazer para tornar isso mais fácil ou simples para o utilizador? Como poderia aumentar a utilidade do seu produto/serviço para o utilizador? O que poderia fazer para tornar os resultados da experiência do utilizador mais impactantes e agregar mais valor para eles?

Entrevista em: Jornal Económico.

Acede gratuitamente ao eBook FLAG | UX/UI Design:

FLAG_ebook_uxui
AO blog post hor Marketeer3 #FLAGvox | "É impossível falar de transformação tecnológica sem UX/UI Design"

#FLAGvox | “É impossível falar de transformação tecnológica sem UX/UI Design”

O que é o UX Design? E o UI Design? Vivem um sem o outro? É a estas e outras questões que o novo e-book gratuito da FLAG responde, ajudando a desenvolver as competências daqueles que querem saber mais sobre a experiência do utilizador com softwares.

Gabriel Augusto, director da escola de marketing, refere, em entrevista à Marketeer, que esta é uma das «áreas emergentes da actualidade com crescente procura por parte das empresas, tanto em Portugal, como no estrangeiro». Por isso mesmo, decidiram disponibilizar sem custos este livro digital, para «sistematizar a partilha de conhecimento e experiência, de profissionais para profissionais ou interessados na área».

Embora seja gratuito e explique as bases da área, o “UX/UI Design” não é um ‘guia para totós’. Tem como propósito ajudar quem quer saber quais as skills a desenvolver para se especializar em UX/UI Design e para quem está a dar os primeiros passos na área. Sendo uma vertente em ascensão, são ainda muitas as dúvidas sobre o que é User Experience e User Interface e como estes se relacionam entre si, logo a FLAG decidiu pôr mãos à obra e, com a ajuda de especialistas no mercado, recolheu informações úteis sobre um tema cada vez mais relevante no mundo digital.

De facto, «é impossível falar de transformação tecnológica sem [passar] pelo UX/UI Design», atesta Gabriel Augusto. «No nosso quotidiano não temos essa consciência, mas o mundo digital que nos rodeia só é possível graças ao design com foco na interface e na experiência do utilizador. Basta pensarmos na evolução desde o primeiro computador, que tinha a dimensão de uma sala, para os portáteis actuais que se transportam facilmente. Sem a utilização do UX/UI Design, existiria uma realidade muito diferente daquela que conhecemos hoje.»

Mas afinal o que é o UX/UI Design? O director da FLAG explica: «De uma forma breve, podemos dizer que UI Design (User Interface Design) se centra na aparência do produto e na interacção do utilizador com este. O UX Design (User Experience Design) está focado no percurso que o utilizador faz e nas emoções que sente ao longo da sua experiência.»

E de que forma as marcas podem beneficiar destes campos? Segundo Gabriel Augusto, «nunca, como agora, as marcas se preocuparam tanto com a experiência dos seus clientes na compra dos seus produtos, assim, como com a opinião do seu público sobre a própria marca». Desta forma, «criar uma imagem positiva para os clientes é essencial e é um factor decisivo no momento de escolher entre uma marca ou o seu concorrente».

Gabriel Augusto explica ainda que o UX/UI Design surge como «uma forma de marcar uma posição de destaque ao procurar resolver as necessidades dos clientes e, ao mesmo tempo, poupar tempo e recursos à empresa». É uma ferramenta que proporciona pesquisa e planeamento e, ainda, testes de usabilidade, permitindo que os produtos – desenvolvidos com foco nas pessoas – não necessitem de alterações acentuadas, tornando-os mais competitivos no mercado e levando a um reflexo positivo directo nos resultados da marca.

Ainda que não seja uma tendência nova, o UX/UI Design está cada vez mais globalizado, com tendência a crescer devido ao trabalho remoto, e este e-book, finaliza Gabriel Augusto, pode ajudar a «alertar para as oportunidades associadas ao UX/UI Design para quem ambiciona entrar nesta área, mesmo que a sua experiência profissional não aparente ter alguma ligação».

Artigo de Opinião em: Marketeer. | Texto de: Beatriz Caetano.

Campanha Natal FLAG 2021

Já tens planos para 2022?

2021 está a terminar. Já planeaste o que pretendes fazer em 2022? Traçaste objectivos?

Na FLAG, temos descontos exclusivos que te irão ajudar nas tuas decisões para o próximo ano:

10% de desconto em todos os
Cursos FLAGProfessional e Percursos
&
15% de desconto numa selecção de
Cursos Especializados

Escolhe a área em que gostarias de te especializar, consulta os cursos disponíveis, escolhe a data/horário mais indicado para ti, e inscreve-te!
Não percas esta oportunidade e começa já a planear o teu próximo ano!

Campanha válida para inscrições até 31 de dezembro de 2021, nas edições do primeiro trimestre de 2022!
Edições FLAGProfessional com vagas limitadas.
Cursos Especializados com poucas vagas disponíveis.

FLAGProfessional:

 

Percursos:

 

Cursos Especializados:

 

Office em E-Learning (50% de desconto):

____________

 

CONDIÇÕES:

  • Promoção válida nas edições a iniciar durante o 1º trimestre de 2022.
  • Campanha válida nos centros de Lisboa, Porto e Coimbra (nos formatos live-training e presencial).
  • Campanha válida para inscrições até 31 de dezembro de 2021.

 

____________

Sobre os Cursos FLAGProfessional….

Os cursos FLAGProfessional são cursos de longa duração, com uma abordagem completa e multidisciplinar de conteúdos. Orientados para o mercado profissional, estes cursos têm por objetivo dotar os participantes dos conhecimentos técnicos e teóricos para o desenvolvimento das competências profissionais, através de módulos de formação destinados à utilização de ferramentas específicas, workshops e sessões teóricas complementares. No final dos cursos os alunos com avaliação superior a 16 valores têm a possibilidade de integração em empresas parceiras da FLAG, para estágio.

AO blog post hor EAM #FLAGvox | "Não. Isto não são só profissões de homens"

#FLAGvox | “Não. Isto não são só profissões de homens”

Um artigo escrito por várias formadoras da FLAG, uma escola especializada em Design, Criatividade e Comunicação, sobre cursos e profissões que ainda são vistos apenas para homens.

A tecnologia mudou a forma como víamos o mundo, e não só. A par dos avanços tecnológicos temos assistido também a uma mudança de mentalidades.

“A Internet e a democratização no acesso à informação foi um motor muito grande de mudança. E se há uns anos, para os nossos pais, ser professora, médica ou advogada, era o que nos permitia ter uma vida estável e de sucesso. Hoje, a tecnologia é uma área com mais saídas, oportunidades e estabilidade”, explica Sofia Santos Rafael, Senior Manager | Digital Projects & eCommerce Team @ Marketing Dptm na Stricker e formadora FLAG.

Da mesma opinião é Marisa Loureiro, formadora FLAG na área de UX/UI Designer, ao afirmar que o mercado da tecnologia tem-se transformado e crescido ao longo dos tempos: “O avanço da tecnologia e o rumo das coisas, cada vez mais viradas para o digital, também ajudaram a um maior crescimento desta área”.

Ainda há bem pouco tempo, entre os anos 90 e 2000, as profissões tecnológicas eram desempenhadas por mais homens do que mulheres. “Às mulheres estavam reservadas funções ‘satélite’, como secretária, assistente, administrativa e outras que tais. Raríssimas eram as mulheres que ocupavam um cargo mais técnico”, conta Teresa Gaudêncio Santos, “T-Shaped” Marketer, Consultora e Formadora FLAG, ao relembrar a experiência que viveu no início da sua carreira.

No entanto, esta mentalidade tem vindo a mudar e, apesar de ainda existir muito por fazer ao nível da igualdade de oportunidades de emprego, temos assistido a grandes transformações, nomeadamente no mercado tecnológico: palco de revelação onde cada vez mais vozes femininas se têm feito ouvir.

Atualmente, vemos em muitas empresas mulheres com cargos de liderança. Contudo, como bem sabemos, nem sempre foi assim…

Vanessa Arlandis, Online Director na Moviflor e Formadora FLAG, acha que esta mudança de ‘chip’ foi “bidirecional”: “não foram só as mulheres que revelaram mais interesse por estas matérias, mas também as empresas que começaram a valorizar mais o trabalho das mulheres dentro destas áreas que eram, predominantemente, ocupadas por homens. A tecnologia sempre foi muito exigente para quem trabalha nessas áreas e, talvez por isso, as mulheres não tinham lugar dentro das empresas, uma vez que sempre foram vistas como pouco disponíveis devido à conciliação com a vida pessoal. (…) A mudança cultural dentro das empresas onde, cada vez, mais se valoriza o ‘match’ entre a vida profissional e pessoal, levou a que não só mais mulheres vissem aqui uma oportunidade de fazerem aquilo que gostam e perceber que teriam essa possibilidade, assim como as empresas conseguiram detetar as vantagens de ter equipas mistas”.

Não é que exista “uma conspiração deliberada contra as mulheres” como diz Margo Pinto, Diretora de Data Insights & Estratégia na SA365 e formadora FLAG, mas é evidente que “precisamos de mais profissionais femininas nas áreas tecnológicas, para que não continuemos a considerar o sujeito mais comum de análise atual – human standard – que é, na verdade, men standard. (…) Sermos mais mulheres a trabalhar na área de Data & Insights não é só uma questão moral e ética. É uma questão científica, económica e tecnológica. É a única forma de desenvolver inovação”.

Na área tecnológica temos profissões “de” pessoas, desempenhadas por indivíduos, independentemente do seu género, como indica Teresa: “tudo se resume a isto: não são profissões de homens ou de mulheres (…) são profissões de pessoas. De pessoas metódicas e organizadas, com capacidades de trabalhar em multitarefa, de correlacionar temas. De encontrar soluções rápidas; de pessoas criativas, que querem resolver problemas quotidianos, inovar, descobrir, aprender e aplicar. Ora, tudo isto são características pessoais… não características exclusivas de homens ou de mulheres”.

Ana Maria Lima, Consultora e Estratega de Marketing de Conteúdo e SEO e formadora FLAG partilha da mesma opinião: “No Marketing Digital são muito importantes capacidades empáticas, capacidades de análise de perfis, experiências empíricas, conhecimentos que ultrapassam a técnica (…), o que conta é a capacidade de aprender e apreender, relacionar experiências e aplicar conhecimento. O género conta zero”.

Vera Maia, CEO na Shaeco e na Tudo Sobre eCommerce, e formadora FLAG, acrescenta: “não acredito que existam profissões para homens ou para mulheres. Mesmo aquelas que envolvem maior força física. As mulheres estão em maior número nas universidades e ocupam, cada vez mais, cargos de chefia. Qualquer mulher pode decidir estudar em qualquer área ou fazer uma mudança de carreira aos 50 anos”.

Se alguma vez estas profissionais sentiram preconceito de trabalhar numa empresa tecnológica onde existem mais homens do que mulheres? Algumas sim, outras nem por isso: “Senti sempre algumas dificuldades na relação de alguns homens com mulheres capazes, líderes e com mais potencial” partilha Ana; “há uns anos atrás ainda me deparei com reações condescendentes ou preconceituosas” sentiu Sofia; “não darem voz, não valorizarem o trabalho da mulher ou insinuarem que não pode evoluir mais na empresa em que está a trabalhar porque os postos de liderança não são para mulheres” conta Vanessa; “infelizes e comuns entrevistas de trabalho onde me perguntaram qual a profissão dos meus pais e se eu tinha namorado, ou o clássico ‘pensa vir a ter filhos?’…” desabada Margo. São vários os testemunhos destas profissionais do mundo digital.

Mas será que se deixaram intimidar por estas situações?
Não. São mulheres que se “impuseram”, “falaram a linguagem dos homens”, que mostraram que também entendiam da área”. Que hoje são recebidas com entusiasmo e como iguais nas suas áreas profissionais, e conseguiram fazer o seu percurso de crescimento profissional.

Sigam o conselho da Vanessa: “Mulheres, sem medo. Façam aquilo que gostam, estudem, adquiram experiência, e deixem que o vosso trabalho fale por vocês. Acreditem que as empresas querem pessoas com valor, seja qual for o seu género. A tecnologia é também uma área de mulheres, com cada vez mais mulheres no ativo e onde são cada vez mais reconhecidas no mercado (…) cada conquista é gratificante e porta aberta a várias mulheres”. E lembrem-se que ao contribuírem para “esta representatividade das mulheres nas áreas tecnológicas, sobretudo em posições de decisão, estão a aumentar as oportunidades de entrada profissional de outras mulheres, bem como, consequentemente, a aumentar a riqueza de perspetiva e diminuir o risco de perpetuar tendências de género” alerta Margo.

Artigo de Opinião em: Economia a Minuto.

AO blog post hor VE #FLAGvox | “Dia do Professor"

#FLAGvox | “Dia do Professor”

O que é ser formador?
Foi, ou tem sido sempre nestes moldes que me é colocada a questão, mas por estes dias o registo mudou. Na realidade a inquirição é a mesma, mas a tónica, o foco são outros. Reside na enumeração de fatores qualitativos e que me foram diretamente colocados com o propósito de dar a minha resposta ou visão opinativa – Vantagens e desvantagens de ser formador e qual a influência a nível profissional no aluno/formando?

Sendo esta questão, uma vez mais, um exercício de opinião e de experiência pessoal, a minha resposta, inevitavelmente, irá ser o reflexo de dois momentos marcantes e determinantes na forma com as dinâmicas educativas se alteraram. Sim, é uma vez mais a já habitual Antes da Pandemia/Durante a Pandemia/Após a Pandemia.

Enquanto formador, até Março de 2020, desvantagens a apontar seriam com toda a certeza zero. Ser formador só se traduzia em vantagens. Não! Não se trata de uma afirmação romantizada do que é ser formador nem de um discurso condescendente. É para mim ponto assente que o retorno sempre foi positivo, quer profissional, quer pessoal. Sim, pode-se falar das situações mais chatas e complicadas em sala, desde os comportamentos inadequados de alguns formandos, aos problemas técnicos, dos dias em que o próprio formador está mais cansado e de todo um conjunto de situações, acontecimentos, sucedidos que, na realidade, não fazem mais do que parte desta área profissional e como tal não devem ser encarados como desvantagens mais sim como primordialidades. Umas mais desafiantes que outras, é certo, e para quais temos que criar formas de contorno e adaptação. Ou seja, nada de desvantajoso aqui.

Este é o retrato que faço antes do evento pandêmico e ao qual junto mais alguns pontos positivos, como a presença em sala, que para além do contexto formativo, se traduzia igualmente num convívio bastante dinâmico com espaço para uma grande amplitude de temas sempre focados nos módulos e os seus paralelos. Tudo isto com a vantagem de observar in loco rostos, comportamentos e os olhares cheios de vontade de participar ou de satisfação por validação e claro também, o olhar vazio e perdido a pedir ajudar sem verbalizar.

Entre lockdowns e realidades mistas, todos os modelos profissionais e educativos foram-se adaptando. No caso das formações apenas se acelerou um processo que há anos vinha a ser implementado e que era a formação à distância. Designada por “Live Training”, “Formação Remota”, a formação não presencial ficou e será para muitos a norma e o principal modelo pós pandemia.

Vantagens quanto formador neste panorama? Para além das que já tinha enquanto profissional no modelo presencial há que acrescentar a possibilidade de chegar a mais formandos, qua na impossibilidade de se deslocarem aos grandes centros urbanos podem assim usufruir das formações. Descentraliza-se os serviços, o conhecimento e a qualificação das pessoas. Desvantagens? Para mim a perda da dinâmica social que só se consegue com a presença de diferentes personalidades dentro do mesmo espaço. Sim, pode-se afirmar que no modelo online o mesmo é possível de recriar, mas a clareza da mensagem entre interlocutores estará sempre comprometida, seja por questões técnicas ou porque em alguns casos a introversão acentua-se porque não há forma de a detetar numa primeira instância e revertê-la.

Ainda assim, apesar do distanciamento, não se perde a aprendizagem mútua, que pode ir desde questões técnicas a trivialidades, mas que não deixam de ser conhecimento e possíveis ferramentas, técnicas, teóricas, práticas… Em qualquer um dos contextos, e neste caso falando da minha experiência, o percurso como formador é sempre um complemento ao meu percurso enquanto designer. Não só porque há questões técnicas colocadas pelos formandos, que são tão específicas e personalizadas e que me obriga a explorar diferentes caminhos, acabando por os trazer inevitavelmente para a área do design, como também a visão de cada elemento de uma turma é por si só uma aprendizagem.

Que influência todos estes cenários têm na vida profissional e pessoal dos formandos? Numa forma muito fria e pragmática, para todos não deixa de ser um dos contactos mais assertivos com a realidade profissional e uma forma de contextualizar e recentrar objetivos. Ao longo destes anos assisti a casos de formandos que se inscreveram em cursos tendo uma determinada expectativa ou julgando que se enquadraria nos seus projetos a curto prazo e que a determinada altura, e porque também se foi mantendo um diálogo aberto e sincero, resolveram rumar para outras áreas. Estas casos são frequentes e não pensem que é sinónimo de desnorte ou irresponsabilidade, certamente já aconteceu com todos e será recorrente. Esta recorrência vem com natureza de algumas áreas formativas, que exploram mercados profissionais emergentes e como tal, o pleno conhecimento das suas realidades quer de funcionalidade quer de exigência técnica é uma ideia vaga para alguns.

O cenário oposto também acontece, sendo o mais predominante. Formandos que vem de consciência plena e aberta para a área formativa que se inscreveram, certos e convictos do percurso que têm pela frente. E mesmo aquelas que não trazem a mesma clareza, acabam por se surpreenderem ao descobrirem um gosto e uma capacidade de adaptação para com uma nova perspetiva e realidade profissional.

Em todos os casos o papel do formador é determinante, não só acaba por desempenhar um pouco o papel de orientador vocacional como é seu dever e responsabilidade fazer o enquadramento sempre atual da realidade profissional e das exigências de mercado, quer no âmbito das competências sociais, quer no âmbito das competências técnicas.

Artigo de Opinião em: Vida Económica. | Texto de: Ricardo Guerreiro.

AO blog post hor FAST TRACK MBA BY FLAG

FAST TRACK MBA BY FLAG

Atualmente, as empresas valorizam cada vez mais a experiência e o know-how especializado dos seus colaboradores. No exercício de funções, os profissionais devem  estar capacitados, tanto com conhecimentos específicos da área, como com a capacidade de assumir riscos e tomar decisões.

Nunca foi tão importante como agora, estudantes e profissionais estarem atentos às tendências e às ideias inovadoras da sua área, de forma a posicionarem-se positivamente no mercado em relação aos seus pares, de modo a destacarem-se e a evoluírem na carreira indo ao encontro de novas oportunidades profissionais

Tendo a consciência que a competitividade é acentuada e que existe a constante atualização das necessidades do mercado profissional, a FLAG disponibiliza dois cursos Fast Track MBA na sua oferta formativa.

Sinto-me realizada profissionalmente, e creio que o MBA da FLAG me ajudou a chegar a este ponto da minha carreira.

Sónia Silva, Ex-formanda do Fast-Track MBA em Marketing, Estratégia & Criatividade

Fast Track MBA em Marketing, Estratégia e Criatividade destina-se a todos os estudantes e profissionais que pretendam adquirir as competências necessárias em Marketing e Comunicação, quer para progressão de carreira nesta indústria, quer para o exercício de uma atividade em outros sectores. De facto, conhecimentos em áreas de marketing, gestão, relações públicas, planeamento de media, publicidade e design, são uma mais-valia.

Esta formação contribuiu para o meu objetivo de encontrar um novo emprego na área digital.

Marina Rosário, Ex-formanda do Fast-Track MBA em Marketing, Estratégia e Criatividade

Esta formação intensiva de 177 horas, é lecionada por profissionais reconhecidos nas suas áreas, e que têm como objetivo dotar os participantes de uma visão transversal e alargada dos vários domínios de atuação do paradigma atual de Marketing e Comunicação.

O networking do curso é uma mais-valia enorme, especialmente quando lidamos com profissionais de topo. O MBA abriu-me a porta para a minha primeira oportunidade no mercado de trabalho. Ainda mesmo durante o curso, foi-me dada a possibilidade de estagiar numa agência de publicidade e entrar na área que mais gosto.

Francisco Machado, Ex-formando do Fast-Track MBA em Marketing, Estratégia e Criatividade e da Academia de Criatividade Publicitária

Por sua vez, o Fast Track MBA em Business Design & Innovation pretende transmitir a perspectiva do mindset do design para a criação de novos modelos de negócio, perante os desafios contemporâneos, potenciando a criação de novas abordagens de negócio ou extensões de produtos, sempre focados nas reais necessidades das pessoas.

Design Thinking é uma competência-chave para todos os profissionais de organizações dos mais variados setores e dimensões.

Gabriel Augusto, Diretor da Flag e Formador do Fast Track MBA em Business Design & Innovation

Fast Track MBA em Business Design & Innovation é uma formação de caráter prático, de 138 horas, que procura fomentar o design como elemento de conceção de modelos de negócio, através de metodologias e ferramentas estratégicas de articulação e promoção da inovação utilizadas pelas empresas mais competitivas e inovadoras do momento.

MBA tem como objetivo fornecer um conjunto de conhecimentos e ferramentas para os profissionais que atuam ou querem atuar na linha de frente da inovação, seja dentro de uma grande organização ou com suas próprias empresas/projetos.

Glauco Madeira, Formador do Fast Track MBA em Business Design & Innovation

As formações nestes dois domínios têm permitido aos nossos formandos adquirirem valências indispensáveis para responderem de forma eficaz e eficiente às necessidades e exigências da sua vida profissional e das marcas,  por meio de formações com foco na vertente prática.

Não há como aprender sem fazer, e na FLAG faz-se todos os dias.

Manuel Banazol, Ex-formando do Fast-Track MBA em Marketing, Estratégia & Criatividade

Fica a conhecer as nossa formações ao detalhe:

AO blog post hor HR #FLAGvox | "Liga da Burocracia – como a Criatividade pode(rá) mudar o jogo!"

#FLAGvox | “Liga da Burocracia – como a Criatividade pode(rá) mudar o jogo!”

No último século e meio, a burocracia fez do trabalho em equipa um jogo em que funcionários (jogadores) concorrem entre si pelo prémio do derradeiro reconhecimento: a promoção! E à imagem da maioria dos jogos, neste também só pode existir um vencedor…

Em teoria, uma promoção deveria ser (apenas e só) a merecida recompensa pela competência técnica ou capacidade de liderança demonstradas por um determinado jogador. Mas na prática, são os que nunca se comprometem com difíceis decisões, os bajuladores, os políticos e os mais competentes a desviar responsabilidades e culpas que acabam por vencer.

Que não restem dúvidas: numa burocracia, os interesses individuais irão sempre sobrepor-se aos interesses da equipa e da organização. E a principal preocupação de quem trabalha, não é a de garantir o melhor desempenho possível em prol dos interesses da organização, mas sim a de assegurar a manutenção do seu posto de trabalho.

Hoje em dia, a burocracia não só revela o pior das pessoas (jogadores) como, salvo honrosas excepções, está longe de ser um sistema fiável na hora de organizar hierarquicamente uma empresa. E o pior é que estamos completamente conformados com a ideia de que a lentidão dos processos, a complexidade dos sistemas e a inércia de estruturas pesadas fazem parte das leis do jogo… e insistimos em esquecer que as únicas leis que nunca conseguiremos mudar são as da Física.

Repensar a forma burocrática como trabalhamos é urgente. Mas para que tal aconteça é imperativo adoptarmos a necessária predisposição que conduz à inovação. A tal inovação geradora de disrupção, que tem na criatividade o único recurso necessário.

A minha crença na criatividade para nos libertar deste colete de forças, reside no facto de ter sido ela própria a colocar-nos nesta situação, quando no início da Era Industrial encontrou na burocracia a resposta para fazer face à súbita necessidade de reorganizarmos o Trabalho e suprimirmos a aptidão que mais escasseava na altura: a competência administrativa.

A Wharton School, fundada em 1881, foi primeira escola de negócios a ser criada (mais uma vez, a criatividade humana a resolver um problema e a capitalizar uma oportunidade), à qual se seguiram (as não menos prestigiadas e elitistas) as academias de Harvard e Stanford. Em comum, tinham o facto de ministrarem cursos de gestão, uma disciplina por essa altura tão complexa, quanto exigente e desconhecida.

E foi, precisamente, a partir de então que se começou a doutrinar o Mundo moderno a valorizar o trabalho administrativo e, por consequência, a desvalorizar a importância do trabalho criativo.

Estavam lançadas as bases para os modelos de gestão e liderança, que têm passado como um legado de geração em geração e subsistido até aos dias de hoje. Os seus princípios burocráticos não só ainda defendem os interesses de um status quo elitista, como impedem até hoje, que funcionários da base hierárquica possam pensar e agir para além da função que desempenham.

Apesar de “desumana”, a verdade é que a burocracia era, segundo Max Webber, “superior a qualquer forma organizacional em termos de precisão, estabilidade, rigor disciplinar”, “mais credível” e foi graças a ela que se atingiram níveis de eficiência inimagináveis até então…

Importa reconhecer que até então, as organizações (pré-burocráticas) eram geridas sem critério e regras, não existia o conceito de planeamento, as práticas de trabalho eram definidas pelos “caprichos” de cada patrão, a supervisão era deficitária e as contrapartidas não estavam alinhadas com esforço ou competência. O resultado? Níveis de rotatividade absurdos, que até então eram considerados normais.

Independentemente das suas lacunas (e são várias), a verdade é que temos que agradecer à burocracia a estabilidade laboral que ela conseguiu garantir (pelo menos para muitos), que teve como consequências diretas o exponencial aumento do poder de compra registado no último século e o aumento da nossa qualidade de vida – pelo menos em termos genéricos.
Como todas as grandes invenções que marcaram a história da Humanidade, merece ser devidamente enaltecida… e recordada, quando for finalmente “exonerada”.

Não podemos continuar a ser complacentes e conformistas. É hora de canalizarmos todos os esforços possíveis para redefinirmos o paradigma laboral, de forma que seja possível tirarmos partido das qualificações, competências e idiossincrasias de quem trabalha.

Há quem defenda que a solução passará por hierarquias mais naturais e dinâmicas, capazes de dar voz e poder de escolha aos subordinados. Outros, que as compensações deverão ser proporcionais aos contributos e não serem definidas (limitadas) pela posição hierárquica.

Pessoalmente, nunca fui grande apologista das soluções “one-size-fits-all”, pelo que do alto da minha ingenuidade acredito que a solução poderá passar por um modelo de organização tão flexível e versátil que, no limite, possa ter uma declinação própria por empresa.

Confesso que não sei como é que isso se fará.

Mas se estivesse no topo de uma hierarquia formal e fosse “obrigado” a tomar uma primeira resolução nesse sentido, não tenho dúvidas de qual seria: contrataria um Chief Creative Officer, que teria como primeira função na sua job description o desafio de (re)pensar todas as dinâmicas (internas e externas) da organização e cujo papel, na prática, poderia ser comparado aqueles “médios volantes” do futebol de outros tempos, que não tinham uma posição definida no campo.
Considerados como “maestros”, eram os elementos com maior influência dentro das suas equipas e todos eles tinham um traço em comum: eram todos génios criativos, capacitados a tomar decisões críticas em prol dos interesses de toda a equipa – e em função do que o jogo ditava a cada momento…

P.S.: Artigo dedicado a todos os criativos que já sentiram o seu trabalho desvalorizado (por uma vez que fosse) e que continuam a trabalhar num contexto incerto – para não dizer “precário”…

Artigo de Opinião em: Human Resources. | Texto de: Luís Soares.

Campanha_RegressoAulas_2021_300

300€ de desconto nos cursos de longa duração

Não deixes escapar a oportunidade de ingressar na área profissional dos teus sonhos e dá o primeiro passo rumo à tua carreira de sucesso.

Aproveita os 300€ de desconto em todos os cursos FLAGProfessional a iniciar entre julho e dezembro de 2021!

FLAGPROFESSIONAL

PÓS-GRADUAÇÕES (10% de desconto) (entrevista de admissão obrigatória)

Desconto válido só até 31 de agosto de 2021.
Oferta válida para as edições de Lisboa e Porto, nas metodologias presencial ou online – live-training.

Flag Deals

#FLAG Deals | Cursos com 25% de Desconto! (Agosto’21)

A seleção de cursos para a campanha #FLAGdeals do mês de Agosto já está disponível. Todas as edições são possíveis em formato online. Aproveita esta oportunidade, vagas limitadas! LISBOA PORTO
flag jobs

#FLAGjobs | agosto 2021

Estás à procura de uma nova oportunidade de carreira?
Consulta as ofertas dos nossos parceiros:

Entain – Web DesignExecutive

Função:

  • Create sketches and graphic solutions for promotional actions
  • Create animated banners
  • Create and send promotional emails
  • Create Landing Pages
  • Content Management Systems
  • Create images and animations for the Web

Requisitos:

Essential:
● Previous experience of a minimum of 2 years in a similar role
● Proven HTML and CSS experience
● Responsive design
● Experience in web design for Newsletters
● Demonstrable graphic design skills with a strong portfolio
● Proficiency in Photoshop, Illustrator or other visual design and wire-framing tools
● Proficiency in Dreamweaver or another WYSIWYG editor

Desired:
● Good English skills
● Experience with version control tools
● Knowledge of the following is a plus: o Experience in animations
● Cross browsing compatibility

Competências:

  • Perform tasks with quality and meeting the deadline
  • Ability to react effectively to the constant changes in the requirements
  • Ability to work in a team
  • Motivation to learn and to apply new concepts in the task
  • Proactivity, precisionand responsibility

Local de trabalho: Lisboa
Candidatura: Envio de candidaturas para: silvia.alemao@betcorporate.com



VORTAL – UX/UI Designer

Função:

  • Be comfortable doing UX & UI design
  • Good knowledge of UCD and Design thinking
  • Ability to see the bigger picture with user scenarios, journeys and flows
  • Define user stories (write documentation) plan and conduct user research, user testing, A/B testing, always with usability and accessibility concerns.
  • Work close with UX/UI team, functional and dev team in an Agile methodology
  • Good knowledge of patterns of IOS, Android, Web and web responsive
  • Create projects and interactive prototypes (Paper, Balsamiq and Adobe XD).
  • Knowledge of standards and best practices
  • Consolidated knowledge of frontend (HTML5, CSS3, JavaScript)If it’s the first time you read the word ‘heuristic’, this job isn’t for you.

Requisitos:

Education:

  •  Bachelor degree is required (preferable: design or similar)
  • Comfortable in English (written and spoken);
  • Portuguese mandatory

Experience:

  • Up to 3 years in a similar role

Local de trabalho: Lisboa
Candidatura: Envio de candidaturas para: recruitment@vortal.biz

FLAGporque_TI

FLAG, porquê? “Pela excelente qualidade de ensino e de formadores.”

A Tatiana frequentou formação na FLAG em Design Gráfico, e o seu feedback não podia ser mais positivo. Este é o seu relato sobre a tomada de decisão quanto à formação que decidiu frequentar, e a sua opinião sobre a mesma.

O que te fez procurar e optar pela FLAG?
TI:
Estava a chegar ao fim da licenciatura em Design e sentia-me inapta e frustrada com a falta de conhecimento que realmente fizesse diferença na minha formação. Senti necessidade de uma formação mais direcionada para o que realmente queria fazer. A minha escolha foi a FLAG devido ao feedback positivo que encontrei, tanto sobre a escola como acerca dos formadores, além da oferta de estágio no final do curso.

Quais foram os pontos fortes desta formação?
TI: Sem dúvida alguma a qualidade do ensino e o conhecimento dos formadores.

Este percurso formativo teve impacto na tua vida profissional, de que forma?
TI: Teve um impacto muito grande. Neste momento estou a estagiar com um feedback bastante positivo e em dois meses de trabalho  tenho vários trabalhos já lançados.

Qual a sua opinião dos formadores da FLAG? Algum que queiras destacar?
TI: Os formadores são pessoas com grande conhecimento do mercado, sempre disponíveis para ajudar e aconselhar. Quero destacar o Ricardo Guerreiro e Eduardo Antunes. Não tirando o valor ao resto dos formadores, o Ricardo e o Eduardo são os que mais me marcaram.

Recomendas a frequência de formação na FLAG? Por que motivos?
TI: Recomendo sim! Arrisquei congelar a matrícula da faculdade e seguir o caminho pela escola profissional e não me arrependi uma única vez pela excelente qualidade de ensino e de formadores.

Tatiana Ignatieva
Designer Gráfica no Grupo O Valor Do Tempo
Alumni do curso FLAGProfessional Graphic Designer
LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/tatiana-ignatieva/